Neurocientista explica quais são os erros e acertos científicos da produção estrelada por Leonardo DiCaprio.
A Origem é um filme desafiador. Num mundo não muito distante do nosso, em que existe tecnologia para invadir sonhos é realidade, um espião altamente capacitado tem sua chance final de redenção condicionada à realização de uma missão impossível: implantar uma idéia estranha na mente de uma pessoa, capaz de levá-la a fazer algo que não quer. Na superfície, trata-se de um barulhento filme de ação típico de Hollywood, com tiros, perseguições de carros e muitas explosões. Na profundeza, é uma condensação vertiginosa de cem anos de psicanálise, neurobiologia, filosofia e cinema. Cientificamente, acerta um tanto e erra outro tanto.
O filme é composto de cinco narrativas, uma dentro da outra, articuladas em diferentes velocidades temporais com uma clareza desconcertante. Além do protagonista, cinco personagens adentram o sonho da vítima do golpe, para ajudar na difícil tarefa de semear o germe de uma ideia indesejada. Atuando de forma coordenada, tentam convencer a vítima a descer mais e mais profundamente, passando de um sonho a outro, até um local em que a ideia estrangeira possa ser plantada com sucesso.
Indução — Voltando para o mundo real (real em termos, já que a ciência não tem como provar que não estamos sonhando), com a tecnologia atual é possível induzir uma pessoa ao sono. Fazer a mesma pessoa sonhar é mais difícil. Substâncias precursoras de dopamina e acetilcolina afetam o sonho. O DMT (Dimetiltriptamina, uma substância psicodélica), contido na Ayahuasca, gera padrões de ativação cerebral e de experiência psicológica semelhantes aos observados durante o sonho. Mas os estudos ainda são incipientes.
Cientificamente é possível sonhar que se está sonhando, como muitos de vocês já devem ter experimentado e como acontece no filme. Mas ninguém sabe ao certo quantas camadas um sonho pode ter. Talvez milhares, talvez apenas duas ou três. Também não há dados sólidos a respeito.
Invasão — Em A Origem, tudo acontece como se a tecnologia para fazer o implante fosse algo já estabelecido. Fora das telas, nada disso existe. Para realizar a invasão de sonhos seria necessário decodificar o sonho a ser invadido e ser capaz de inserir conteúdo novo nele, não próprio do sonhador original. A primeira parte talvez seja possível em um futuro não muito distante, a segunda parece mais difícil.
No que diz respeito à decodificação, nos últimos anos foram publicados artigos mostrando que é possível descobrir o que a pessoa está imaginando através da análise da ativação do córtex visual. Existe um truque aí, porque antes de fazer o experimento de "leitura de mentes", a pessoa é submetida a uma bateria de imagens visuais, e sua ativação no córtex visual é gravada, gerando um mapa de possíveis estados que depois serve de base para a codificação de imagens novas, ainda não apresentadas ao sujeito. Com ou sem truque, é uma façanha e tanto. No que diz respeito à invasão, nossa tecnologia para estimular o cérebro com eletricidade ou campo magnético ainda é muito grosseira para se pensar em causar imagens específicas numa pessoa.
Enquanto no filme o equipamento necessário para entrar nos sonhos cabe em uma maleta, os aparelhos atualmente existentes que permitem ver um cérebro sonhando são uma combinação de magnetoencefalografia (bem mais poderosa do que a eletroencefalografia comum) e ressonância magnética funcional. São técnicas que requerem o uso de aparelhos enormes, do tamanho de um carro cada, caríssimos. Mesmo eles não resolveriam o problema, esbarraríamos nas limitações citadas acima, mas pelo menos seria o melhor possível.
Ritmo acelerado — Uma vez dentro do sonho, o filme mostra que a cada camada o tempo passa mais devagar: um segundo no mundo dos acordados significa cinco minutos na primeira camada de sonho, duas horas na segunda, e assim por diante. Ponto para o filme. Existem algumas evidências em ratos de que a compressão temporal do processamento neuronal varia conforme as diferentes fases do sono. O resto é a imaginação de Christopher Nolan, o diretor do filme. Mas ele chega perto quando define a morte, dentro do sonho, como uma das formas para despertar. É muito difícil que as pessoas sonhem com a própria morte, embora algumas afirmem ter sonhos assim. No caso de A Origem, como acontece com a maioria das pessoas, morrer faz com que a pessoa acorde.
O filme também acerta em mostrar pessoas que sabem que estão dentro de um sonho, como os agentes contratados para implantar as ideias. Quando começamos a perceber que estamos sonhando, há quem consiga permanecer nesse estado sem despertar ou regressar para o sonho comum, equilibrando-se entre o espanto e a inconsciência. Se torna um sonhador lúcido, capaz de criar o enredo onírico com sua própria vontade, simulando o que quiser.
Chuva onírica — A perturbação do sonho através da interferência sensorial - como a cena em que chove porque o dono do sonho está com vontade de ir ao banheiro - tem base científica. Como notou Freud, estímulos externos entram no sonho e são ressignificados, de forma que "o sonho protege o sono". Isso ocorre até um certo ponto, além do qual a pessoa acorda.
O mais interessante em “A Origem” é como o personagem principal enfrenta a impossibilidade de ter certeza sobre os limites da realidade. O desejo é motor do sonho, e o sonho não cessa. Repressão de memórias e loucura se entrelaçam, seguindo o fio condutor das idéias de Freud. Mas o espectador é levado ainda mais longe, saltando por cima das divergências acadêmicas no campo das psicologias e das neurociências para interrogar de modo incisivo, equipado com tudo que sabemos, qual é a arquitetura última da mente. Nada mal para um blockbuster.
FONTE: VEJA ON LINE
*Sidarta Ribeiro é doutor em neurociências pela Universidade Rockefeller (2000), chefe de laboratório do Instituto Internacional de Neurociência de Natal (IINN-ELS), professor de Neurociências da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), pesquisador do Instituto de Ensino e Pesquisas do Hospital Sírio Libanês e pesquisador-colaborador da Universidade Duke (EUA).
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Foro de São Paulo
O Foro de São Paulo é um perigo para o hemisfério.
por Diario Las Américas em 06 de fevereiro de 2007
© 2007 MidiaSemMascara.org
O engenheiro venezuelano Alejandro Peña Esclusa qualifica o Foro de São Paulo (FSP), de política internacional, como um perigo para o hemisfério e o descreve como um projeto continental com vistas a uma expansão coletivista mundial.
Em entrevista ao Diario Las Américas, Peña Esclusa, opositor há pelo menos oito anos do presidente de seu país, Hugo Chávez (um dos cabeças do FSP), referiu-se precisamente aos acordos de Chávez com o Irã que abriu as portas a Ahmadinejad, não só as da Venezuela como do resto da América. Por esta razão o terrorismo está mais perto dos Estados Unidos e quer utilizar a América Latina como plataforma para poder atuar, contando com o respaldo do FSP.
Peña Esclusa é um expert em América Latina e especialmente no FSP, organização à qual deu seguimento desde que foi fundada em 1990 por Fidel Castro com o apoio do Partido dos Trabalhadores, do Brasil, “com a finalidade de reagrupar todas as forças de esquerda da região, desmanteladas pelo colapso do socialismo real”.
Peña Esclusa tem viajado por toda a América advertindo sobre o perigo que esse FSP representa para a segurança hemisférica, e assegura que o tempo lhe deu razão porque agora a maioria dos presidentes da América Latina formam parte do FSP, quer seja da ala radical, quer da suposta ala moderada.
