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13.2.11

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Blog de Ricardo Noblat: colunista do jornal O Globo com notícias sobre política direto de Brasília - Ricardo Noblat: O Globo

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Palestras Rodrigo Pimentel: Missao dada é Missão Cumprida!

Palestras Rodrigo Pimentel: Missao dada é Missão Cumprida!: "CONSTRUINDO UMA TROPA DE ELITESob a Inspiração do filme 'Tropa de Elite', a palestra propõem estabelecer a relação entre a realidade do BOPE..."
INDICADOS AO OSCAR 2011

Melhor filme
Cisne Negro
O Vencedor
A Origem
O Discurso do Rei
A Rede Social
Minhas Mães e meu Pai
Toy Story 3
127 Horas
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Melhor diretor

Darren Aronovsky – Cisne Negro
David Fincher – A Rede Social
Tom Hooper – O Discurso do Rei
David O. Russell – O Vencedor
Joel e Ethan Coen – Bravura Indômita

Melhor ator

Jesse Eisenberg – A Rede Social
Colin Firth – O Discurso do Rei
James Franco – 127 Horas
Jeff Bridges – Bravura Indômita
Javier Bardem – Biutiful

Melhor atriz

Nicole Kidman – Reencontrando a Felicidade
Jennifer Lawrence – Inverno da Alma
Natalie Portman – Cisne Negro
Michelle Williams – Blue Valentine
Annette Bening – Minhas Mães e meu Pai

Melhor ator coadjuvante

Christian Bale – O Vencedor
Jeremy Renner – Atração Perigosa
Geoffrey Rush – O Discurso do Rei
John Hawkes – Inverno da Alma
Mark Ruffalo – Minhas Mães e meu Pai

Melhor atriz coadjuvante

Amy Adams – O Vencedor
Helena Bonham Carter – O Discurso do Rei
Jacki Weaver – Animal Kingdom
Melissa Leo – O Vencedor
Hailee Steinfeld – Bravura Indômita

Melhor longa animado

Como Treinar o Seu Dragão
O Mágico
Toy Story 3

Melhor filme em lingua estrangeira

Biutiful
Fora-da-Lei
Dente Canino
Incendies
Em um Mundo Melhor

Melhor direção de arte

Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
A Origem
O Discurso do Rei
Bravura Indômita

Melhor fotografia

Cisne Negro
A Origem
O Discurso do Rei
A Rede Social
Bravura Indômita

Melhor figurino

Alice no País das Maravilhas
I am Love
O Discurso do Rei
The Tempest
Bravura Indômita

Melhor montagem

Cisne Negro
O Vencedor
O Discurso do Rei
A Rede Social
127 Horas

Melhor documentário

Lixo Extraordinário
Exit Through the Gift Shop
Trabalho Interno
Gasland
Restrepo

Melhor documentário em curta-metragem

Killing in the Name
Poster Girl
Strangers no More
Sun Come Up
The Warriors of Qiugang

Melhor trilha sonora

Alexandre Desplat – O Discurso do Rei
John Powell – Como Treinar o seu Dragão
A.R. Rahman – 127 Horas
Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social
Hans Zimmer – A Origem

Melhor canção original

“Coming Home” – Country Strong
“I See the Light” – Enrolados
“If I Rise” – 127 Horas
We Belong Together – Toy Story 3

Melhor Maquiagem

O Lobisomem
Caminho da Liberdade
Minha Versão para o Amor

Melhor Curta-metragem de animação

Day & Night
The Gruffalo
Let’s Pollute
The Lost Thing
Madagascar, Carnet de Voyage

Melhor Curta-metragem

The Confession
The Crush
God of Love
Na Wewe
Wish 143

Melhor Edição de som

A Origem
Toy Story 3
Tron – O Legado
Bravura Indômita
Incontrolável

Melhor Mixagem de som

A Origem
Bravura Indômita
O Discurso do Rei
A Rede Social
Salt

Melhor Efeitos especiais

Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
Além da Vida
A Origem
Homem de Ferro 2

Melhor Roteiro adaptado

A Rede Social
127 Horas
Toy Story 3
Bravura Indômita
Inverno da Alma

Melhor Roteiro original

Minhas Mães e meu Pai
A Origem
O Discurso do Rei
O Vencedor
Another Year

Fonte: Equipe Cinema é tudo isso
Advogado quer publicar livro gigante sobre excesso de leis tributárias no Brasil

Quanto custa ter o próprio nome no tradicional Guinness World Records, ou simplesmente Livro dos Recordes? Muitas pessoas não gastaram um tostão sequer para figurar na tradicional obra, editada desde 1955, caso da brasileira Dercy Gonçalves (1907-2008), única atriz a estrelar um filme – Minha vida não cabe num Opala – aos 101 anos de idade. Outras, porém, não se importam em desembolsar uma fortuna para tentar que um feito seja reconhecido nos cinco continentes. Em Belo Horizonte, o advogado Vinícios Leôncio, de 51 anos, já investiu R$ 1 milhão num projeto, iniciado em 1992 e com previsão de ser concluído em julho de 2011: publicar o livro mais volumoso e com o maior número de páginas do planeta.

A obra trata do excesso de leis tributárias no país, especialidade do bacharel, que também é autor de um livro, de 259 páginas, cujo título é, no mínimo, polêmico – A quarta filosofia: Jesus Cristo não pagou o tributo. A obra que ele deseja ver prestigiada pelo Guinness, por sua vez, foi batizada de Pátria Amada e terá, anote aí, 42.316 páginas, cada uma delas com 2,4 metros de altura por 1,2 metros de largura. Quando pronto, o livro pesará 6,2 toneladas, o equivalente a seis carros populares. “As páginas, uma ao lado da outra, somam 93 quilômetros. As letras, em fonte Times New Roman, têm corpo tamanho 18 e o volume é de 3,15 metros”, orgulha-se o autor. “O livro do atual recordista, um sueco, é de 2,5 mil quilos”, acrescenta. Ele torce para que a obra seja auditada pelo Guinness tão logo fique pronta.

Se tudo der certo, planeja, seu nome estará na edição de 2012. Apesar de passar as duas últimas duas décadas atrás de um sonho orçado em R$ 1 milhão, ele refuta a tese de que o alto investimento foi feito por vaidade .“Quero consolidar a legislação tributária num só volume e mostrar ao poder público e à sociedade a quantidade de normas em vigor, o que torna o Brasil o maior exportador da burocracia do setor do planeta”, diz. “As cerca de 7.000 leis nas três esferas de governo obrigam as empresas a gastarem R$ 42 bilhões anuais com tal burocracia, segundo o Instituto Brasileiro de Direito Tributário (IBDT). As empresas ainda perdem 2,6 mil horas/ano com o pagamento de tributos, enquanto a média mundial é de 280 horas/ano. Portanto, o livro é uma crítica”, sustenta.

