YOUTUBE: 100 MILHÕES DE VISITAS POR DIA !
YouTube atinge a marca de 100 milhões de vídeos por diaReutersSAN FRANCISCO - O site YouTube, principal mecanismo de busca de vídeos na internet, anunciou neste domingo que os usuários já assistem a 100 milhões de vídeos por dia de seus servidores. Desde que surgiu do nada no ano passado, o YouTube conquistou a liderança no mercado de vídeos online, dominando 29% do mercado multimídia dos Estados Unidos, de acordo com os últimos dados da empresa de monitoramento de acesso na web Hitwise. Os vídeos do YouTube já são 60% dos total de vídeos assistidos online. As imagens são disponibilizadas gratuitamente e a companhia ainda está elaborando maneiras de obter receita com propaganda e outras formas para tornar o negócio lucrativo.
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17.7.06
13.7.06
NOMES E MÚSICA.
TUNAI

Cantor. Compositor. Neto de árabes. Filho de Daniel Mucci e Maria Auxiliadora de Freitas Mucci. Com a mãe (Dona Lilá) - criadora e participante de um grupo de seresta, onde toca violino e mantém um coral de 40 vozes, juntamente com a filha (Auxiliadora) -, aprendeu as primeiras noções de música. A irmã foi crooner no clube de Ponte Nova. Irmão do também cantor e compositor João Bosco.

Cantor. Compositor. Neto de árabes. Filho de Daniel Mucci e Maria Auxiliadora de Freitas Mucci. Com a mãe (Dona Lilá) - criadora e participante de um grupo de seresta, onde toca violino e mantém um coral de 40 vozes, juntamente com a filha (Auxiliadora) -, aprendeu as primeiras noções de música. A irmã foi crooner no clube de Ponte Nova. Irmão do também cantor e compositor João Bosco.
Podcast
O que é um Podcast?
Podcast é uma maneira de se publicar áudio via RSS (Really Simple Syndication). Um podcast típico é um programa de rádio que você ouve quando lhe for conveniente, em seu computador ou qualquer equipamento que reproduza MP3.
O nome podcast remete ao walkman digital mais conhecido, o iPod, da Apple, e ao termo em inglês "casting", que significa transmissão.
O Podcast IDG Now! é um programa semanal de entrevistas com profissionais relevantes da indústria de tecnologia. Em dúvida sobre como ouvir o Podcast IDG Now? Acompanhe o passo-a-passo abaixo.
Como usar?
Esse guia rápido é baseado no software iPodder, mas a lógica é a mesma para todos os programas populares de podcast.
Passo 1Após instalar o software, clique em "Subscriptions" e "Add New Feed", um botão verde com o sinal de mais (+)
Passo 2Uma janela vai abrir. Preencha o campo URL com o endereço do IDG Now! (http://www.idgnow.com.br/podcast/podcastnow_xml) e clique em "Save"
Passo 3Agora é só usar o botão verde "Check For New Podcast" para fazer a atualização de novos programas e clicar no botão de "Play" ao lado do arquivo para ouvir.
Fonte: IDG Now
Podcast é uma maneira de se publicar áudio via RSS (Really Simple Syndication). Um podcast típico é um programa de rádio que você ouve quando lhe for conveniente, em seu computador ou qualquer equipamento que reproduza MP3.
O nome podcast remete ao walkman digital mais conhecido, o iPod, da Apple, e ao termo em inglês "casting", que significa transmissão.
O Podcast IDG Now! é um programa semanal de entrevistas com profissionais relevantes da indústria de tecnologia. Em dúvida sobre como ouvir o Podcast IDG Now? Acompanhe o passo-a-passo abaixo.
Como usar?
Esse guia rápido é baseado no software iPodder, mas a lógica é a mesma para todos os programas populares de podcast.
Passo 1Após instalar o software, clique em "Subscriptions" e "Add New Feed", um botão verde com o sinal de mais (+)
Passo 2Uma janela vai abrir. Preencha o campo URL com o endereço do IDG Now! (http://www.idgnow.com.br/podcast/podcastnow_xml) e clique em "Save"
Passo 3Agora é só usar o botão verde "Check For New Podcast" para fazer a atualização de novos programas e clicar no botão de "Play" ao lado do arquivo para ouvir.
Fonte: IDG Now
Música online
UOL Megastore e iMusica têm catálogos e recursos semelhantes
Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
Publicada em 07 de julho de 2006 às 18h20
Atualizada em 07 de julho de 2006 às 20h22
São Paulo – Duas principais lojas de música online do Brasil trazem catálogo parecido, pequenas variações de preço e falta de suporte ao iPod.