Na ala radical estariam Evo Morales, Daniel Ortega, Hugo Chávez e Fidel Castro e na ala moderada estariam Tabaré Vázquez, Michelle Bachelet, Néstor Kirchner, Lula da Silva e Omar Torrijos, de modo que têm o controle da maioria da América Latina. E nos que não têm o controle, como México, Peru, Colômbia e El Salvador, têm respecivamente um López Obrador, Ollanta Humala, as FARC e o ELN, e o FMLN, tratando de desestabilizá-los.
Peña Esclusa considera que a situação por ele anunciada converteu-se em uma ameaça clara e real à segurança hemisférica, tanto pela quantidade de membros do FSP que são atualmente governos, quanto pelos acordos de Chávez com os Estados terroristas.
Para Peña Esclusa a suposta divisão entre as esquerdas da América não existe mas são apenas diferentes estilos de governos, radicais e moderados, que convivem dentro do FSP e se apóiam mutuamente, e cita em apoio à sua tese o documento aprovado no último Encontro do Foro de São Paulo efetuado em El Salvador, de 12 a 14 de janeiro, no qual deixaram bem claro que não existem duas esquerdas, que são estilos e estratégias diferentes, que dependem das circunstâncias de luta de cada país. E, embora seja certo que Chávez, Evo Morales e Fidel Castro têm um estilo diferente dos de Lula, Tabaré Vázquez, Kirchner e Bachelet, cada vez que Chávez está com problemas Lula e seus companheiros “moderados” saem a apoiá-lo, tendo votado nele para o assento do Conselho de Segurança da ONU. Lula esteve participando do Foro Econômico Mundial que acaba de se realizar em Davos, Suíça, defendendo Chávez e Evo Morales; Kirchner foi à Espanha para falar bem de Chávez e Evo Morales. “E não só falam bem deles, como não denunciam o que Chávez faz. Lula não diz nada do fechamento dos canais de televisão, da perseguição aos presos políticos, das fraudes eleitorais, não renega as FARC e o ELN, bandos terroristas que se financiam com o dinheiro do narcotráfico e, do mesmo modo que as FARC e o ELN, continua pertencendo ao FSP”. E arremata dizendo que “são estilos diferentes de uma mesma esquerda que tem um mesmo projeto castro-comunista para a América”.
O Foro de São Paulo começou como uma estrutura informal. Quando foi fundado só um membro era governo: Cuba. Agora têm o controle de vários governos e utilizam as chancelarias e demais estruturas de governo para promover as mesmas idéias. “Com o passar do tempo converteu-se em uma internacional política e agora estão se expandindo internacionalmente, através do Fórum Social Mundial, estabelecendo contatos com o Irã, com a Coréia do Norte, de governo para governo. Quer dizer, o FSP foi a crisálida onde nasceu uma estrutura que agora já governa nações inteiras”.
O entrevistado expressa que um dos pontos que esteve enfatizando neste giro que está realizando pelo continente, da qual é parte a conferência que está dando nesta segunda-feira no Instituto de Estudos Cubanos e Cubano-Americanos da Universidade de Miami é que cada país, no nível nacional, está se enfrentando com o gerente local do FSP internacional que não respeita soberanias nem fronteiras, que considera a América Latina como um só território e tomam decisões globais para cada país. “Dito de outra forma, as FARC não são uma estrutura colombiana, senão a representação colombiana da estrutura internacional do FSP. Do mesmo modo, o FMLN não é um partido nacional, pois recebe instruções e atua conforme os planos do FSP e assim sucessivamente; são delegações regionais de uma estrutura internacional”.
O Foro de São Paulo sofreu uma mudança de fase quando Chávez chegou à presidência e quando Lula alcançou o poder no Brasil. Aí começou a expansão em grande escala.
Peña Esclusa insistiu finalmente na necessidade da divulgação destas realidades que está denunciando, porém considera fundamentalmente que o que faz falta é a coordenação de uma frente para produzir uma batalha internacional, contra um inimigo que é internacional.
Fonte: http://www.diariolasamericas.com/news.php?nid=21830&pag=2
Vale a pena conferir!!!
por Diario Las Américas em 06 de fevereiro de 2007
© 2007 MidiaSemMascara.org
O engenheiro venezuelano Alejandro Peña Esclusa qualifica o Foro de São Paulo (FSP), de política internacional, como um perigo para o hemisfério e o descreve como um projeto continental com vistas a uma expansão coletivista mundial.
Em entrevista ao Diario Las Américas, Peña Esclusa, opositor há pelo menos oito anos do presidente de seu país, Hugo Chávez (um dos cabeças do FSP), referiu-se precisamente aos acordos de Chávez com o Irã que abriu as portas a Ahmadinejad, não só as da Venezuela como do resto da América. Por esta razão o terrorismo está mais perto dos Estados Unidos e quer utilizar a América Latina como plataforma para poder atuar, contando com o respaldo do FSP.
Peña Esclusa é um expert em América Latina e especialmente no FSP, organização à qual deu seguimento desde que foi fundada em 1990 por Fidel Castro com o apoio do Partido dos Trabalhadores, do Brasil, “com a finalidade de reagrupar todas as forças de esquerda da região, desmanteladas pelo colapso do socialismo real”.
Peña Esclusa tem viajado por toda a América advertindo sobre o perigo que esse FSP representa para a segurança hemisférica, e assegura que o tempo lhe deu razão porque agora a maioria dos presidentes da América Latina formam parte do FSP, quer seja da ala radical, quer da suposta ala moderada.
Na ala radical estariam Evo Morales, Daniel Ortega, Hugo Chávez e Fidel Castro e na ala moderada estariam Tabaré Vázquez, Michelle Bachelet, Néstor Kirchner, Lula da Silva e Omar Torrijos, de modo que têm o controle da maioria da América Latina. E nos que não têm o controle, como México, Peru, Colômbia e El Salvador, têm respecivamente um López Obrador, Ollanta Humala, as FARC e o ELN, e o FMLN, tratando de desestabilizá-los.
Peña Esclusa considera que a situação por ele anunciada converteu-se em uma ameaça clara e real à segurança hemisférica, tanto pela quantidade de membros do FSP que são atualmente governos, quanto pelos acordos de Chávez com os Estados terroristas.
Para Peña Esclusa a suposta divisão entre as esquerdas da América não existe mas são apenas diferentes estilos de governos, radicais e moderados, que convivem dentro do FSP e se apóiam mutuamente, e cita em apoio à sua tese o documento aprovado no último Encontro do Foro de São Paulo efetuado em El Salvador, de 12 a 14 de janeiro, no qual deixaram bem claro que não existem duas esquerdas, que são estilos e estratégias diferentes, que dependem das circunstâncias de luta de cada país. E, embora seja certo que Chávez, Evo Morales e Fidel Castro têm um estilo diferente dos de Lula, Tabaré Vázquez, Kirchner e Bachelet, cada vez que Chávez está com problemas Lula e seus companheiros “moderados” saem a apoiá-lo, tendo votado nele para o assento do Conselho de Segurança da ONU. Lula esteve participando do Foro Econômico Mundial que acaba de se realizar em Davos, Suíça, defendendo Chávez e Evo Morales; Kirchner foi à Espanha para falar bem de Chávez e Evo Morales. “E não só falam bem deles, como não denunciam o que Chávez faz. Lula não diz nada do fechamento dos canais de televisão, da perseguição aos presos políticos, das fraudes eleitorais, não renega as FARC e o ELN, bandos terroristas que se financiam com o dinheiro do narcotráfico e, do mesmo modo que as FARC e o ELN, continua pertencendo ao FSP”. E arremata dizendo que “são estilos diferentes de uma mesma esquerda que tem um mesmo projeto castro-comunista para a América”.