Leôncio não sabe ao certo quantas horas se dedicou ao Pátria Amada desde 1992, mas, em quase 20 anos, dividiu o tempo entre as ações de seu luxuoso escritório – um casarão de dois andares erguido, na primeira metade do século passado, no Barro Preto – e o sonho de receber o passaporte para o Guinness. O alto investimento, ele conta, serviu para bancar diversos gastos, como a adaptação de maquinário e a importação de tecnologia da China, pois “no Brasil não há (ou pelo menos não havia) equipamento capaz de imprimir páginas com essas dimensões”.

Tecnologia de aviação

Outra parte da cifra foi usada na manutenção do maquinário (técnicos de sua equipe precisaram viajar duas vezes à Ásia para consertar o equipamento) e na diagramação da obra: “Esse serviço não foi barato”. Quantia significativa também foi destinada à compra de materiais resistentes: o papel é a prova d’água e a tinta tem vida útil de 500 anos. Mas outra característica do livro chama mais atenção: “Como o volume de páginas é grande (3,15 metros) e o peso é enorme (6,2 mil quilos), desenvolvemos um sistema semelhante ao da porta de avião para fechá-lo. E há amortecedores para regular a virada das páginas”, revela o advogado.

O sistema será mantido em segredo até a conclusão do Pátria Amada. Por enquanto, ele mostra apenas uma das páginas da obra, fixada na parede da biblioteca de seu escritório. O bacharel espera que o livro contribua para acelerar a reforma tributária no Brasil: “Inconcebível termos, por exemplo, 27 leis diferentes (uma para cada estado mais o Distrito Federal) do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Desde 1988 (ano em que a Constituição foi promulgada), foram editadas, em média, 37 normas tributárias por dia”, critica.

Ele defende a tese de que a primeira lei tributária no país surgiu antes mesmo de o Brasil ser descoberto por Pedro Álvares Cabral, em 1500. “Em 1492, o Tratado de Tordesilhas estabeleceu a divisão da América do Sul entre Portugal e Espanha. O acordo também previa o pagamento de imposto”, diz o advogado, que já publicou outros quatro livros: Em nome do Pai e do Filho, Manual do Refis, Lucro Arbitrado e Tributos federais interpretados pela Receita Federal do Brasil.

Fonte: Estado de Minas
Qual o maior livro do mundo?

Por Marina Motomura

É uma edição especial do livro O Pequeno Príncipe. De pequeno, aliás, o livro não tem nada: são 2 metros de altura por 1,54 metro de largura. A famosa história escrita por Antoine de Saint-Exupéry é contada em 128 páginas gigantes, que totalizam 250 quilos e consomem 450 m2 de papel. O recorde, registrado no Guinness, foi estabelecido na Bienal do Livro do Rio de Janeiro de 2007. Trata-se do maior livro já publicado no mundo. Ele pode ser comprado pelos fãs no site da editora Ediouro, pelo módico preço de 40 mil reais. A primeira versão de O Pequeno Príncipe foi impressa em 1943, nos Estados Unidos, onde o autor vivia refugiado por causa da invasão dos nazistas em seu país natal, a França. O Pequeno Príncipe é o livro francês mais vendido no mundo - foram cerca de 80 milhões de exemplares, em mais de 400 edições. É também a peça literária mais traduzida da história: foi publicado em 160 línguas e dialetos. O livro dos recordes também cita o maior livro já feito (mas não produzido em escala) no planeta. O Superbook media 3,07 metros de altura, tinha 2,74 metros de largura e foi publicado em Denver, nos Estados Unidos, em 1976. Hoje, não se sabe o paradeiro do único exemplar da obra. 8-)

Fonte: Mundo Estranho

1.2.11

A ciência por trás do filme A Origem

Neurocientista explica quais são os erros e acertos científicos da produção estrelada por Leonardo DiCaprio.

A Origem é um filme desafiador. Num mundo não muito distante do nosso, em que existe tecnologia para invadir sonhos é realidade, um espião altamente capacitado tem sua chance final de redenção condicionada à realização de uma missão impossível: implantar uma idéia estranha na mente de uma pessoa, capaz de levá-la a fazer algo que não quer. Na superfície, trata-se de um barulhento filme de ação típico de Hollywood, com tiros, perseguições de carros e muitas explosões. Na profundeza, é uma condensação vertiginosa de cem anos de psicanálise, neurobiologia, filosofia e cinema. Cientificamente, acerta um tanto e erra outro tanto.
O filme é composto de cinco narrativas, uma dentro da outra, articuladas em diferentes velocidades temporais com uma clareza desconcertante. Além do protagonista, cinco personagens adentram o sonho da vítima do golpe, para ajudar na difícil tarefa de semear o germe de uma ideia indesejada. Atuando de forma coordenada, tentam convencer a vítima a descer mais e mais profundamente, passando de um sonho a outro, até um local em que a ideia estrangeira possa ser plantada com sucesso.
Indução — Voltando para o mundo real (real em termos, já que a ciência não tem como provar que não estamos sonhando), com a tecnologia atual é possível induzir uma pessoa ao sono. Fazer a mesma pessoa sonhar é mais difícil. Substâncias precursoras de dopamina e acetilcolina afetam o sonho. O DMT (Dimetiltriptamina, uma substância psicodélica), contido na Ayahuasca, gera padrões de ativação cerebral e de experiência psicológica semelhantes aos observados durante o sonho. Mas os estudos ainda são incipientes.
Cientificamente é possível sonhar que se está sonhando, como muitos de vocês já devem ter experimentado e como acontece no filme. Mas ninguém sabe ao certo quantas camadas um sonho pode ter. Talvez milhares, talvez apenas duas ou três. Também não há dados sólidos a respeito.
Invasão — Em A Origem, tudo acontece como se a tecnologia para fazer o implante fosse algo já estabelecido. Fora das telas, nada disso existe. Para realizar a invasão de sonhos seria necessário decodificar o sonho a ser invadido e ser capaz de inserir conteúdo novo nele, não próprio do sonhador original. A primeira parte talvez seja possível em um futuro não muito distante, a segunda parece mais difícil.
No que diz respeito à decodificação, nos últimos anos foram publicados artigos mostrando que é possível descobrir o que a pessoa está imaginando através da análise da ativação do córtex visual. Existe um truque aí, porque antes de fazer o experimento de "leitura de mentes", a pessoa é submetida a uma bateria de imagens visuais, e sua ativação no córtex visual é gravada, gerando um mapa de possíveis estados que depois serve de base para a codificação de imagens novas, ainda não apresentadas ao sujeito. Com ou sem truque, é uma façanha e tanto. No que diz respeito à invasão, nossa tecnologia para estimular o cérebro com eletricidade ou campo magnético ainda é muito grosseira para se pensar em causar imagens específicas numa pessoa.
Enquanto no filme o equipamento necessário para entrar nos sonhos cabe em uma maleta, os aparelhos atualmente existentes que permitem ver um cérebro sonhando são uma combinação de magnetoencefalografia (bem mais poderosa do que a eletroencefalografia comum) e ressonância magnética funcional. São técnicas que requerem o uso de aparelhos enormes, do tamanho de um carro cada, caríssimos. Mesmo eles não resolveriam o problema, esbarraríamos nas limitações citadas acima, mas pelo menos seria o melhor possível.
Ritmo acelerado — Uma vez dentro do sonho, o filme mostra que a cada camada o tempo passa mais devagar: um segundo no mundo dos acordados significa cinco minutos na primeira camada de sonho, duas horas na segunda, e assim por diante. Ponto para o filme. Existem algumas evidências em ratos de que a compressão temporal do processamento neuronal varia conforme as diferentes fases do sono. O resto é a imaginação de Christopher Nolan, o diretor do filme. Mas ele chega perto quando define a morte, dentro do sonho, como uma das formas para despertar. É muito difícil que as pessoas sonhem com a própria morte, embora algumas afirmem ter sonhos assim. No caso de A Origem, como acontece com a maioria das pessoas, morrer faz com que a pessoa acorde.
O filme também acerta em mostrar pessoas que sabem que estão dentro de um sonho, como os agentes contratados para implantar as ideias. Quando começamos a perceber que estamos sonhando, há quem consiga permanecer nesse estado sem despertar ou regressar para o sonho comum, equilibrando-se entre o espanto e a inconsciência. Se torna um sonhador lúcido, capaz de criar o enredo onírico com sua própria vontade, simulando o que quiser.
Chuva onírica — A perturbação do sonho através da interferência sensorial - como a cena em que chove porque o dono do sonho está com vontade de ir ao banheiro - tem base científica. Como notou Freud, estímulos externos entram no sonho e são ressignificados, de forma que "o sonho protege o sono". Isso ocorre até um certo ponto, além do qual a pessoa acorda.
O mais interessante em “A Origem” é como o personagem principal enfrenta a impossibilidade de ter certeza sobre os limites da realidade. O desejo é motor do sonho, e o sonho não cessa. Repressão de memórias e loucura se entrelaçam, seguindo o fio condutor das idéias de Freud. Mas o espectador é levado ainda mais longe, saltando por cima das divergências acadêmicas no campo das psicologias e das neurociências para interrogar de modo incisivo, equipado com tudo que sabemos, qual é a arquitetura última da mente. Nada mal para um blockbuster.