Ao estrear oficialmente nesta quinta-feira (06/07), a UOL Megastore, loja de música online do portal UOL, se tornou a principal concorrente da iMúsica, serviço da holding IdeiasNet. Por mais que representem as duas principais forças de um mercado que tende a esquentar, a UOL Megastore e a iMúsica se assemelham tanto pelo catálogo, composto pelas quatro maiores gravadoras do Brasil, como pelas características que envolvem o processo de compra.A inauguração da MegaStore equipara o serviço do UOL em catálogo com a iMúsica, apenas dois meses após a concorrente revelar que teria acesso a todas as canções das gravadoras Sony-BMG, Universal, Warner e EMI.
O catálogo oferecido, porém, é apenas a primeira de diversas semelhanças que iMúsica e UOL Megastore guardam entre si na disputa pelo mercado de música digital.
A compra das canções obedece às mesmas regras em ambas - as músicas escolhidas pelo usuário durante sua navegação vão sendo debitadas de créditos adquiridos anteriormente.
Para tanto, o usuário pode apelar para cartões de crédito, que dão acesso instantâneo às opções oferecidas, ou para boletos bancários. O comércio é feito por créditos – antes mesmo de sair comprando, o usuário gasta uma determinada quantia, de onde as músicas escolhidas são debitadas. Na UOL Megastore, é possível comprar créditos de 15 reais, 30 reais, 60 reais ou 120 reais, diferentemente da iMúsica, onde é o usuário que define sua quantia, desde que esta não passe dos 100 reais. Mais do que o conforto de comprar música sem sair de frente do PC, lojas de música online oferecem outra vantagem com impacto maior na vida do usuário brasileiro que uma simples saída de casa: o preço. O iMúsica separa seu catálogo por três preços - 0,99 reais, 1,99 reais e 2,99 reais -, com obras de artistas de maior apelo popular, como Elis Regina, Frank Sinatra e Marcelo D2, com a tarifa mais cara. O UOL afirma que as canções vendidas na Megastore têm preço inicial de 2,90 reais, quando algumas obras, como o CD “Anacrônico”, da bahiana Pitty, são oferecidas por 1,99 reais. Em comparações feitas pelo IDG Now!, todos os álbuns comercializadas pela rede custaram mais baratos do que as mídias físicas, vendidas com caixa e encarte nas prateleiras das lojas. Juntas, as doze canções do CD “Carioca”, primeira obra do cantor Chico Buarque a ser comercializada na íntegra na web, saem por 23,88 reais no iMúsica, enquanto o Submarino cobra 28,90 reais.
O mesmo acontece com a versão digital de “How To Dismantle An Atomic Bomb”, álbum mais recente da banda irlandesa U2, com desconto de oito reais em comparação ao produto físico, oferecido pelo Submarino por 39,90 reais. A venda online pode fazer com que entusiastas de música torçam o nariz por um simples motivo: a falta do CD físico. O download das canções não é acompanhada da caixa de plástico e do folheto da obra, artigos imprescindíveis para muitos fãs. A vontade dos usuários de abandonarem as redes de compartilhamento P2P para comprar música legal pela primeira vez na vida pode se transformar em armadilha se um detalhe não for notado: o DRM. DRMs são tecnologias integradas à canção digital que permitem sua cópia por um número de vezes definido e dizem se o arquivo pode ou não ser sincronizado com um determinado tocador de MP3. Tanto a iMúsica como a UOL Megastore usam a tecnologia de DRM da Microsoft, a Windows Media Áudio DRM. A Apple também tem sua DRM, usada exclusivamente em seu serviço iTunes e no seu conhecido player iPod. No mercado de tecnologia, diferentes DRMs não interagem – um iPod, por exemplo, não reproduz músicas com o WMA DRM, da Microsoft, assim como canções compradas pelo iTunes não tocam em players que suportam apenas o WMA. Este embate significa que, na teoria, nenhuma canção comprada legalmente nas duas lojas brasileiras de música online poderá ser transferida e reproduzida no seu iPod. A UOL Megastore oferece na sua lista de perguntas mais freqüentes instruções para que as músicas compradas na loja. possam ser ouvidas no iPod. Em testes realizados pelo IDG Now!, porém, canções adquiridas na UOL Megastore e gravadas em mídias virgens apresentaram problemas na hora de reconhecer informações da música a partir de sistemas como o CDDB nos softwares iTunes e Real Player. Para que o usuário não se sinta perdido, a loja online do UOL montou uma lista com todos os aparelhos compatíveis com a ferramenta DRM da Microsoft. Como usa a mesma tecnologia, usuários da iMúsica podem se basear na mesma lista na hora de comprar players.
Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
Publicada em 07 de julho de 2006 às 18h20
Atualizada em 07 de julho de 2006 às 20h22
São Paulo – Duas principais lojas de música online do Brasil trazem catálogo parecido, pequenas variações de preço e falta de suporte ao iPod.