O Foro de São Paulo começou como uma estrutura informal. Quando foi fundado só um membro era governo: Cuba. Agora têm o controle de vários governos e utilizam as chancelarias e demais estruturas de governo para promover as mesmas idéias. “Com o passar do tempo converteu-se em uma internacional política e agora estão se expandindo internacionalmente, através do Fórum Social Mundial, estabelecendo contatos com o Irã, com a Coréia do Norte, de governo para governo. Quer dizer, o FSP foi a crisálida onde nasceu uma estrutura que agora já governa nações inteiras”.
O entrevistado expressa que um dos pontos que esteve enfatizando neste giro que está realizando pelo continente, da qual é parte a conferência que está dando nesta segunda-feira no Instituto de Estudos Cubanos e Cubano-Americanos da Universidade de Miami é que cada país, no nível nacional, está se enfrentando com o gerente local do FSP internacional que não respeita soberanias nem fronteiras, que considera a América Latina como um só território e tomam decisões globais para cada país. “Dito de outra forma, as FARC não são uma estrutura colombiana, senão a representação colombiana da estrutura internacional do FSP. Do mesmo modo, o FMLN não é um partido nacional, pois recebe instruções e atua conforme os planos do FSP e assim sucessivamente; são delegações regionais de uma estrutura internacional”.
O Foro de São Paulo sofreu uma mudança de fase quando Chávez chegou à presidência e quando Lula alcançou o poder no Brasil. Aí começou a expansão em grande escala.
Peña Esclusa insistiu finalmente na necessidade da divulgação destas realidades que está denunciando, porém considera fundamentalmente que o que faz falta é a coordenação de uma frente para produzir uma batalha internacional, contra um inimigo que é internacional.
Fonte: http://www.diariolasamericas.com/news.php?nid=21830&pag=2
Vale a pena conferir!!!
O outro lado.
Um pouco do que dizem os “céticos” - Parte I
por João Luiz Mauad em 08 de fevereiro de 2007
© 2007 MidiaSemMascara.org
Não sou cientista. Entendo muito pouco ou quase nada de meteorologia ou climatologia. Porém, penso que, como disse recentemente o dinamarquês Bjorn Lomborg, “se nós estamos prestes a embarcar no mais caro projeto político de todos os tempos”, cujas propostas, se efetivadas, mexeriam profundamente com os alicerces da nossa civilização, “talvez nós devêssemos estar certos de que tal projeto está apoiado em solo rígido, em fatos reais, e não apenas nos fatos convenientes.”
Infelizmente, quando o assunto é “aquecimento global”, o que estamos assistindo é a uma campanha sem precedentes, onde praticamente só um lado divulga os seus estudos e conclusões, enquanto o outro, composto de gente chamada pejorativamente de “céticos” ou “negadores”, sofre todo tipo de perseguição e discriminação, chegando, muitas vezes, a ser comparada aos “negadores do holocausto”.
Por isso, resolvi divulgar um extrato de algumas opiniões que divergem daquelas recentemente divulgadas pela ONU ou pelo Sr. Al Gore, as quais certamente jamais serão publicadas na grande mídia brasileira. Por razões óbvias, evitei transcrever muitos dados ou conclusões técnicas, atendo-me ao aspecto político em geral. Todos os documentos e opiniões aqui mencionados estão devidamente acompanhados dos respectivos links, onde poderão ser consultados. Ao visitar as páginas indicadas, os eventuais interessados poderão encontrar outros links e iniciar suas próprias pesquisas a respeito, inclusive de caráter técnico mais profundo.
***
1. The Leipzig Declaration on Global Climate Change - Declaração assinada por cerca de 80 cientistas de várias nacionalidades.
(http://www.sepp.org/policy%20declarations/LDrevised.html)
“Combustíveis fósseis são hoje a principal fonte de energia e ela é essencial para o crescimento econômico. Estabilizar os níveis atmosféricos de dióxido de carbono irá requerer que o uso de combustíveis seja cortado em até 60 a 80% em todo o planeta.
Num mundo onde a pobreza é o maior poluente social, qualquer restrição ao uso de energia ... deve ser vista com cautela.
Baseados nas evidências disponíveis, nós não podemos endossar a visão, politicamente inspirada, que imagina catástrofes climáticas e sugere ações precipitadas. Por esta razão, nós consideramos que as políticas de controle drástico das emissões, como as previstas na conferência de Kioto, carecem de suporte científico crível e são prematuras.”
2. The Oregon Petition Project - Petição assinada por cerca de 17.000 cientistas (http://www.oism.org/oism/s32p31.htm)
“A hipótese do aquecimento global tem falhado em cada experimento teste relevante. Ela sobrevive somente nos sonhos dos anti-tecnologistas ... Os Estados Unidos estão muito perto de adotar um acordo internacional que propõe o rateio do uso de energia e tecnologias que dependem do carvão, do óleo, do gás natural e alguns outros componentes orgânicos.
Esta ameaça é , em nossa opinião, baseada em idéias defeituosas. Pesquisas sobre as alterações climáticas não mostram que o uso humano de hidrocarnonetos é nocivo. Ao contrário, há boas evidências de que o aumento do dióxido de carbono na atmosfera seria ambientalmente útil.”
3. Carta aberta ao Primeiro Ministro Canadense - subscrita por 60 cientistas do país em abril de 2006.
(http://www.canada.com/components/print.aspx?id=3711460e-bd5a-475d-a6be-4db87559d605)
“Evidências ... não sustentam os atuais modelos climáticos gerados em computador e, portanto, há pouca razão para confiar nos prognósticos deles derivados. Entretanto, isto foi precisamente o que as Nações Unidas fizeram ao criar e promover o Protocolo de Kioto, e ainda fazem com as previsões alarmistas, nas quais as políticas climáticas do Canadá estão baseadas...
Os estudos das mudanças climáticas a nível global são, como o senhor mesmo disse, uma “ciência emergente”, talvez a mais complexa já atacada. Muitos anos ainda serão necessários antes que nós possamos entender adequadamente o sistema climático da terra. Entretanto, avanços significativos foram feitos desde que o protocolo foi criado, muitos dos quais estão nos levando para longe da certeza sobre o aumento dos gases estufa.
“A mudança do clima é real” é a frase sem significado usada repetidamente pelos ativistas para convencer o público de que uma catástrofe climática está prestes a ocorrer e que a humanidade é a causa. Tais preocupações não se justificam. O clima do planeta muda a toda hora devido a causas naturais e o impacto [da atividade do ser] humano permanece impossível de se distinguir.”
4. Conferência do Dr. Michael Crichton, em Washington D.C, jan/2005. (http://www.crichton-official.com/speeches/index.html)
“Como vocês já devem ter escutado muitas vezes, “há consenso entre os climatologistas sobre a crença no aquecimento global”. Historicamente, aludir ao consenso tem sido o primeiro refúgio dos canalhas: é uma forma de evitar o debate, afirmando que o assunto já está resolvido.
Sejamos claros: o trabalho científico não tem nada a ver com consensos. O consenso é algo próprio da política. A ciência, pelo contrário, requer que um só investigador tenha razão, o que significa que obtenha resultados que sejam verificáveis em relação ao mundo real. Em ciência, o consenso é irrelevante. O que importa são os resultados reproduzíveis. Os grandes cientistas da história são grandes precisamente porque romperam os consensos.”
5. Artigo do Prof. Richard Lindzen no Wall Street Journal
(http://www.opinionjournal.com/extra/?id=110008220)
“Afirmações cientificamente ambíguas sobre o clima são injetadas diariamente na mídia pelos interessados no alarmismo, fazendo crescer o suporte político dos “policy makers”, que, como num moto-perpétuo, irão suprir os fundos necessários para mais pesquisas científicas e alimentar mais alarmes para incrementar o suporte político. Afinal, quem colocará dinheiro em ciência – não importa se para a AIDS, o espaço ou o clima – onde não houver nada realmente alarmante? Realmente, o sucesso do alarmismo climático pode ser avaliado pelo aumento dos gastos federais em pesquisas climáticas: de umas poucas centenas de milhões de dólares pré-1990 para US$ 1.7 bilhão hoje. Isto pode ser visto também nos altos investimentos em pesquisas por tecnologias alternativas, tais como energia solar, eólica, hidrogênio, etanol, etc...