FONTE: VEJA ON LINE


*Sidarta Ribeiro é doutor em neurociências pela Universidade Rockefeller (2000), chefe de laboratório do Instituto Internacional de Neurociência de Natal (IINN-ELS), professor de Neurociências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), pesquisador do Instituto de Ensino e Pesquisas do Hospital Sírio Libanês e pesquisador-colaborador da Universidade Duke (EUA).

CBN - A rádio que toca notícia - Dois na Web

CBN - A rádio que toca notícia - Dois na Web

21.2.08

Eu voltei


Logo estarei atualizando o blog!

13.2.07

Foro de São Paulo

O Foro de São Paulo é um perigo para o hemisfério.

por Diario Las Américas em 06 de fevereiro de 2007

© 2007 MidiaSemMascara.org

O engenheiro venezuelano Alejandro Peña Esclusa qualifica o Foro de São Paulo (FSP), de política internacional, como um perigo para o hemisfério e o descreve como um projeto continental com vistas a uma expansão coletivista mundial.
Em entrevista ao Diario Las Américas, Peña Esclusa, opositor há pelo menos oito anos do presidente de seu país, Hugo Chávez (um dos cabeças do FSP), referiu-se precisamente aos acordos de Chávez com o Irã que abriu as portas a Ahmadinejad, não só as da Venezuela como do resto da América. Por esta razão o terrorismo está mais perto dos Estados Unidos e quer utilizar a América Latina como plataforma para poder atuar, contando com o respaldo do FSP.
Peña Esclusa é um expert em América Latina e especialmente no FSP, organização à qual deu seguimento desde que foi fundada em 1990 por Fidel Castro com o apoio do Partido dos Trabalhadores, do Brasil, “com a finalidade de reagrupar todas as forças de esquerda da região, desmanteladas pelo colapso do socialismo real”.
Peña Esclusa tem viajado por toda a América advertindo sobre o perigo que esse FSP representa para a segurança hemisférica, e assegura que o tempo lhe deu razão porque agora a maioria dos presidentes da América Latina formam parte do FSP, quer seja da ala radical, quer da suposta ala moderada.
Na ala radical estariam Evo Morales, Daniel Ortega, Hugo Chávez e Fidel Castro e na ala moderada estariam Tabaré Vázquez, Michelle Bachelet, Néstor Kirchner, Lula da Silva e Omar Torrijos, de modo que têm o controle da maioria da América Latina. E nos que não têm o controle, como México, Peru, Colômbia e El Salvador, têm respecivamente um López Obrador, Ollanta Humala, as FARC e o ELN, e o FMLN, tratando de desestabilizá-los.
Peña Esclusa considera que a situação por ele anunciada converteu-se em uma ameaça clara e real à segurança hemisférica, tanto pela quantidade de membros do FSP que são atualmente governos, quanto pelos acordos de Chávez com os Estados terroristas.
Para Peña Esclusa a suposta divisão entre as esquerdas da América não existe mas são apenas diferentes estilos de governos, radicais e moderados, que convivem dentro do FSP e se apóiam mutuamente, e cita em apoio à sua tese o documento aprovado no último Encontro do Foro de São Paulo efetuado em El Salvador, de 12 a 14 de janeiro, no qual deixaram bem claro que não existem duas esquerdas, que são estilos e estratégias diferentes, que dependem das circunstâncias de luta de cada país. E, embora seja certo que Chávez, Evo Morales e Fidel Castro têm um estilo diferente dos de Lula, Tabaré Vázquez, Kirchner e Bachelet, cada vez que Chávez está com problemas Lula e seus companheiros “moderados” saem a apoiá-lo, tendo votado nele para o assento do Conselho de Segurança da ONU. Lula esteve participando do Foro Econômico Mundial que acaba de se realizar em Davos, Suíça, defendendo Chávez e Evo Morales; Kirchner foi à Espanha para falar bem de Chávez e Evo Morales. “E não só falam bem deles, como não denunciam o que Chávez faz. Lula não diz nada do fechamento dos canais de televisão, da perseguição aos presos políticos, das fraudes eleitorais, não renega as FARC e o ELN, bandos terroristas que se financiam com o dinheiro do narcotráfico e, do mesmo modo que as FARC e o ELN, continua pertencendo ao FSP”. E arremata dizendo que “são estilos diferentes de uma mesma esquerda que tem um mesmo projeto castro-comunista para a América”.
O Foro de São Paulo começou como uma estrutura informal. Quando foi fundado só um membro era governo: Cuba. Agora têm o controle de vários governos e utilizam as chancelarias e demais estruturas de governo para promover as mesmas idéias. “Com o passar do tempo converteu-se em uma internacional política e agora estão se expandindo internacionalmente, através do Fórum Social Mundial, estabelecendo contatos com o Irã, com a Coréia do Norte, de governo para governo. Quer dizer, o FSP foi a crisálida onde nasceu uma estrutura que agora já governa nações inteiras”.
O entrevistado expressa que um dos pontos que esteve enfatizando neste giro que está realizando pelo continente, da qual é parte a conferência que está dando nesta segunda-feira no Instituto de Estudos Cubanos e Cubano-Americanos da Universidade de Miami é que cada país, no nível nacional, está se enfrentando com o gerente local do FSP internacional que não respeita soberanias nem fronteiras, que considera a América Latina como um só território e tomam decisões globais para cada país. “Dito de outra forma, as FARC não são uma estrutura colombiana, senão a representação colombiana da estrutura internacional do FSP. Do mesmo modo, o FMLN não é um partido nacional, pois recebe instruções e atua conforme os planos do FSP e assim sucessivamente; são delegações regionais de uma estrutura internacional”.
O Foro de São Paulo sofreu uma mudança de fase quando Chávez chegou à presidência e quando Lula alcançou o poder no Brasil. Aí começou a expansão em grande escala.
Peña Esclusa insistiu finalmente na necessidade da divulgação destas realidades que está denunciando, porém considera fundamentalmente que o que faz falta é a coordenação de uma frente para produzir uma batalha internacional, contra um inimigo que é internacional.