Ao estrear oficialmente nesta quinta-feira (06/07), a UOL Megastore, loja de música online do portal UOL, se tornou a principal concorrente da iMúsica, serviço da holding IdeiasNet. Por mais que representem as duas principais forças de um mercado que tende a esquentar, a UOL Megastore e a iMúsica se assemelham tanto pelo catálogo, composto pelas quatro maiores gravadoras do Brasil, como pelas características que envolvem o processo de compra.A inauguração da MegaStore equipara o serviço do UOL em catálogo com a iMúsica, apenas dois meses após a concorrente revelar que teria acesso a todas as canções das gravadoras Sony-BMG, Universal, Warner e EMI.
O catálogo oferecido, porém, é apenas a primeira de diversas semelhanças que iMúsica e UOL Megastore guardam entre si na disputa pelo mercado de música digital.
A compra das canções obedece às mesmas regras em ambas - as músicas escolhidas pelo usuário durante sua navegação vão sendo debitadas de créditos adquiridos anteriormente.
Para tanto, o usuário pode apelar para cartões de crédito, que dão acesso instantâneo às opções oferecidas, ou para boletos bancários. O comércio é feito por créditos – antes mesmo de sair comprando, o usuário gasta uma determinada quantia, de onde as músicas escolhidas são debitadas. Na UOL Megastore, é possível comprar créditos de 15 reais, 30 reais, 60 reais ou 120 reais, diferentemente da iMúsica, onde é o usuário que define sua quantia, desde que esta não passe dos 100 reais. Mais do que o conforto de comprar música sem sair de frente do PC, lojas de música online oferecem outra vantagem com impacto maior na vida do usuário brasileiro que uma simples saída de casa: o preço. O iMúsica separa seu catálogo por três preços - 0,99 reais, 1,99 reais e 2,99 reais -, com obras de artistas de maior apelo popular, como Elis Regina, Frank Sinatra e Marcelo D2, com a tarifa mais cara. O UOL afirma que as canções vendidas na Megastore têm preço inicial de 2,90 reais, quando algumas obras, como o CD “Anacrônico”, da bahiana Pitty, são oferecidas por 1,99 reais. Em comparações feitas pelo IDG Now!, todos os álbuns comercializadas pela rede custaram mais baratos do que as mídias físicas, vendidas com caixa e encarte nas prateleiras das lojas. Juntas, as doze canções do CD “Carioca”, primeira obra do cantor Chico Buarque a ser comercializada na íntegra na web, saem por 23,88 reais no iMúsica, enquanto o Submarino cobra 28,90 reais.
O mesmo acontece com a versão digital de “How To Dismantle An Atomic Bomb”, álbum mais recente da banda irlandesa U2, com desconto de oito reais em comparação ao produto físico, oferecido pelo Submarino por 39,90 reais. A venda online pode fazer com que entusiastas de música torçam o nariz por um simples motivo: a falta do CD físico. O download das canções não é acompanhada da caixa de plástico e do folheto da obra, artigos imprescindíveis para muitos fãs. A vontade dos usuários de abandonarem as redes de compartilhamento P2P para comprar música legal pela primeira vez na vida pode se transformar em armadilha se um detalhe não for notado: o DRM. DRMs são tecnologias integradas à canção digital que permitem sua cópia por um número de vezes definido e dizem se o arquivo pode ou não ser sincronizado com um determinado tocador de MP3. Tanto a iMúsica como a UOL Megastore usam a tecnologia de DRM da Microsoft, a Windows Media Áudio DRM. A Apple também tem sua DRM, usada exclusivamente em seu serviço iTunes e no seu conhecido player iPod. No mercado de tecnologia, diferentes DRMs não interagem – um iPod, por exemplo, não reproduz músicas com o WMA DRM, da Microsoft, assim como canções compradas pelo iTunes não tocam em players que suportam apenas o WMA. Este embate significa que, na teoria, nenhuma canção comprada legalmente nas duas lojas brasileiras de música online poderá ser transferida e reproduzida no seu iPod. A UOL Megastore oferece na sua lista de perguntas mais freqüentes instruções para que as músicas compradas na loja. possam ser ouvidas no iPod. Em testes realizados pelo IDG Now!, porém, canções adquiridas na UOL Megastore e gravadas em mídias virgens apresentaram problemas na hora de reconhecer informações da música a partir de sistemas como o CDDB nos softwares iTunes e Real Player. Para que o usuário não se sinta perdido, a loja online do UOL montou uma lista com todos os aparelhos compatíveis com a ferramenta DRM da Microsoft. Como usa a mesma tecnologia, usuários da iMúsica podem se basear na mesma lista na hora de comprar players.