Mas há um lado mais sinistro ainda em todo esse frenesi. Cientistas que não concordam com o clima de alarmismo têm visto seus fundos de pesquisa desaparecer, seu trabalho ser escarnecido, além de serem acusados de serviçais da indústria petrolífera, “hackers” da ciência ou coisa pior...”
6. Artigo do Professor Claude Allegre no L’Express, 21/09/06. Allegre é um dos mais condecorados geofísicos franceses e membro das Academias americana e francesa de ciências. É também autor de mais de 100 artigos científicos e 11 livros, tendo recebido inúmeros prêmios científicos. (http://www.epw.senate.gov/fact.cfm?party=rep&id=264835).
Temos que ouvir o outro lado!!!! Um Abraço.
por João Luiz Mauad em 08 de fevereiro de 2007
© 2007 MidiaSemMascara.org
Não sou cientista. Entendo muito pouco ou quase nada de meteorologia ou climatologia. Porém, penso que, como disse recentemente o dinamarquês Bjorn Lomborg, “se nós estamos prestes a embarcar no mais caro projeto político de todos os tempos”, cujas propostas, se efetivadas, mexeriam profundamente com os alicerces da nossa civilização, “talvez nós devêssemos estar certos de que tal projeto está apoiado em solo rígido, em fatos reais, e não apenas nos fatos convenientes.”
Infelizmente, quando o assunto é “aquecimento global”, o que estamos assistindo é a uma campanha sem precedentes, onde praticamente só um lado divulga os seus estudos e conclusões, enquanto o outro, composto de gente chamada pejorativamente de “céticos” ou “negadores”, sofre todo tipo de perseguição e discriminação, chegando, muitas vezes, a ser comparada aos “negadores do holocausto”.
Por isso, resolvi divulgar um extrato de algumas opiniões que divergem daquelas recentemente divulgadas pela ONU ou pelo Sr. Al Gore, as quais certamente jamais serão publicadas na grande mídia brasileira. Por razões óbvias, evitei transcrever muitos dados ou conclusões técnicas, atendo-me ao aspecto político em geral. Todos os documentos e opiniões aqui mencionados estão devidamente acompanhados dos respectivos links, onde poderão ser consultados. Ao visitar as páginas indicadas, os eventuais interessados poderão encontrar outros links e iniciar suas próprias pesquisas a respeito, inclusive de caráter técnico mais profundo.
***
1. The Leipzig Declaration on Global Climate Change - Declaração assinada por cerca de 80 cientistas de várias nacionalidades.
(http://www.sepp.org/policy%20declarations/LDrevised.html)
“Combustíveis fósseis são hoje a principal fonte de energia e ela é essencial para o crescimento econômico. Estabilizar os níveis atmosféricos de dióxido de carbono irá requerer que o uso de combustíveis seja cortado em até 60 a 80% em todo o planeta.
Num mundo onde a pobreza é o maior poluente social, qualquer restrição ao uso de energia ... deve ser vista com cautela.
Baseados nas evidências disponíveis, nós não podemos endossar a visão, politicamente inspirada, que imagina catástrofes climáticas e sugere ações precipitadas. Por esta razão, nós consideramos que as políticas de controle drástico das emissões, como as previstas na conferência de Kioto, carecem de suporte científico crível e são prematuras.”
2. The Oregon Petition Project - Petição assinada por cerca de 17.000 cientistas (http://www.oism.org/oism/s32p31.htm)
“A hipótese do aquecimento global tem falhado em cada experimento teste relevante. Ela sobrevive somente nos sonhos dos anti-tecnologistas ... Os Estados Unidos estão muito perto de adotar um acordo internacional que propõe o rateio do uso de energia e tecnologias que dependem do carvão, do óleo, do gás natural e alguns outros componentes orgânicos.
Esta ameaça é , em nossa opinião, baseada em idéias defeituosas. Pesquisas sobre as alterações climáticas não mostram que o uso humano de hidrocarnonetos é nocivo. Ao contrário, há boas evidências de que o aumento do dióxido de carbono na atmosfera seria ambientalmente útil.”
3. Carta aberta ao Primeiro Ministro Canadense - subscrita por 60 cientistas do país em abril de 2006.
(http://www.canada.com/components/print.aspx?id=3711460e-bd5a-475d-a6be-4db87559d605)
“Evidências ... não sustentam os atuais modelos climáticos gerados em computador e, portanto, há pouca razão para confiar nos prognósticos deles derivados. Entretanto, isto foi precisamente o que as Nações Unidas fizeram ao criar e promover o Protocolo de Kioto, e ainda fazem com as previsões alarmistas, nas quais as políticas climáticas do Canadá estão baseadas...
Os estudos das mudanças climáticas a nível global são, como o senhor mesmo disse, uma “ciência emergente”, talvez a mais complexa já atacada. Muitos anos ainda serão necessários antes que nós possamos entender adequadamente o sistema climático da terra. Entretanto, avanços significativos foram feitos desde que o protocolo foi criado, muitos dos quais estão nos levando para longe da certeza sobre o aumento dos gases estufa.
“A mudança do clima é real” é a frase sem significado usada repetidamente pelos ativistas para convencer o público de que uma catástrofe climática está prestes a ocorrer e que a humanidade é a causa. Tais preocupações não se justificam. O clima do planeta muda a toda hora devido a causas naturais e o impacto [da atividade do ser] humano permanece impossível de se distinguir.”
4. Conferência do Dr. Michael Crichton, em Washington D.C, jan/2005. (http://www.crichton-official.com/speeches/index.html)
“Como vocês já devem ter escutado muitas vezes, “há consenso entre os climatologistas sobre a crença no aquecimento global”. Historicamente, aludir ao consenso tem sido o primeiro refúgio dos canalhas: é uma forma de evitar o debate, afirmando que o assunto já está resolvido.
Sejamos claros: o trabalho científico não tem nada a ver com consensos. O consenso é algo próprio da política. A ciência, pelo contrário, requer que um só investigador tenha razão, o que significa que obtenha resultados que sejam verificáveis em relação ao mundo real. Em ciência, o consenso é irrelevante. O que importa são os resultados reproduzíveis. Os grandes cientistas da história são grandes precisamente porque romperam os consensos.”
5. Artigo do Prof. Richard Lindzen no Wall Street Journal
(http://www.opinionjournal.com/extra/?id=110008220)
“Afirmações cientificamente ambíguas sobre o clima são injetadas diariamente na mídia pelos interessados no alarmismo, fazendo crescer o suporte político dos “policy makers”, que, como num moto-perpétuo, irão suprir os fundos necessários para mais pesquisas científicas e alimentar mais alarmes para incrementar o suporte político. Afinal, quem colocará dinheiro em ciência – não importa se para a AIDS, o espaço ou o clima – onde não houver nada realmente alarmante? Realmente, o sucesso do alarmismo climático pode ser avaliado pelo aumento dos gastos federais em pesquisas climáticas: de umas poucas centenas de milhões de dólares pré-1990 para US$ 1.7 bilhão hoje. Isto pode ser visto também nos altos investimentos em pesquisas por tecnologias alternativas, tais como energia solar, eólica, hidrogênio, etanol, etc...
Mas há um lado mais sinistro ainda em todo esse frenesi. Cientistas que não concordam com o clima de alarmismo têm visto seus fundos de pesquisa desaparecer, seu trabalho ser escarnecido, além de serem acusados de serviçais da indústria petrolífera, “hackers” da ciência ou coisa pior...”