Fonte: http://www.diariolasamericas.com/news.php?nid=21830&pag=2

Vale a pena conferir!!!

O outro lado.

Um pouco do que dizem os “céticos” - Parte I

por João Luiz Mauad em 08 de fevereiro de 2007

© 2007 MidiaSemMascara.org

Não sou cientista. Entendo muito pouco ou quase nada de meteorologia ou climatologia. Porém, penso que, como disse recentemente o dinamarquês Bjorn Lomborg, “se nós estamos prestes a embarcar no mais caro projeto político de todos os tempos”, cujas propostas, se efetivadas, mexeriam profundamente com os alicerces da nossa civilização, “talvez nós devêssemos estar certos de que tal projeto está apoiado em solo rígido, em fatos reais, e não apenas nos fatos convenientes.”
Infelizmente, quando o assunto é “aquecimento global”, o que estamos assistindo é a uma campanha sem precedentes, onde praticamente só um lado divulga os seus estudos e conclusões, enquanto o outro, composto de gente chamada pejorativamente de “céticos” ou “negadores”, sofre todo tipo de perseguição e discriminação, chegando, muitas vezes, a ser comparada aos “negadores do holocausto”.
Por isso, resolvi divulgar um extrato de algumas opiniões que divergem daquelas recentemente divulgadas pela ONU ou pelo Sr. Al Gore, as quais certamente jamais serão publicadas na grande mídia brasileira. Por razões óbvias, evitei transcrever muitos dados ou conclusões técnicas, atendo-me ao aspecto político em geral. Todos os documentos e opiniões aqui mencionados estão devidamente acompanhados dos respectivos links, onde poderão ser consultados. Ao visitar as páginas indicadas, os eventuais interessados poderão encontrar outros links e iniciar suas próprias pesquisas a respeito, inclusive de caráter técnico mais profundo.
***
1. The Leipzig Declaration on Global Climate Change - Declaração assinada por cerca de 80 cientistas de várias nacionalidades.
(http://www.sepp.org/policy%20declarations/LDrevised.html)

“Combustíveis fósseis são hoje a principal fonte de energia e ela é essencial para o crescimento econômico. Estabilizar os níveis atmosféricos de dióxido de carbono irá requerer que o uso de combustíveis seja cortado em até 60 a 80% em todo o planeta.
Num mundo onde a pobreza é o maior poluente social, qualquer restrição ao uso de energia ... deve ser vista com cautela.
Baseados nas evidências disponíveis, nós não podemos endossar a visão, politicamente inspirada, que imagina catástrofes climáticas e sugere ações precipitadas. Por esta razão, nós consideramos que as políticas de controle drástico das emissões, como as previstas na conferência de Kioto, carecem de suporte científico crível e são prematuras.”
2. The Oregon Petition Project - Petição assinada por cerca de 17.000 cientistas (http://www.oism.org/oism/s32p31.htm)
“A hipótese do aquecimento global tem falhado em cada experimento teste relevante. Ela sobrevive somente nos sonhos dos anti-tecnologistas ... Os Estados Unidos estão muito perto de adotar um acordo internacional que propõe o rateio do uso de energia e tecnologias que dependem do carvão, do óleo, do gás natural e alguns outros componentes orgânicos.
Esta ameaça é , em nossa opinião, baseada em idéias defeituosas. Pesquisas sobre as alterações climáticas não mostram que o uso humano de hidrocarnonetos é nocivo. Ao contrário, há boas evidências de que o aumento do dióxido de carbono na atmosfera seria ambientalmente útil.”
3. Carta aberta ao Primeiro Ministro Canadense - subscrita por 60 cientistas do país em abril de 2006.
(http://www.canada.com/components/print.aspx?id=3711460e-bd5a-475d-a6be-4db87559d605)
“Evidências ... não sustentam os atuais modelos climáticos gerados em computador e, portanto, há pouca razão para confiar nos prognósticos deles derivados. Entretanto, isto foi precisamente o que as Nações Unidas fizeram ao criar e promover o Protocolo de Kioto, e ainda fazem com as previsões alarmistas, nas quais as políticas climáticas do Canadá estão baseadas...
Os estudos das mudanças climáticas a nível global são, como o senhor mesmo disse, uma “ciência emergente”, talvez a mais complexa já atacada. Muitos anos ainda serão necessários antes que nós possamos entender adequadamente o sistema climático da terra. Entretanto, avanços significativos foram feitos desde que o protocolo foi criado, muitos dos quais estão nos levando para longe da certeza sobre o aumento dos gases estufa.
“A mudança do clima é real” é a frase sem significado usada repetidamente pelos ativistas para convencer o público de que uma catástrofe climática está prestes a ocorrer e que a humanidade é a causa. Tais preocupações não se justificam. O clima do planeta muda a toda hora devido a causas naturais e o impacto [da atividade do ser] humano permanece impossível de se distinguir.”
4. Conferência do Dr. Michael Crichton, em Washington D.C, jan/2005. (http://www.crichton-official.com/speeches/index.html)
“Como vocês já devem ter escutado muitas vezes, “há consenso entre os climatologistas sobre a crença no aquecimento global”. Historicamente, aludir ao consenso tem sido o primeiro refúgio dos canalhas: é uma forma de evitar o debate, afirmando que o assunto já está resolvido.
Sejamos claros: o trabalho científico não tem nada a ver com consensos. O consenso é algo próprio da política. A ciência, pelo contrário, requer que um só investigador tenha razão, o que significa que obtenha resultados que sejam verificáveis em relação ao mundo real. Em ciência, o consenso é irrelevante. O que importa são os resultados reproduzíveis. Os grandes cientistas da história são grandes precisamente porque romperam os consensos.”
5. Artigo do Prof. Richard Lindzen no Wall Street Journal
(http://www.opinionjournal.com/extra/?id=110008220)
“Afirmações cientificamente ambíguas sobre o clima são injetadas diariamente na mídia pelos interessados no alarmismo, fazendo crescer o suporte político dos “policy makers”, que, como num moto-perpétuo, irão suprir os fundos necessários para mais pesquisas científicas e alimentar mais alarmes para incrementar o suporte político. Afinal, quem colocará dinheiro em ciência – não importa se para a AIDS, o espaço ou o clima – onde não houver nada realmente alarmante? Realmente, o sucesso do alarmismo climático pode ser avaliado pelo aumento dos gastos federais em pesquisas climáticas: de umas poucas centenas de milhões de dólares pré-1990 para US$ 1.7 bilhão hoje. Isto pode ser visto também nos altos investimentos em pesquisas por tecnologias alternativas, tais como energia solar, eólica, hidrogênio, etanol, etc...
Mas há um lado mais sinistro ainda em todo esse frenesi. Cientistas que não concordam com o clima de alarmismo têm visto seus fundos de pesquisa desaparecer, seu trabalho ser escarnecido, além de serem acusados de serviçais da indústria petrolífera, “hackers” da ciência ou coisa pior...”
6. Artigo do Professor Claude Allegre no L’Express, 21/09/06. Allegre é um dos mais condecorados geofísicos franceses e membro das Academias americana e francesa de ciências. É também autor de mais de 100 artigos científicos e 11 livros, tendo recebido inúmeros prêmios científicos. (http://www.epw.senate.gov/fact.cfm?party=rep&id=264835).