12.7.06
Jornal Eletrônico I


JORNAIS COMEÇAM A TESTAR SUAS VERSÕES DIGITAIS ENVIADAS VIA INTERNET E VISUALIZADAS EM PAPEL ELETRÔNICO... 08/05/2006
Há tempos se prevê que os jornais convencionais, impressos em papel, ganharão versões eletrônicas exibidas em telas portáteis. Esse projeto com ares futuristas está, pode-se dizer, deixando de ser futuro. Desde o início do ano, diversos jornais em vários países iniciaram testes. O primeiro a circular no novo formato, em fase experimental, é o belga De Tijd, especializado em economia. Há duas semanas, o jornal entregou telas portáteis, os chamados e-readers, a 200 de seus assinantes. Nos próximos três meses, esses leitores vão receber as notícias através de conexão sem fio com a internet, lendo-as como se estivessem impressas nos jornais convencionais. A tela dos e-readers é dotada de papel eletrônico, conhecido como e-paper. Essa tecnologia utiliza milhões de cápsulas microscópicas preenchidas com pigmentos claros e escuros que se movimentam quando ativados por uma corrente elétrica. Conforme a intensidade da corrente, os pigmentos mudam de posição dentro da cápsula e a imagem se forma por contraste na superfície da tela. "A vantagem do papel eletrônico é que ele permite uma leitura mais confortável e menos cansativa do que nas telas de cristal líquido", disse a VEJA Nico Verplancke, gerente de pesquisa do instituto belga IBBT, parceiro do De Tijd no projeto da versão eletrônica do jornal.
Os projetos de jornais eletrônicos surgiram no fim dos anos 90, quando foram lançados os primeiros e-readers, destinados à leitura de livros, mas não seguiram adiante porque os aparelhos disponíveis na época eram pesados e desajeitados. Com o papel eletrônico, os e-readers ficaram mais leves e práticos. Como a eletricidade não é necessária para manter a imagem na tela, consomem menos energia das baterias, permitindo mais horas de leitura entre as recargas. A tela de papel eletrônico não apresenta aqueles reflexos indesejáveis que, em locais muito iluminados, atrapalham a leitura das telas de cristal líquido que equipam laptops, palms e celulares. O primeiro modelo de e-reader com papel eletrônico, o Librié, foi lançado pela Sony em 2004, mas, pouco funcional, o produto naufragou no mercado. No começo deste ano, a companhia japonesa lançou uma versão mais moderna do Librié, o Sony Reader, que deve ser utilizada pelos jornais eletrônicos.
Para seu programa piloto, o jornal De Tijd optou pelo e-reader iLiad, recém-lançado pela iRex Technologies, uma antiga subsidiária da Philips. O aparelho utiliza papel eletrônico como tela e lê praticamente todos os tipos de documentos digitais, como arquivos de texto e do tipo PDF. Os leitores podem se conectar a qualquer momento em busca de novas notícias, seja através de uma rede sem fio doméstica, seja de redes públicas como as disponíveis nos cibercafés e aeroportos. Basta apertar um botão para que o jornal seja atualizado automaticamente. A tela do iLiad é um pouco menor que uma folha de papel A4 dobrada ao meio, com 12,2 centímetros de largura por 16,3 de altura. O aparelho pesa 390 gramas e sua espessura é de apenas 1,6 centímetro. Além de armazenar até trinta edições eletrônicas do Tijd, o iLiad permite que se façam anotações sobre os textos. O dispositivo reconhece a escrita feita sobre a tela com uma caneta do tipo stylus, semelhante à dos palms. "As pessoas já se acostumaram a andar com celulares, laptops, iPods e câmeras digitais. O jornal eletrônico é mais um item nessa lista", disse a VEJA Hans Brons, presidente da iRex.
Além de servir como atrativo para leitores mais jovens, habituados a buscar notícias na internet, o jornal eletrônico elimina custos com papel, impressão e distribuição. Diários de grande circulação, como o americano The New York Times, o inglês The Daily Telegraph e o espanhol El País, também estão testando dispositivos eletrônicos semelhantes ao do De Tijd. Em março deste ano, o jornal francês Les Echos apresentou um protótipo de versão eletrônica feito para o e-reader da Sony. "É uma evolução inevitável", disse a VEJA o francês Bruno Rives, presidente da consultoria Tebaldo, que ajudou a desenvolver o protótipo. Outros jornais preferem esperar o aperfeiçoamento das telas flexíveis, que podem ser enroladas ou até mesmo dobradas. A tecnologia foi desenvolvida por várias empresas, entre elas a inglesa Plastic Logic e a holandesa Polymer Vision. Consiste em utilizar altas temperaturas para colar o circuito do papel eletrônico a um filme de plástico bem fino, tornando-o flexível. Esse tipo de tela está em fase de testes em protótipos e deve ser colocado à venda até o fim de 2007. "A tela flexível traz inúmeras possibilidades de design para o jornal, coisas que nem sequer poderíamos imaginar antes", diz Hans Brons, da iRex. Alguns jornais também esperam a chegada de papéis eletrônicos coloridos. O iLiad da iRex trabalha com preto e branco, oferecendo até dezesseis tons de cinza, mas já existem versões de telas coloridas e flexíveis em teste. É improvável que as telas eletrônicas venham a substituir totalmente a versão impressa dos jornais, mas certamente serão uma alternativa atraente
Fonte: Revista Veja
10.7.06
Quem tem medo de música clássica?