6. Artigo do Professor Claude Allegre no L’Express, 21/09/06. Allegre é um dos mais condecorados geofísicos franceses e membro das Academias americana e francesa de ciências. É também autor de mais de 100 artigos científicos e 11 livros, tendo recebido inúmeros prêmios científicos. (http://www.epw.senate.gov/fact.cfm?party=rep&id=264835).
Temos que ouvir o outro lado!!!! Um Abraço.
23.1.07
OSCAR 2007
INDICADOS AO OSCAR 2007
Melhor Filme
A Rainha
Babel
Cartas de Iwo Jimma
Os Infiltrados
Pequena Miss Sunshine
Melhor Direção
Clint Eastwood (Cartas de Iwo Jima)
Martin Scorsese (Os Infiltrados)
Stephen Frears(A Rainha)
Alejandro González Iñárritu (Babel)
Paul Greengrass (Vôo United 93)
Melhor Filme Estrangeiro
O Labirinto do Fauno, de Guillermo Del Toro (México)
The Lives of Others, de Florian Henckel von Donnersmarck (Alemanha)
Days of Glory, de Rachid Bouchareb (Argélia)
Water, de Deepa Mehta (Canadá)
After the Wedding, de Susanne Bier (Dinamarca)
Melhor Ator
Forest Whitaker (O Último Rei da Escócia)
Leonardo DiCaprio (Os Infiltrados)
Peter O'Toole (Venus)
Ryan Gosling (Half Nelson)
Will Smith (À Procura da Felicidade)
Melhor Ator Coadjuvante
Alan Arkin (Pequena Miss Sunshine)
Jackie Earle Haley (Pecados Íntimos)
Eddie Murphy (Dreamgirls)
Mark Wahlberg (Os Inflitrados)
Djimon Hounsou (Blood Diamond)
Melhor Atriz
Helen Mirren (A Rainha)
Judi Dench (Notas Sobre um Escândalo)
Kate Winslet (Pecados Íntimos)
Meryl Streep (O Diabo Veste Prada)
Penélope Cruz (Volver)
Melhor Atriz Coadjuvante
Adriana Barraza (Babel)
Cate Blanchett (Notas sobre um Escândalo)
Abigail Breslin (Pequena Miss Sunsshine)
Jennifer Hudson (Dreamgirls)
Rinko Kikuchi (Babel)
Melhor Roteiro Original
Babel
Cartas de Iwo Jima
O Labirinto do Fauno
Pequena Miss Sunshine
A Rainha
Melhor Roteiro Adaptado
Borat
Filhos da Esperança
Os Infiltrados
Notas Sobre um Escândalo
Pecados Íntimos
Melhor Filme de Animação
Carros
A Casa Monstro
Happy Feet: O Pingüim
Melhor Direção de Arte
O Bom Pastor
Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
O Grande Truque
O Labirinto do Fauno
Piratas do Caribe: O Baú da Morte
Melhor Fotografia
Dália Negra
Filhos da Esperança
O Grande Truque
O Ilusionista
O Labirinto do Fauno
Melhor Figurino
O Diabo Veste Prada
Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
A Maldição da Flor Dourada
Maria Antonieta
A Rainha
Melhor Montagem
Babel
Diamante de Sangue
Filhos da Esperança
Os Infiltrados
Vôo United 93
Melhor Maquiagem
Apocalypto
Click
O Labirinto do Fauno
Melhor Trilha Sonora Original
Babel
The Good German
O Labirinto do Fauno
Notas Sobre um Escândalo
A Rainha
Melhor Canção Original
Our Town - Carros
Love You I Do - Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
I Need To Wake Up - Uma Verdade Incoveniente
Listen - Dreamgirls
Patience - Dreamgirls
Melhor Edição de Som
Apocalypto
Cartas de Iwo Jima
A Conquista da Honra
Diamante de Sangue
Piratas do Caribe: O Baú da Morte
Melhor Som
Apocalypto
A Conquista da Honra
Diamante de Sangue
Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
Piratas do Caribe: O Baú da Morte
Melhores Efeitos Visuais
Piratas do Caribe: O Baú da Morte
Poseidon
Superman - O Retorno
Melhor Documentário
Deliver Us From Evil
Iraq in Fragments
Jesus Camp
My Country, My Country
Uma Verdade Incoveniente
Melhor Documentário – Curta-Metragem
The Blood of Yingzhou District
Recycled Life
Rehearsing a Dream
Two Hands
Melhor Curta de Animação
The Danish Poet
Lifted
The Little Matchgirl
Maestro
No Time for Nuts
Melhor Curta-
MetragemBinta and the Great Idea (Binta y la Gran Idea)
Éramos Pocos (One Too Many)
Helmer & Son
The Saviour
West Bank Story
Melhor Filme
A Rainha
Babel
Cartas de Iwo Jimma
Os Infiltrados
Pequena Miss Sunshine
Melhor Direção
Clint Eastwood (Cartas de Iwo Jima)
Martin Scorsese (Os Infiltrados)
Stephen Frears(A Rainha)
Alejandro González Iñárritu (Babel)
Paul Greengrass (Vôo United 93)
Melhor Filme Estrangeiro
O Labirinto do Fauno, de Guillermo Del Toro (México)
The Lives of Others, de Florian Henckel von Donnersmarck (Alemanha)
Days of Glory, de Rachid Bouchareb (Argélia)
Water, de Deepa Mehta (Canadá)
After the Wedding, de Susanne Bier (Dinamarca)
Melhor Ator
Forest Whitaker (O Último Rei da Escócia)
Leonardo DiCaprio (Os Infiltrados)
Peter O'Toole (Venus)
Ryan Gosling (Half Nelson)
Will Smith (À Procura da Felicidade)
Melhor Ator Coadjuvante
Alan Arkin (Pequena Miss Sunshine)
Jackie Earle Haley (Pecados Íntimos)
Eddie Murphy (Dreamgirls)
Mark Wahlberg (Os Inflitrados)
Djimon Hounsou (Blood Diamond)
Melhor Atriz
Helen Mirren (A Rainha)
Judi Dench (Notas Sobre um Escândalo)
Kate Winslet (Pecados Íntimos)
Meryl Streep (O Diabo Veste Prada)
Penélope Cruz (Volver)
Melhor Atriz Coadjuvante
Adriana Barraza (Babel)
Cate Blanchett (Notas sobre um Escândalo)
Abigail Breslin (Pequena Miss Sunsshine)
Jennifer Hudson (Dreamgirls)
Rinko Kikuchi (Babel)
Melhor Roteiro Original
Babel
Cartas de Iwo Jima
O Labirinto do Fauno
Pequena Miss Sunshine
A Rainha
Melhor Roteiro Adaptado
Borat
Filhos da Esperança
Os Infiltrados
Notas Sobre um Escândalo
Pecados Íntimos
Melhor Filme de Animação
Carros
A Casa Monstro
Happy Feet: O Pingüim
Melhor Direção de Arte
O Bom Pastor
Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
O Grande Truque
O Labirinto do Fauno
Piratas do Caribe: O Baú da Morte
Melhor Fotografia
Dália Negra
Filhos da Esperança
O Grande Truque
O Ilusionista
O Labirinto do Fauno
Melhor Figurino
O Diabo Veste Prada
Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
A Maldição da Flor Dourada
Maria Antonieta
A Rainha
Melhor Montagem
Babel
Diamante de Sangue
Filhos da Esperança
Os Infiltrados
Vôo United 93
Melhor Maquiagem
Apocalypto
Click
O Labirinto do Fauno
Melhor Trilha Sonora Original
Babel
The Good German
O Labirinto do Fauno
Notas Sobre um Escândalo
A Rainha
Melhor Canção Original
Our Town - Carros
Love You I Do - Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
I Need To Wake Up - Uma Verdade Incoveniente
Listen - Dreamgirls
Patience - Dreamgirls
Melhor Edição de Som
Apocalypto
Cartas de Iwo Jima
A Conquista da Honra
Diamante de Sangue
Piratas do Caribe: O Baú da Morte
Melhor Som
Apocalypto
A Conquista da Honra
Diamante de Sangue
Dreamgirls - Em Busca de um Sonho
Piratas do Caribe: O Baú da Morte
Melhores Efeitos Visuais
Piratas do Caribe: O Baú da Morte
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Melhor Documentário
Deliver Us From Evil
Iraq in Fragments
Jesus Camp
My Country, My Country
Uma Verdade Incoveniente
Melhor Documentário – Curta-Metragem
The Blood of Yingzhou District
Recycled Life
Rehearsing a Dream
Two Hands
Melhor Curta de Animação
The Danish Poet
Lifted
The Little Matchgirl
Maestro
No Time for Nuts
Melhor Curta-
MetragemBinta and the Great Idea (Binta y la Gran Idea)
Éramos Pocos (One Too Many)
Helmer & Son
The Saviour
West Bank Story
Artigo
A liberdade é um fluido
por Percival Puggina em 22 de janeiro de 2007
© 2007 MidiaSemMascara.org
A liberdade funciona como um único fluido em vários vasos comunicantes. Quando um dos vasos está entupido, o fluido não prossegue para os demais, derrama e se perde. A liberdade política se conecta à liberdade econômica, que está ligada à de consumir, que está associada à de adquirir e ter como seu (permitindo a propriedade privada), à de ir e vir, à de imprensa e opinião, e assim por diante. Os dois principais fatores capazes de entupir a comunicação entre esses vasos são a equivocada interferência do Estado e o mau uso da liberdade pelos indivíduos e suas organizações.