Temos que ouvir o outro lado!!!! Um Abraço.

23.1.07

OSCAR 2007

INDICADOS AO OSCAR 2007

Melhor Filme

A Rainha
Babel
Cartas de Iwo Jimma
Os Infiltrados
Pequena Miss Sunshine

Melhor Direção

Clint Eastwood (Cartas de Iwo Jima)
Martin Scorsese (Os Infiltrados)
Stephen Frears(A Rainha)
Alejandro González Iñárritu (Babel)
Paul Greengrass (Vôo United 93)

Melhor Filme Estrangeiro

O Labirinto do Fauno, de Guillermo Del Toro (México)
The Lives of Others, de Florian Henckel von Donnersmarck (Alemanha)
Days of Glory, de Rachid Bouchareb (Argélia)
Water, de Deepa Mehta (Canadá)
After the Wedding, de Susanne Bier (Dinamarca)

Melhor Ator

Forest Whitaker (O Último Rei da Escócia)
Leonardo DiCaprio (Os Infiltrados)
Peter O'Toole (Venus)
Ryan Gosling (Half Nelson)
Will Smith (À Procura da Felicidade)

Melhor Ator Coadjuvante

Alan Arkin (Pequena Miss Sunshine)
Jackie Earle Haley (Pecados Íntimos)
Eddie Murphy (Dreamgirls)
Mark Wahlberg (Os Inflitrados)
Djimon Hounsou (Blood Diamond)

Melhor Atriz

Helen Mirren (A Rainha)
Judi Dench (Notas Sobre um Escândalo)
Kate Winslet (Pecados Íntimos)
Meryl Streep (O Diabo Veste Prada)
Penélope Cruz (Volver)

Melhor Atriz Coadjuvante

Adriana Barraza (Babel)
Cate Blanchett (Notas sobre um Escândalo)
Abigail Breslin (Pequena Miss Sunsshine)
Jennifer Hudson (Dreamgirls)
Rinko Kikuchi (Babel)

Melhor Roteiro Original

Babel
Cartas de Iwo Jima
O Labirinto do Fauno
Pequena Miss Sunshine
A Rainha

Melhor Roteiro Adaptado

Borat
Filhos da Esperança
Os Infiltrados
Notas Sobre um Escândalo
Pecados Íntimos

Melhor Filme de Animação

Carros
A Casa Monstro
Happy Feet: O Pingüim

Melhor Direção de Arte

O Bom Pastor
Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
O Grande Truque
O Labirinto do Fauno
Piratas do Caribe: O Baú da Morte

Melhor Fotografia

Dália Negra
Filhos da Esperança
O Grande Truque
O Ilusionista
O Labirinto do Fauno

Melhor Figurino

O Diabo Veste Prada
Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
A Maldição da Flor Dourada
Maria Antonieta
A Rainha

Melhor Montagem

Babel
Diamante de Sangue
Filhos da Esperança
Os Infiltrados
Vôo United 93

Melhor Maquiagem

Apocalypto
Click
O Labirinto do Fauno

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Éramos Pocos (One Too Many)
Helmer & Son
The Saviour
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Artigo