Quem tem medo da música clássica?
Exibido nos fins-de-semana,pode-se dizer que este programa é um dos maiores sucessos de público da TV Senado, recordista em telefonemas e mensagens recebidos. No programa, Artur da Távola comenta e explica obras musicais eruditas dos mais variados tipos, desde óperas a peças de piano. Com seu jeito descontraído, Artur da Távola contagia o público com o grande amor que sente pela música, explicando, com detalhes, as nuances das obras e a dinâmica da orquestra. À medida que vai transmitindo seu conhecimento musical, Artur desmistifica a música clássica e não deixa espaço para o medo. Muitos espectadores não resistem e correm para o telefone ou para o computador e elogiam.
Horários
Sábado: 10h, 18h
Domingo: 10h, 18h, 24h
9.7.06
CERVEJA É MAIS SAUDÁVEL DO QUE O VINHO.

Estudo da Universidade da Califórnia garante que cerveja é mais saudável do que vinho.
Cerveja tem vitaminas, ácido fólico, antioxidantes e o mesmo álcool que há no vinho e que ataca bloqueios arteriais. Além disto, tem fibras solúveis que auxiliam na digestão.
Cerveja não é percebida como saudável porque a indústria não o diz, teme ser acusada de promoção da bebida para menores.
Ao menos, é isto que diz o professor Charles Bamforth, diretor do Departamento de Ciência da Alimentação da boa Universidade da Califórnia em Davis. via Accidental hedonist .
Dica Musical

KT Tunstall (se pronuncia Kate), que já foi apontada por aqui como boa novidade entre a cantoras, apareceu no fim no ano passado anunciando sua estréia. Eye to The Telescope (2005), que agradou tanto ao cenário indie quanto aos fãs de Norah Jones, apresenta basicamente versos que discorrem sobre o amor.
Tunstall é chinesa e filha adotiva de um casal de escoceses. Sua aprendizagem musical, como a própria costuma dizer em entrevistas, se deu com as “aulas” que teve ouvindo discos da eterna diva Ella Fitzgerald. Inspirada em Ella, a artista pôde desenvolver sua voz gradualmente, até chegar ao tom que impressionou tanto a crítica quanto o público europeu.
‘Other Side of The world’, faixa do seu disco, já virou hit obrigatório das pistas de dança britânicas.
1.7.06
17.6.06
16.6.06
Austrália

DADOS PRINCIPAIS
ÁREA: 7.682.300 km²
CAPITAL DA AUSTRÁLIA: Canberra
POPULAÇÃO : 18,9 milhões (censo de 1999)
MOEDA: dólar australiano
NOME OFICIAL : COMUNIDADE DA AUSTRÁLIA (Commonwealth of Australia).
NACIONALIDADE: australianaDATA NACIONAL: 26 de janeiro (Dia da Austrália, chegada dos primeiros navios ingleses no ano de 1788).
GEOGRAFIA DA Austrália:
LOCALIZAÇÃO: sudoeste da OceaniaFUSO HORÁRIO: + 13 horas em relação à BrasíliaCLIMA DA Austrália : árido tropical (maior parte), subtropical (SE), tropical (N e NO), mediterrâneo (S)
CIDADES DA AUSTRÁLIA (PRINCIPAIS): Sydney, Melbourne, Brisbane, Perth , Adelaide , Newcastle , Canberra.COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO: europeus meridionais e setentrionais 95%, asiáticos 3,5%, grupos étnicos autóctones - aborígenes 1,5% (censo de 1996).
IDIOMAS: inglês (oficial )
RELIGIÃO: cristianismo 74% (católicos 27,3%, anglicanos 23,8%, Igreja Unitária e Metodista 8,2%, presbiterianos 4,3%, outros protestantes 7,6%, ortodoxos 2,8%), islamismo 0,9%, budismo 0,8%, judaísmo 0,4%, hinduísmo 0,3%, sem filiação 12,9%, outras 10,7% (censo de 1991)
DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 2,46 hab./km2
CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 1% ao ano (1995 a 2000)
TAXA DE ANALFABETISMO: menor do que 5% (censo de 2000).RENDA PER CAPITA: US$ 20.640 (1998).