No primeiro caso, estados autoritários ou totalitários tendem a restringir uma, depois outra, e logo todas essas liberdades para ampliar sua própria esfera de poder recusando a livre decisão e o livre discernimento dos indivíduos. No segundo caso, tem-se, por exemplo, a ação predatória de agentes econômicos que utilizam instrumentos indecentes para eliminar a concorrência. Delfim Netto, que está longe de ser um comunista, afirmou certa vez em conferência que escutei: a irrestrita liberdade de mercado tende a acabar com a liberdade de mercado porque o sonho de todo ator da cena econômica é ficar sozinho no mercado.
Como em tudo mais, portanto, é preciso encontrar a justa medida, ou seja, manter abertos os canais por onde passa o fluido da liberdade, evitando quaisquer abusos que possam inibir sua livre circulação, sejam eles estatais (mediante ação política dos cidadãos), sejam privados (mediante ação política do Estado).
As fanfarronadas socialistas de Chávez, Morales e seus parceiros sul-americanos (veja quantas liberdades já foram agredidas por eles) não são do século XXI, como anunciam, mas do século XIX mesmo, época de sua formulação. Nada há no que dizem que não tenha sido dito então, e ao longo do século passado, por todos os comunistas que chegaram ao poder para implantar seus tenebrosos regimes. A única coisa nova é a denúncia do tal “neoliberalismo” como palavra capaz de acelerar a produção de adrenalina nas massas de manobra que arregimentam.
Os relatórios sobre liberdade econômica divulgados anualmente pela Heritage Foundation deveriam pôr sete palmos de terra sobre essas tolices. Acaba de sair o documento de 2007, no qual o Brasil ocupa a 70ª posição entre 157 países analisados. Os 10 primeiros são Hong Kong, Singapura, Austrália, Estados Unidos, Nova Zelândia, Reino Unido, Irlanda, Luxemburgo, Suíça e Canadá. Puxa vida, nenhum socialista! Ao mesmo tempo, os simpatizantes das fanfarronadas esquerdistas, para ficar apenas entre nossos vizinhos, são tão ricos e prósperos quanto Cuba (156º lugar), Venezuela (144º lugar), Bolívia (112º lugar), Equador (108º lugar). Tenha certeza, porém, leitor, que nenhuma universidade brasileira examinará esses dados, nem avaliará a relação entre as liberdades econômicas, os sistemas de governo, os Índices de Desenvolvimento Humano, os PIB per capita e os indicadores de liberdade de imprensa nos vários países. Bastaria isso para desmascarar suas perfídias ao saber e à verdade, em nome de uma ideologia que sepulta o futuro das gerações que deveriam estar educando.
por Percival Puggina em 22 de janeiro de 2007
© 2007 MidiaSemMascara.org
A liberdade funciona como um único fluido em vários vasos comunicantes. Quando um dos vasos está entupido, o fluido não prossegue para os demais, derrama e se perde. A liberdade política se conecta à liberdade econômica, que está ligada à de consumir, que está associada à de adquirir e ter como seu (permitindo a propriedade privada), à de ir e vir, à de imprensa e opinião, e assim por diante. Os dois principais fatores capazes de entupir a comunicação entre esses vasos são a equivocada interferência do Estado e o mau uso da liberdade pelos indivíduos e suas organizações.
No primeiro caso, estados autoritários ou totalitários tendem a restringir uma, depois outra, e logo todas essas liberdades para ampliar sua própria esfera de poder recusando a livre decisão e o livre discernimento dos indivíduos. No segundo caso, tem-se, por exemplo, a ação predatória de agentes econômicos que utilizam instrumentos indecentes para eliminar a concorrência. Delfim Netto, que está longe de ser um comunista, afirmou certa vez em conferência que escutei: a irrestrita liberdade de mercado tende a acabar com a liberdade de mercado porque o sonho de todo ator da cena econômica é ficar sozinho no mercado.
Como em tudo mais, portanto, é preciso encontrar a justa medida, ou seja, manter abertos os canais por onde passa o fluido da liberdade, evitando quaisquer abusos que possam inibir sua livre circulação, sejam eles estatais (mediante ação política dos cidadãos), sejam privados (mediante ação política do Estado).
As fanfarronadas socialistas de Chávez, Morales e seus parceiros sul-americanos (veja quantas liberdades já foram agredidas por eles) não são do século XXI, como anunciam, mas do século XIX mesmo, época de sua formulação. Nada há no que dizem que não tenha sido dito então, e ao longo do século passado, por todos os comunistas que chegaram ao poder para implantar seus tenebrosos regimes. A única coisa nova é a denúncia do tal “neoliberalismo” como palavra capaz de acelerar a produção de adrenalina nas massas de manobra que arregimentam.
Os relatórios sobre liberdade econômica divulgados anualmente pela Heritage Foundation deveriam pôr sete palmos de terra sobre essas tolices. Acaba de sair o documento de 2007, no qual o Brasil ocupa a 70ª posição entre 157 países analisados. Os 10 primeiros são Hong Kong, Singapura, Austrália, Estados Unidos, Nova Zelândia, Reino Unido, Irlanda, Luxemburgo, Suíça e Canadá. Puxa vida, nenhum socialista! Ao mesmo tempo, os simpatizantes das fanfarronadas esquerdistas, para ficar apenas entre nossos vizinhos, são tão ricos e prósperos quanto Cuba (156º lugar), Venezuela (144º lugar), Bolívia (112º lugar), Equador (108º lugar). Tenha certeza, porém, leitor, que nenhuma universidade brasileira examinará esses dados, nem avaliará a relação entre as liberdades econômicas, os sistemas de governo, os Índices de Desenvolvimento Humano, os PIB per capita e os indicadores de liberdade de imprensa nos vários países. Bastaria isso para desmascarar suas perfídias ao saber e à verdade, em nome de uma ideologia que sepulta o futuro das gerações que deveriam estar educando.