A liberdade é um fluido

por Percival Puggina em 22 de janeiro de 2007


© 2007 MidiaSemMascara.org

A liberdade funciona como um único fluido em vários vasos comunicantes. Quando um dos vasos está entupido, o fluido não prossegue para os demais, derrama e se perde. A liberdade política se conecta à liberdade econômica, que está ligada à de consumir, que está associada à de adquirir e ter como seu (permitindo a propriedade privada), à de ir e vir, à de imprensa e opinião, e assim por diante. Os dois principais fatores capazes de entupir a comunicação entre esses vasos são a equivocada interferência do Estado e o mau uso da liberdade pelos indivíduos e suas organizações.
No primeiro caso, estados autoritários ou totalitários tendem a restringir uma, depois outra, e logo todas essas liberdades para ampliar sua própria esfera de poder recusando a livre decisão e o livre discernimento dos indivíduos. No segundo caso, tem-se, por exemplo, a ação predatória de agentes econômicos que utilizam instrumentos indecentes para eliminar a concorrência. Delfim Netto, que está longe de ser um comunista, afirmou certa vez em conferência que escutei: a irrestrita liberdade de mercado tende a acabar com a liberdade de mercado porque o sonho de todo ator da cena econômica é ficar sozinho no mercado.
Como em tudo mais, portanto, é preciso encontrar a justa medida, ou seja, manter abertos os canais por onde passa o fluido da liberdade, evitando quaisquer abusos que possam inibir sua livre circulação, sejam eles estatais (mediante ação política dos cidadãos), sejam privados (mediante ação política do Estado).
As fanfarronadas socialistas de Chávez, Morales e seus parceiros sul-americanos (veja quantas liberdades já foram agredidas por eles) não são do século XXI, como anunciam, mas do século XIX mesmo, época de sua formulação. Nada há no que dizem que não tenha sido dito então, e ao longo do século passado, por todos os comunistas que chegaram ao poder para implantar seus tenebrosos regimes. A única coisa nova é a denúncia do tal “neoliberalismo” como palavra capaz de acelerar a produção de adrenalina nas massas de manobra que arregimentam.
Os relatórios sobre liberdade econômica divulgados anualmente pela Heritage Foundation deveriam pôr sete palmos de terra sobre essas tolices. Acaba de sair o documento de 2007, no qual o Brasil ocupa a 70ª posição entre 157 países analisados. Os 10 primeiros são Hong Kong, Singapura, Austrália, Estados Unidos, Nova Zelândia, Reino Unido, Irlanda, Luxemburgo, Suíça e Canadá. Puxa vida, nenhum socialista! Ao mesmo tempo, os simpatizantes das fanfarronadas esquerdistas, para ficar apenas entre nossos vizinhos, são tão ricos e prósperos quanto Cuba (156º lugar), Venezuela (144º lugar), Bolívia (112º lugar), Equador (108º lugar). Tenha certeza, porém, leitor, que nenhuma universidade brasileira examinará esses dados, nem avaliará a relação entre as liberdades econômicas, os sistemas de governo, os Índices de Desenvolvimento Humano, os PIB per capita e os indicadores de liberdade de imprensa nos vários países. Bastaria isso para desmascarar suas perfídias ao saber e à verdade, em nome de uma ideologia que sepulta o futuro das gerações que deveriam estar educando.

Livro


Uma Obra Reveladora

Considerando a importância histórica do período abordado e sua influência nos dias atuais, considero a leitura de ''O Livro Negro do Comunismo'' essencial para uma complementação do que é ensinado nos bancos escolares. Através de fontes documentais e estatísticas convincentes, a obra mostra o quão utópica é a idéia de, artificialmente, se estabelecer uma igualdade que não tem condições de ser obtida ou, na melhor das hipóteses, mantida. Os autores, a maioria ex-militantes de partidos comunistas, deixam claro que o apego ao dinheiro é substituído pelo apego ao poder e, abordando exemplos em todo o mundo, mostram o quão violenta pode ser a imposição de uma política ''igualitária''.

Estrela Solitária


O Botafogo antes da Estrela Solitária

Foto do Botafogo de 1940.Em pé: Carvalho Leite. Zezé Moreira. Granhan Bell. Zezé Procópio. Nariz e Zarci.Agachados: Tadique. Aymoré Moreira. Pascoal. Nelson e Patesco.


O Botafogo dos tempos gloriosos ocupou, orgulhosamente, a sede colonial de General Severiano. Poucos conhecemos os fatos que deram origem a fusão entre o Botafogo Futebol Clube (fundado em 1904) e o Clube de Regatas Botafogo (fundado em 1894), resultando no atual Botafogo de Futebol e Regatas. Na prática, a união entre os dois clubes do mesmo bairro provocou poucas alterações, além, é evidente das de ordem patrimonial. No uniforme do clube, entretanto, a mudança foi significativa, fazendo do Botafogo de antes de 1942 (ano da fusão) uma equipe com uma camisa estranha, tão estranha que os mais fanáticos torcedores não seriam capazes, hoje em dia, de nela reconhecer a camisa do clube de sua preferência. Por mais no fundo do poço em que esteja, o Botafogo sem a estrela solitária não é Botafogo.Os primeiros passos para a união dos dois clubes foram dados em outubro de 1931, com uma consulta do pessoal do futebol a Antonio de Oliveira Castro, uma das glórias do regatas. Castro foi reticente. Para ele o momento não era oportuno porque o Clube de Regatas Botafogo estaria infiltrado de elementos tricolores, que não tinham onde praticar o remo. Onze anos depois, com as negociações sendo levadas com muito cuidado, em função da já conhecida infiltração tricolor, houve um imprevisto que acelerou os esforços para a fusão. Durante uma partida de basquetebol, no Mourisco, entre o regatas e o futebol, o jogador Antonio Albano, do Botafogo Futebol Clube, morreu de infarte em plena quadra, quando o marcador era de 23 a 21 para sua equipe. A morte de Albano precipitou os acontecimentos, pois os dirigentes dos dois clubes, emocionados, se uniram nas homenagens ao atleta morto. O resultado é que a 8 de dezembro de 1942, na sede de General Severiano, os dois Botafogo se uniram. E o futebol acabou ganhando, pois herdou do regatas a estrela solitária que persiste até hoje.

(Roberto Porto – A historia da foto)Tribuna da Imprensa

17.1.07

Galeria de Arte




Siron Franco:

Pintor, desenhista e escultor, Siron Franco nasceu em Goiás Velho, GO, em 1947. Passou sua infância e adolescência em Goiânia, tendo sua primeira orientação de pintura com D.J. Oliveira e Cleber Gouveia. Começou a ganhar a vida fazendo e vendendo retratos. A partir de 1965, decidiu concentrar-se no desenho, seguindo os esboços grotescos e irreais que tinha em mente. Entre 1969 e 1971 residiu em São Paulo, freqüentando os ateliês de Bernardo Cid e Walter Levi, em São Paulo e integrando o grupo que fez a exposição Surrealismo e Arte Fantástica, na Galeria Seta.Após ganhar o prêmio Viagem ao Exterior no Salão de Arte Moderna em 1975, viajou pela Europa entre 1976 e 78. Dono de uma técnica impecável dá uma atmosfera dramática a seus quadros com a utilização de tons escuros, cinza e marron. Com mais de 3.000 peças criadas, além de instalações e interferências, teve sua obra representada em mais de uma centena de coletivas em todo o mundo, incluindo os mais importantes salões e bienais.