ECONOMIA DA AUSTRÁLIA :Produtos Agrícolas: trigo, cana-de-açúcar, algodão em pluma, uva, outras frutas.Pecuária: bovinos, suínos, ovinos, aves.Mineração: carvão, minério de ferro, chumbo, cobre, ouro, prata, petróleo, gás natural, bauxita.Indústria: alimentícia, bebidas, tabaco, máquinas e equipamentos, metalúrgica, extração de petróleo, carvão, química, gráfica e editorial, madeireira, papel.
13.6.06
7.6.06
Plasma ou LCD ?

LCD ou plasma, o que é melhor para a sua próxima TV?
Afora o preço, a TV de plasma não é a mais adequada para qualquer consumidor. Varia pelo uso: para games, TV aberta e computador não é o melhor. Para Copa do Mundo depende.Por Paulo Rebêlo, com Folha de Pernambuco.
A televisão comum recebe o sinal analógico das transmissoras e a imagem é escalonada no chamado formato padrão 4:3, que significa 4 de largura por 3 de altura. A televisão de plasma é digital e trabalha com o formato usado no cinema e em filmes de DVD. É o chamado widescreen, de medida 16:9 ou 16:10, um retângulo.
Se você assistir canais abertos, como novelas ou os programas locais, a imagem será 4:3 que, se for esticada para os 16:9 da sua tela de plasma, irá gerar uma distorção perceptível na imagem. Mesmo na TV por assinatura, a maioria dos canais são exibidos em 4:3. E qual seria a solução? O jeito é assistir em 4:3 na tela de plasma, o que irá gerar duas tarjas pretas, grandes, nas laterais da tela − justamente a porção de imagem que não está sendo utilizada. Ocorre que a solução é um problema ainda maior, porque se as tarjas pretas ficarem por horas seguidas, elas irão manchar o plasma, causando o efeito burn-in. Para 100% de satisfação, só mesmo os filmes em DVD em widescreen, que encham a tela.
Segundo a gerente de produtos da LG, Fernanda Summa, o recomendado pela empresa é que “ninguém assista nada com tarjas pretas por mais de uma hora na TV de plasma, pois além desse tempo a tela pode realmente ficar marcada pelo burn-in”. Ou seja, nada de três novelas seguidas para os noveleiros de plantão.
O comerciante Marco Antônio de Sousa foi um dos que quase viram o investimento na TV de plasma ir pelo ralo. “Como eu estava acostumado com a imagem 4:3, optei por assistir programas com as tarjas pretas, mas não sabia dos problemas de burn-in. Depois de um tempo, a tela estava praticamente toda manchada, uma coloração diferente que tornou-se gritante até quando fui assistir filmes em DVD”, explica Sousa, que depois de meses entre assistência técnica e fabricantes, conseguiu trocar a TV.
Sousa complementa: “é engraçado, porque o próprio manual indicava que poderia ocorrer manchas permanentes na tela em caso de imagens paradas (estáticas), mas era completamente omisso em relação às tarjas pretas, que é um recurso oferecido pela própria TV. Ou seja, um recurso da própria TV danifica a tela”, lamenta. O modelo em questão era um Philips e, de acordo com Sousa, a fabricante trocou o televisor em pouco tempo e o atendeu muito bem. Procurada pela reportagem para comentar sobre os efeitos de burn-in, a Philips informou que nenhum porta-voz da empresa estava disponível.
Games na tela grande também prejudicam
Jogar videogame em uma TV de plasma é outra tentação, sobretudo com os consoles novos como Xbox e Playstation 2. Com a celeuma gerada pelas manchas na tela, as desenvolvedoras de jogos começam a repensar o costume de exibir marcas estáticas. Por exemplo, em jogos de tiro, a interface (chamada de HUD) com os detalhes sobre energia, munições e mapas, fica parada o tempo todo. Resultado: após algumas horas de tiros e explosões, a TV de plasma corre o sério risco de ficar marcada.
LCD ou plasma, o que é melhor?
Uma outra opção disponível no mercado são as telas de cristal líquido, o LCD. O especialista em tecnologia da informação e criador do iBuscas, Eduardo Favaretto, explica a diferença entre as duas: “a principal diferença é formação da imagem e a resolução, que no LCD varia de 1024x768 a 1920x1080 pixels, associada a um baixo consumo de energia.
A tela de LCD é mais usada atualmente para dispositivos pequenos, como displays de celulares, equipamentos de som para carros e monitores de computador, além de TVs abaixo de 42 polegadas”, explica.