Livro

Uma Obra Reveladora
Considerando a importância histórica do período abordado e sua influência nos dias atuais, considero a leitura de ''O Livro Negro do Comunismo'' essencial para uma complementação do que é ensinado nos bancos escolares. Através de fontes documentais e estatísticas convincentes, a obra mostra o quão utópica é a idéia de, artificialmente, se estabelecer uma igualdade que não tem condições de ser obtida ou, na melhor das hipóteses, mantida. Os autores, a maioria ex-militantes de partidos comunistas, deixam claro que o apego ao dinheiro é substituído pelo apego ao poder e, abordando exemplos em todo o mundo, mostram o quão violenta pode ser a imposição de uma política ''igualitária''.
Estrela Solitária

O Botafogo antes da Estrela Solitária
Foto do Botafogo de 1940.Em pé: Carvalho Leite. Zezé Moreira. Granhan Bell. Zezé Procópio. Nariz e Zarci.Agachados: Tadique. Aymoré Moreira. Pascoal. Nelson e Patesco.
O Botafogo dos tempos gloriosos ocupou, orgulhosamente, a sede colonial de General Severiano. Poucos conhecemos os fatos que deram origem a fusão entre o Botafogo Futebol Clube (fundado em 1904) e o Clube de Regatas Botafogo (fundado em 1894), resultando no atual Botafogo de Futebol e Regatas. Na prática, a união entre os dois clubes do mesmo bairro provocou poucas alterações, além, é evidente das de ordem patrimonial. No uniforme do clube, entretanto, a mudança foi significativa, fazendo do Botafogo de antes de 1942 (ano da fusão) uma equipe com uma camisa estranha, tão estranha que os mais fanáticos torcedores não seriam capazes, hoje em dia, de nela reconhecer a camisa do clube de sua preferência. Por mais no fundo do poço em que esteja, o Botafogo sem a estrela solitária não é Botafogo.Os primeiros passos para a união dos dois clubes foram dados em outubro de 1931, com uma consulta do pessoal do futebol a Antonio de Oliveira Castro, uma das glórias do regatas. Castro foi reticente. Para ele o momento não era oportuno porque o Clube de Regatas Botafogo estaria infiltrado de elementos tricolores, que não tinham onde praticar o remo. Onze anos depois, com as negociações sendo levadas com muito cuidado, em função da já conhecida infiltração tricolor, houve um imprevisto que acelerou os esforços para a fusão. Durante uma partida de basquetebol, no Mourisco, entre o regatas e o futebol, o jogador Antonio Albano, do Botafogo Futebol Clube, morreu de infarte em plena quadra, quando o marcador era de 23 a 21 para sua equipe. A morte de Albano precipitou os acontecimentos, pois os dirigentes dos dois clubes, emocionados, se uniram nas homenagens ao atleta morto. O resultado é que a 8 de dezembro de 1942, na sede de General Severiano, os dois Botafogo se uniram. E o futebol acabou ganhando, pois herdou do regatas a estrela solitária que persiste até hoje.
(Roberto Porto – A historia da foto)Tribuna da Imprensa
17.1.07
Galeria de Arte



Siron Franco:
Pintor, desenhista e escultor, Siron Franco nasceu em Goiás Velho, GO, em 1947. Passou sua infância e adolescência em Goiânia, tendo sua primeira orientação de pintura com D.J. Oliveira e Cleber Gouveia. Começou a ganhar a vida fazendo e vendendo retratos. A partir de 1965, decidiu concentrar-se no desenho, seguindo os esboços grotescos e irreais que tinha em mente. Entre 1969 e 1971 residiu em São Paulo, freqüentando os ateliês de Bernardo Cid e Walter Levi, em São Paulo e integrando o grupo que fez a exposição Surrealismo e Arte Fantástica, na Galeria Seta.Após ganhar o prêmio Viagem ao Exterior no Salão de Arte Moderna em 1975, viajou pela Europa entre 1976 e 78. Dono de uma técnica impecável dá uma atmosfera dramática a seus quadros com a utilização de tons escuros, cinza e marron. Com mais de 3.000 peças criadas, além de instalações e interferências, teve sua obra representada em mais de uma centena de coletivas em todo o mundo, incluindo os mais importantes salões e bienais.
Cinema

A Montanha dos Sete Abutres
Sinopse
Albuquerque, Novo México. O repórter veterano Charles Tatum (Kirk Douglas) foi despedido de 11 jornais, por 11 razões diversas. Ele está sem dinheiro, então pede a Jacob Q. Boot (Porter Hall), o dono do jornal local, que lhe dê um emprego e consegue. Seu plano era trabalhar ali no máximo dois meses, mas após um ano não surgiu nenhuma boa oportunidade nem aconteceu nada bem interessante que rendesse uma boa matéria. Tatum sente-se totalmente entediado e sem motivação, então recebe ordem para cobrir uma corrida de cascavéis. Aparentemente seria outra matéria sem o menor atrativo, mas ruma para o local acompanhado por Herbie Cook (Robert Arthur), um misto de auxiliar, motorista e fotógrafo. No meio do caminho param para abastecer o carro e Tatum acaba descobrindo que Leo Minosa (Richard Benedict) ficou preso em uma mina quando procurava por "relíquias indígenas". Tatum sente que esta reportagem pode ser a chance que ele esperava, mas para isto precisa ter controle da situação. Ele transforma o resgate de Leo em um assunto nacional, atraindo milhares de curiosos, cinegrafistas de noticiários e comentaristas de rádio, além de forçar Lorraine (Jan Sterling), a mulher de Leo, a se fazer passar como uma esposa arrasada. Na verdade ela ia abandonar Leo neste trágico momento, mas Tatum a fez ver que ela iria ganhar um bom dinheiro na sua lanchonete quando as pessoas chegassem para ver o acontecia. Para prolongar o circo Tatum reduz deliberadamente a velocidade do resgate de Leo, pois o ideal é que ele que preso por seis dias e não apenas por algumas horas.
15.1.07
Livros sobre música II
Livros sobre música

Do maxixe ao funk, das músicas sobre fossa e amores mal resolvidos aos temas eróticos dos anos 80, de tabus como a virgindade às canções com temática gay. HISTÓRIA SEXUAL DA MPB, do jornalista Rodrigo Faour, é um livro expressivo, que relata a evolução comportamental do brasileiro nos temas de amor e sexo, no decorrer dos últimos dois séculos. Participe dessa festa da MPB!
12.1.07
Galeria de Arte



Claúdio Tozzi
Artista plástico paulistano Claudio Tozzi, 57 anos, construiu uma carreira exuberante. Das telas políticas dos anos 60, inspiradas em fotos de jornais, a exemplo de Estudante sendo preso (1968), passando pela ironia do figurativismo de Signo (2000), no qual ele trabalha a forma do parafuso para questionar o impasse da arte contemporânea, Tozzi sempre apostou na experimentação e na busca de novas linguagens.
7.1.07
Kambô - Vacina do Sapo
O sapo verde – phyllomedusa bicolor é a maior espécie do gênero da família Hylidae, que ocorre na Amazônia . Podendo ser encontrado em quase todos países amazônicos, como as Guianas, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia e Brasil. Principalmente no período das chuvas, sob árvores próximas aos igarapés. Onde coaxam por toda noite, anunciando chuva no dia seguinte.
Mas, é na madrugada, que são "colhidos" a fim de retirarem sua secreção cutânea, para fazer a “vacina do sapo”.
Tomar a vacina do sapo é uma prática antiga com fins medicinais, muito difundida entre os povos indígenas do Brasil e do Peru. A finalidade mais procurada é “tirar a panema”, ou seja, afastar a má sorte na caça e com as mulheres.