Cinema


A Montanha dos Sete Abutres

Sinopse

Albuquerque, Novo México. O repórter veterano Charles Tatum (Kirk Douglas) foi despedido de 11 jornais, por 11 razões diversas. Ele está sem dinheiro, então pede a Jacob Q. Boot (Porter Hall), o dono do jornal local, que lhe dê um emprego e consegue. Seu plano era trabalhar ali no máximo dois meses, mas após um ano não surgiu nenhuma boa oportunidade nem aconteceu nada bem interessante que rendesse uma boa matéria. Tatum sente-se totalmente entediado e sem motivação, então recebe ordem para cobrir uma corrida de cascavéis. Aparentemente seria outra matéria sem o menor atrativo, mas ruma para o local acompanhado por Herbie Cook (Robert Arthur), um misto de auxiliar, motorista e fotógrafo. No meio do caminho param para abastecer o carro e Tatum acaba descobrindo que Leo Minosa (Richard Benedict) ficou preso em uma mina quando procurava por "relíquias indígenas". Tatum sente que esta reportagem pode ser a chance que ele esperava, mas para isto precisa ter controle da situação. Ele transforma o resgate de Leo em um assunto nacional, atraindo milhares de curiosos, cinegrafistas de noticiários e comentaristas de rádio, além de forçar Lorraine (Jan Sterling), a mulher de Leo, a se fazer passar como uma esposa arrasada. Na verdade ela ia abandonar Leo neste trágico momento, mas Tatum a fez ver que ela iria ganhar um bom dinheiro na sua lanchonete quando as pessoas chegassem para ver o acontecia. Para prolongar o circo Tatum reduz deliberadamente a velocidade do resgate de Leo, pois o ideal é que ele que preso por seis dias e não apenas por algumas horas.

15.1.07

Livros sobre música II


Nada Sera Como Antes - MBP Anos 70 - 30 Anos Depois

Depois de trabalhar durante toda a decada de 1970 como reporter de musica, em jornais e revistas, Ana Maria percebeu que tinha em maos uma parte da historia desta geracao que parecia nao ter acontecido.

Livros sobre música


Do maxixe ao funk, das músicas sobre fossa e amores mal resolvidos aos temas eróticos dos anos 80, de tabus como a virgindade às canções com temática gay. HISTÓRIA SEXUAL DA MPB, do jornalista Rodrigo Faour, é um livro expressivo, que relata a evolução comportamental do brasileiro nos temas de amor e sexo, no decorrer dos últimos dois séculos. Participe dessa festa da MPB!

12.1.07

Galeria de Arte




Claúdio Tozzi

Artista plástico paulistano Claudio Tozzi, 57 anos, construiu uma carreira exuberante. Das telas políticas dos anos 60, inspiradas em fotos de jornais, a exemplo de Estudante sendo preso (1968), passando pela ironia do figurativismo de Signo (2000), no qual ele trabalha a forma do parafuso para questionar o impasse da arte contemporânea, Tozzi sempre apostou na experimentação e na busca de novas linguagens.

7.1.07

Kambô - Vacina do Sapo

O sapo verde – phyllomedusa bicolor é a maior espécie do gênero da família Hylidae, que ocorre na Amazônia . Podendo ser encontrado em quase todos países amazônicos, como as Guianas, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia e Brasil. Principalmente no período das chuvas, sob árvores próximas aos igarapés. Onde coaxam por toda noite, anunciando chuva no dia seguinte.
Mas, é na madrugada, que são "colhidos" a fim de retirarem sua secreção cutânea, para fazer a “vacina do sapo”.

Tomar a vacina do sapo é uma prática antiga com fins medicinais, muito difundida entre os povos indígenas do Brasil e do Peru. A finalidade mais procurada é “tirar a panema”, ou seja, afastar a má sorte na caça e com as mulheres.
A vacina do sapo é considerada um remédio para muitos males pelas populações tradicionais do vale do Juruá, curando desde amarelão até dores em geral. Hoje, a vacina do sapo é utilizada também por seringueiros e vem sendo aplicada por alguns curandeiros nas cidades de Cruzeiro do Sul/AC e Rio Branco/AC.O efeito da vacina do sapo é curto, porém muito forte: "uma forte onda de calor, que sobe pelo corpo até a cabeça. A dilatação dos vasos sanguíneos parece provocar uma circulação mais veloz do sangue, deixando o rosto vermelho e, seguida fica pálido, a pressão baixa, podendo provocar náuseas, vomito e/ou diarréia. Durando cerca de 15 minutos. Sensação desagradável, que aos poucos retorna a normalidade, e a pessoa se sente mais leve, como se tivesse feito uma boa limpeza, causando uma maior disposição".
Pesquisa internacionalPesquisas científicas vem sendo realizadas sobre as propriedades da secreção de phyllomedusa bicolor desde a década de 80 ou antes. O primeiro a “descobrir” as propriedades da secreção para a ciência moderna, foi um grupo de pesquisadores italianos. Amostras das rãs foram levadas do Peru para um pesquisador nos EUA. (Pesquisador que já tinha pesquisado e patenteado anteriormente substancias da rã Epipedobates tricolor, utilizada tradicionalmente pelos povos indígenas do Equador). Também foram publicadas pesquisas sobre as propriedades da secreção por pesquisadores franceses e israelitas. Mais recente, a Universidade de Kentucky (EUA) está pesquisando (e patenteando) uma das substâncias encontradas na secreção do sapo em colaboração com a empresa farmacêutica Zymogenetics.

Resultados surpreendentesAs pesquisas revelaram que a secreção do phyllomedusa bicolor contém uma série de substâncias altamente eficazes, sendo as principais a dermorfina e a deltorfina, pertencentes ao grupo dos peptídeos. Estes dois peptídeos eram desconhecidos antes das pesquisas com o phyllomedusa bicolor. Dermorfina é um potente analgésico e deltorfina pode ser aplicada no tratamento da Ischemia. (um tipo de falta de circulação sanguínea e falta de oxigênio, que pode causar derrames). As substâncias da secreção do sapo também possuem propriedades antibióticas e de fortalecimento do sistema imunológico e ainda revelaram grande poder no tratamento do mal de Parkinson, Aids, câncer, depressão e outras doenças. Deltorfina e Dermorfina hoje estão sendo produzidos de forma sintética e os laboratórios podem adquirir-las através de compra on-line. (
Clique aqui para um site de venda).

24.12.06

FELIZ NATAL!!!

Estilo de Vida

COMUNIDADE VIRTUAL

Second Life (www.secondlife.com) - comunidade virtual 3D construída pelos seus residentes.
O internauta entra no site, faz o download de um software e cria seu avatar - um personagem parecido com um boneco, controlável pelo mouse e teclado - que vai representá-lo no mundo digital.


COMO VIRAR UM RESIDENTE DE SECOND LIFE

O primeiro passo é fazer o download do programa (para Windows tem 25 MB) no endereço
http://secondlife.com/community/downloads.php. Quando o programa for instalado ele vai pedir que os usuários preencham alguns dados pessoais como data de nascimento e o país onde mora, além de escolher um “nome de guerra” e um complemento que o próprio programa oferece.
Uma vez finalizada a inscrição é só rodar o programa e entrar no jogo. Para rodá-lo é preciso ter obrigatoriamente uma conexão de internet banda larga e um computador com 512 MB de memória RAM e no mínimo um processador de 1GHz.