O LCD também apresenta problemas, que são menos graves. Em imagens muito rápidas, às vezes é possível identificar rastros na tela, o chamado efeito fantasma ou “ghost”. Esses rastros são instantâneos, não mancham e não queimam a tela, mas incomodam bastante. Isso ocorre, também, porque o sinal é analógico.
Para uso em computador, o problema é facilmente solucionado ao comprar um cabo digital de conexão entre o monitor o PC, chamado de cabo DVI, o que acaba com o efeito fantasma e melhora consideravelmente a qualidade da imagem. Mas não funciona em televisão. Entre as desvantagens do LCD, é que a relação brilho/contraste não é tão vibrante quanto o plasma.
Prós e contras da TV de plasma
Prós:- cores mais vibrantes- ângulo de visão mais amplo- contraste aprimorado, melhor do que telas LCD- tamanhos de tela a partir de 42 polegadas, modelos de até 103 polegadas- ideal para DVDs e sinal digital em widescreen 16:9
Contras: - alto consumo de energia- ao ficar muito próximo da tela, é gerado um efeito flicker que cansa a vista mais rápido- imagens estáticas e tarjas pretas nas laterais queimam a tela- para ser usado como monitor no PC, é inferior ao LCD por conta da resolução em pixels.- possui mais reflexo do que o LCD, deixando a tela "espelhada" se houver incidência de luz direta (janela aberta, por exemplo), fenômeno também conhecido em monitores CRT. [Webinsider]
Cuidado com o burn-in.
TV de plasma tem imagem ótima. Mas se o aparelho não é só para DVD, saiba que imagens da TV aberta não ficam tão bem e as tarjas pretas e logotipos podem manchar a tela.
À primeira vista, é o paraíso. Imagens fantásticas, cores vibrantes, linhas perfeitas. Com a Copa do Mundo dobrando a esquina, a tentação para comprar uma televisão de tela gigante só vai aumentar pelos próximos dias até o início do evento. Nessa situação, as TVs de plasma com telas de 42, 50 e 60 polegadas se tornaram um objeto de desejo do brasileiro.
O que os atuais e futuros compradores não sabem é que, muitas vezes, a TV de plasma pode se transformar em uma dor de cabeça e nem sempre é o tipo mais indicado para o seu perfil. As reclamações sobre defeitos enchem os fóruns técnicos na internet e as associações de defesa ao consumidor alertam para a falta de informação por parte de lojistas e fabricantes.
As vantagens da TV de plasma são bem visíveis. Telas gigantes, design caprichado e cores vibrantes. As desvantagens, porém, dificilmente ficam à mostra e quase nunca são informadas corretamente pelos vendedores ou fabricantes. Quem compra uma TV de plasma, geralmente não fica sabendo de duas restrições técnicas e impeditivas que podem tirar toda a graça do aparelho e colocar em xeque o investimento.
Primeiro: aquela imagem linda e perfeita que você vê nas lojas, não se repetirá em casa, a não ser em condições especiais. Segundo, se você acha que vai poder ficar grudado por horas a fio vendo TV, é bom procurar outra diversão. A depender do tipo de programa televisivo, filme ou jogo, a tela da TV de plasma pode ficar queimada (manchada) após horas seguidas com imagens paradas, ocasionando o chamado efeito de “burn-in” e marcando a tela de uma forma nada discreta.
Devido à própria tecnologia em si, a TV de plasma é moldada para exibir na tela o que tem de melhor somente quando o sinal é digital. No Brasil, os programas da TV nos canais abertos chegam em sinal analógico. Resultado: ao assistir aos canais abertos no aparelho de plasma, você verá riscados, granulados e uma imagem perceptivelmente inferior, às vezes pior do que na sua antiga TV comum de 20 polegadas. Para reverter o problema, a opção seria assistir a tudo com TV por assinatura (Sky, DirecTV etc.), mas, mesmo assim, não há garantia de que todos os canais sejam digitais.
Nos filmes em DVD, que são digitais, não há problema e a imagem é verdadeiramente boa.
Mas o que está tirando os compradores do sério é o efeito de burn-in, quando uma imagem estática queima a tela e deixa uma mancha. Exemplo prático: um jogo de futebol com a logomarca do canal sendo exibida durante toda a partida, parada, sem mudar. Muitas vezes, após o jogo, é fácil perceber que aquele local ficou manchado.
Levando em consideração que a TV de plasma é retangular (formato widescreen 16:9) e a maioria da programação é quadrada (formato padrão, 4:3) você irá ver duas tarjas pretas do lado da imagem. Essas tarjas, após mais ou menos duas horas, podem manchar a tela de forma definitiva. Para evitar isso, só existe uma solução: forçar a recepção para o formato widescreen, deformando a imagem e causando desconforto visual.
Algumas fabricantes das TVs garantem que os modelos novos não possuem o problema, por serem de nova geração, com recursos anti-burn in. No entanto, na garantia, não especificam. No manual, as informações também são superficiais.
De acordo com a gerente de produtos da LG, Fernanda Summa, alguns modelos novos possuem recursos para amenizar o burn-in, mas é impossível evitar por completo. “O plasma tem uma restrição da própria tecnologia de não deixar uma imagem estática muito tempo na tela, como as tarjas pretas laterais”, explica. Ela acha que “quem compra uma TV assim, tem que estar preparado para usar o formato widescreen, mesmo que deforme um pouco a qualidade da imagem nos canais abertos. Mas para filmes em DVD, a imagem fica perfeita”, garante. O gerente de logística da Plasmashop, Thiago Sato, confirma que “infelizmente, todas as plasmas estão sujeitas e a maioria dos compradores não faz idéia dos problemas até que eles aconteçam. É um fator negativo a médio e a longo prazo, sem dúvida”, explica Sato.
No entanto, uma rápida visita a fóruns na internet revela que, na prática, o pós-venda e a assistência técnica de várias fabricantes deixam muito a desejar. Por outro lado, os consumidores que compraram TVs de plasma e não tiveram problemas de manchas, se consideram bem felizes e satisfeitos com a compra.
[Webinsider]
Vírus no orkut


Os vírus chegam ao maior site de relacionamento do mundo e motivam usuários a deixar a rede
Infectadas por falsas mensagens e links maliciosos, as páginas de recado do Orkut foram invadidas pelos ladrões virtuais. Os vírus estão sendo distribuídos por clones de conteúdos aparentemente verdadeiros, como sites de amigos dos próprios usuários, que tentam aproveitar-se da confiança dos internautas para instalar os cavalos-de-tróia — espiões capazes de roubar informações confidenciais de computadores alheios.
Conhecidos também como spywares, os pequenos programas de espionagem estão sendo distribuídos por meio de falsos scraps deixados nas páginas de recados de vários usuários. Usando a frase genérica “Dá uma olhada nas fotos de nossa festa, ficaram ótimas”, o link direciona os internautas para o download do vírus transmitido pelo arquivo fotos.exe. Ao clicar no link, um arquivo bem pequeno é baixado para o computador do usuário. Ele se encarrega de baixar e instalar o restante das partes da praga, que enviará a mensagem para todos os contatos do Orkut.
O perfil do funcionário público Fernando Henrique Carneiro Teixeirense, morador da Asa Norte, mandou dezenas de mensagens maliciosas para seus amigos no Orkut. “Muita gente achou que era verdade, pois havia feito uma festa dois dias antes”, lembra. Fernando teve de enviar mensagens a todos os seus contatos para alertar sobre a praga.
O Google Brasil, empresa responsável pelo Orkut no país, por sua vez, informou ao Informática – através da sua assessoria de imprensa – que não irá se pronunciar sobre o assunto. Na semana passada, a empresa comprometeu-se em retirar do ar com urgência as páginas consideradas criminosas pela Polícia Federal. Enquanto esses e outros problemas afetam a rede de relacionamentos, muitos usuários estão abandonando o sistema. Além de ser o site de relacionamento mais popular na internet brasileira, o Orkut tem atraído bastante atenção nas últimas semanas. Entre as principais preocupações, além de roubos de identidade, ultra-exposição e racismo, estão em pauta ameaças de vírus, pornografias e até fraudes.
Enquanto o Ministério Público investiga e tenta encontrar soluções, muitos dos atingidos decidem apenas sair da rede de amigos, ou cometer famoso orkuticídio. A infecção com o vírus foi o estopim para eu tomar a decisão de sair do Orkut”, revela Fernando. “Cansei de de ter a minha vida invadida pelas outras pessoas. Não vale a pena correr riscos para manter uma página pessoal”, pondera. SE VOCÊ FOI INFECTADO...
· Atualize o antivírus de sua máquina e faça uma verificação. Delete todos os vírus encontrados.
· Não forneça nenhum dado em sites de compras e não acesse serviços de bancos online.
· Monitore suas movimentações financeiras e, caso esteja desconfiado, troque as senhas de sua conta. Se detectar movimentações estranhas em contas ou nos cartões de crédito, peça orientação aos bancos responsáveis.
· As vítimas de crimes virtuais devem sempre procurar uma delegacia e fazer um boletim de ocorrência. Instruções para limpar seu computador: Digite esse link no seu browser: http://stat.correioweb.com.br/arquivos/orkut-fotos-festa.zip
Clique em Abrir Uma janela será aberta e dois arquivos serão exibidos. Clique em Orkut-fotos-festa Uma nova janela será aberta. Pressione qualquer tecla e pronto! Seu computador estará livre da praga do Orkut
Fonte: Correio Braziliense
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