NOVAS ENCICLOPÉDIAS VIRTUAIS

O sucesso da enciclopédia virtual Wikipedia, que permite a qualquer internauta introduzir ou modificar artigos, está ameaçado pela aparição de novas iniciativas como a Citizendium e a Scholarpedia, que pretendem oferecer informação com mais confiabilidade e seriedade.

18.12.06

Siga Brasil

Um grupo de servidores do Senado Federal desenvolveu um sistema chamado Siga Brasil, que possibilita a qualquer pessoa acessar à internet e saber por onde anda o dinheiro que os contribuintes põem nos cofres do governo.

As informações são liberadas para todos. Para dados mais aprofundados, basta fazer cadastro prévio. O serviço está à disposição no site
www.senado.gov.br/siga.

Livro virtual

O site Mojo Books (www.mojobooks.com.br), da revista Speculum, tem livros de graça para baixar.

10.12.06

Curiosidades


SUCURI

A sucuri tem um corpo verde-escuro, com manchas ovais pretas. Olhos e narinas estão no alto da cabeça, para que possa ver e respirar enquanto nada. O comprimento médio é de cinco metros; a da foto tem cerca de seis metros. A maior sucuri cujo comprimento foi comprovado sem dar margem a dúvidas (por uma pele no Museu de Londres) tinha 8,80 m, mas o Marechal Cândido Rondon afirmou ter medido uma sucuri de 11,60 m.
Suas presas habituais incluem peixes, sapos, tartarugas, lagartos, serpentes, jacarés, aves, cutias, pacas, capivaras, queixadas, caititus, antas, veados e macacos. Ocasionalmente invade fazendas e até cidades para predar galinhas e outros animais domésticos. As maiores são capazes de engolir um bezerro (mas não um boi adulto). Como regra geral, uma sucuri ataca qualquer animal que tenha peso igual ou menor que o seu próprio. Isso inclui seres humanos, se a pessoa estiver dentro ou próximo ao ambiente aquático (rio ou lagoa) e houver uma sucuri de grande tamanho que esteja sem se alimentar.
Também podem morder instintivamente, por defesa, qualquer pessoa que se aproxime, quando não podem fugir nadando. A mordida não é venenosa, mas pode deixar dentes presos na carne e causar infecção. Como a maioria das serpentes, possui alguma percepção do infravermelho, que permite perceber a presença de objetos quentes no escuro ou através de folhas.
A sucuri é uma caçadora noturna e solitária e passa a maior parte do seu tempo na água, onde atinge velocidades bem maiores que em terra. Submersa, aguarda a presa pacientemente, mantendo apenas o focinho acima da superfície. Quando um animal passa por perto ou se detêm para beber, ela o agarra com uma mordida e se enrola em torno de seu corpo, apertando-o até que sufoque ou se afogue. Em terra, pode esperar pendurada em árvores, agarrar a presa de cima e enrolar-se em torno dela. A vítima dificilmente é esmagada: a sucuri apenas a comprime com força suficiente para impedi-la de respirar. As maiores podem matar um cavalo. Como a digestão é muito lenta, depois de uma refeição a sucuri passa muito tempo simplesmente descansando ao sol. Se necessário, pode sobreviver mais de um ano sem se alimentar.
A fêmea libera um feromônio que atrai os machos e copula com cinco a doze deles. Durante o ato, os animais permanecem enrolados numa enorme bola de serpentes. As sucuris são ovovivíparas, ou seja, chocam os ovos dentro do próprio corpo. Após um período de seis meses a sucuri dá à luz de 20 a 40 filhotes que nascem com cerca de 70-80cm e totalmente auto-suficientes. Atingem a maturidade em seis anos e podem viver (e crescer) até os 30 anos, mas a maioria provavelmente não vive além dos 10.
Em termos de jogo, o ataque de uma sucuri começa por uma Mordida para agarrar a vítima, seguida pelo enroscamento. Se em seguida a sucuri perder uma disputa de Forças com a vítima, esta se liberta. Se empatar, a luta continua. Se vencer a disputa por uma margem de um grau, esta pára de respirar, mas pode fazer novas tentativas a cada segundo enquanto não perder a consciência. Se a sucuri vencer por dez graus ou mais, quebrará os ossos da vítima, provocando dano de +2 a cada segundo. Se a vítima morrer – normalmente por sufocação –, a sucuri o engolirá inteiro.
Uma pessoa que perca todas as disputa de Forças normalmente perderá a consciência em trinta segundos (sessenta se não tentar lutar), tempo que pode ser aumentado em função de sua Saúde e sua Habilidade Respirar, se a tiver. Morrerá em mais quatro minutos (prolongáveis apenas em função da Saúde), mas se for libertada a tempo, recuperará rapidamente a consciência.
Se a pessoa não consegue libertar-se, seus companheiros podem ajudar. Um adulto normalmente consegue libertar-se de uma sucuri (ou cobra semelhante) de até quatro metros de comprimento. Dois adultos conseguem sobrepujar uma sucuri de cinco ou seis metros. São precisos três para dar conta de uma sucuri de sete metros, quatro para uma de oito ou nove metros, cinco para uma de dez metros, seis para uma de onze metros e sete para uma de doze metros. Se a sucuri for morta, perder a consciência ou for seriamente ferida (dano de grau 2 ou superior), também libertará a vítima.


RESUMO

Nomes alternativos: sucuriju, sucurijuba, boiçu (português e tupi), anaconda (francês, espanhol, holandês e inglês), amaru (quéchua), water boa (inglês).
Comprimento: comprovadamente, até 9 metros, mas geralmente entre 4 e 6 metros.
Massa: até 250 kg, mas geralmente de 30 a 90 kg.
Hábitat: Lagos e rios caudalosos e tranqüilos da América do Sul tropical e cavernas e florestas tropicais perto de suas margens.
Combate: Morder; Sufocar.

Fórmula Truck



O paulista Renato Martins conquistou neste domingo (10 de dezembro) o bicampeonato de Fórmula Truck, em corrida disputada no autódromo Internacional de Brasília, em corrida vencida pelo piloto da casa, Geraldo Piquet.




Resultado da corrida

1º Geraldo Piquet
2º Roberval Andrade
3º Pedro Muffato
4º Beto Monteiro
5º Beto Napolitano
6º Renato Martins
7º Débora Rodrigues
9º José Cangueiro
10º José Maria Reis
11º Mad Macarrão
12º Diumar Bueno
13º João Maistro
14º Vignaldo Fizio
15º Luiz Carlos Zappelini
16º Urubatan Helou JR
17º José Maria Reis