A vacina do sapo é considerada um remédio para muitos males pelas populações tradicionais do vale do Juruá, curando desde amarelão até dores em geral. Hoje, a vacina do sapo é utilizada também por seringueiros e vem sendo aplicada por alguns curandeiros nas cidades de Cruzeiro do Sul/AC e Rio Branco/AC.O efeito da vacina do sapo é curto, porém muito forte: "uma forte onda de calor, que sobe pelo corpo até a cabeça. A dilatação dos vasos sanguíneos parece provocar uma circulação mais veloz do sangue, deixando o rosto vermelho e, seguida fica pálido, a pressão baixa, podendo provocar náuseas, vomito e/ou diarréia. Durando cerca de 15 minutos. Sensação desagradável, que aos poucos retorna a normalidade, e a pessoa se sente mais leve, como se tivesse feito uma boa limpeza, causando uma maior disposição".
Pesquisa internacionalPesquisas científicas vem sendo realizadas sobre as propriedades da secreção de phyllomedusa bicolor desde a década de 80 ou antes. O primeiro a “descobrir” as propriedades da secreção para a ciência moderna, foi um grupo de pesquisadores italianos. Amostras das rãs foram levadas do Peru para um pesquisador nos EUA. (Pesquisador que já tinha pesquisado e patenteado anteriormente substancias da rã Epipedobates tricolor, utilizada tradicionalmente pelos povos indígenas do Equador). Também foram publicadas pesquisas sobre as propriedades da secreção por pesquisadores franceses e israelitas. Mais recente, a Universidade de Kentucky (EUA) está pesquisando (e patenteando) uma das substâncias encontradas na secreção do sapo em colaboração com a empresa farmacêutica Zymogenetics.
Resultados surpreendentesAs pesquisas revelaram que a secreção do phyllomedusa bicolor contém uma série de substâncias altamente eficazes, sendo as principais a dermorfina e a deltorfina, pertencentes ao grupo dos peptídeos. Estes dois peptídeos eram desconhecidos antes das pesquisas com o phyllomedusa bicolor. Dermorfina é um potente analgésico e deltorfina pode ser aplicada no tratamento da Ischemia. (um tipo de falta de circulação sanguínea e falta de oxigênio, que pode causar derrames). As substâncias da secreção do sapo também possuem propriedades antibióticas e de fortalecimento do sistema imunológico e ainda revelaram grande poder no tratamento do mal de Parkinson, Aids, câncer, depressão e outras doenças. Deltorfina e Dermorfina hoje estão sendo produzidos de forma sintética e os laboratórios podem adquirir-las através de compra on-line. (Clique aqui para um site de venda).
Mas, é na madrugada, que são "colhidos" a fim de retirarem sua secreção cutânea, para fazer a “vacina do sapo”.
Tomar a vacina do sapo é uma prática antiga com fins medicinais, muito difundida entre os povos indígenas do Brasil e do Peru. A finalidade mais procurada é “tirar a panema”, ou seja, afastar a má sorte na caça e com as mulheres.
A vacina do sapo é considerada um remédio para muitos males pelas populações tradicionais do vale do Juruá, curando desde amarelão até dores em geral. Hoje, a vacina do sapo é utilizada também por seringueiros e vem sendo aplicada por alguns curandeiros nas cidades de Cruzeiro do Sul/AC e Rio Branco/AC.O efeito da vacina do sapo é curto, porém muito forte: "uma forte onda de calor, que sobe pelo corpo até a cabeça. A dilatação dos vasos sanguíneos parece provocar uma circulação mais veloz do sangue, deixando o rosto vermelho e, seguida fica pálido, a pressão baixa, podendo provocar náuseas, vomito e/ou diarréia. Durando cerca de 15 minutos. Sensação desagradável, que aos poucos retorna a normalidade, e a pessoa se sente mais leve, como se tivesse feito uma boa limpeza, causando uma maior disposição".
Pesquisa internacionalPesquisas científicas vem sendo realizadas sobre as propriedades da secreção de phyllomedusa bicolor desde a década de 80 ou antes. O primeiro a “descobrir” as propriedades da secreção para a ciência moderna, foi um grupo de pesquisadores italianos. Amostras das rãs foram levadas do Peru para um pesquisador nos EUA. (Pesquisador que já tinha pesquisado e patenteado anteriormente substancias da rã Epipedobates tricolor, utilizada tradicionalmente pelos povos indígenas do Equador). Também foram publicadas pesquisas sobre as propriedades da secreção por pesquisadores franceses e israelitas. Mais recente, a Universidade de Kentucky (EUA) está pesquisando (e patenteando) uma das substâncias encontradas na secreção do sapo em colaboração com a empresa farmacêutica Zymogenetics.
Resultados surpreendentesAs pesquisas revelaram que a secreção do phyllomedusa bicolor contém uma série de substâncias altamente eficazes, sendo as principais a dermorfina e a deltorfina, pertencentes ao grupo dos peptídeos. Estes dois peptídeos eram desconhecidos antes das pesquisas com o phyllomedusa bicolor. Dermorfina é um potente analgésico e deltorfina pode ser aplicada no tratamento da Ischemia. (um tipo de falta de circulação sanguínea e falta de oxigênio, que pode causar derrames). As substâncias da secreção do sapo também possuem propriedades antibióticas e de fortalecimento do sistema imunológico e ainda revelaram grande poder no tratamento do mal de Parkinson, Aids, câncer, depressão e outras doenças. Deltorfina e Dermorfina hoje estão sendo produzidos de forma sintética e os laboratórios podem adquirir-las através de compra on-line. (Clique aqui para um site de venda).
24.12.06
COMUNIDADE VIRTUAL
Second Life (www.secondlife.com) - comunidade virtual 3D construída pelos seus residentes.
O internauta entra no site, faz o download de um software e cria seu avatar - um personagem parecido com um boneco, controlável pelo mouse e teclado - que vai representá-lo no mundo digital.
COMO VIRAR UM RESIDENTE DE SECOND LIFE
O primeiro passo é fazer o download do programa (para Windows tem 25 MB) no endereço http://secondlife.com/community/downloads.php. Quando o programa for instalado ele vai pedir que os usuários preencham alguns dados pessoais como data de nascimento e o país onde mora, além de escolher um “nome de guerra” e um complemento que o próprio programa oferece.
Uma vez finalizada a inscrição é só rodar o programa e entrar no jogo. Para rodá-lo é preciso ter obrigatoriamente uma conexão de internet banda larga e um computador com 512 MB de memória RAM e no mínimo um processador de 1GHz.
O internauta entra no site, faz o download de um software e cria seu avatar - um personagem parecido com um boneco, controlável pelo mouse e teclado - que vai representá-lo no mundo digital.
COMO VIRAR UM RESIDENTE DE SECOND LIFE
O primeiro passo é fazer o download do programa (para Windows tem 25 MB) no endereço http://secondlife.com/community/downloads.php. Quando o programa for instalado ele vai pedir que os usuários preencham alguns dados pessoais como data de nascimento e o país onde mora, além de escolher um “nome de guerra” e um complemento que o próprio programa oferece.
Uma vez finalizada a inscrição é só rodar o programa e entrar no jogo. Para rodá-lo é preciso ter obrigatoriamente uma conexão de internet banda larga e um computador com 512 MB de memória RAM e no mínimo um processador de 1GHz.
NOVAS ENCICLOPÉDIAS VIRTUAIS
O sucesso da enciclopédia virtual Wikipedia, que permite a qualquer internauta introduzir ou modificar artigos, está ameaçado pela aparição de novas iniciativas como a Citizendium e a Scholarpedia, que pretendem oferecer informação com mais confiabilidade e seriedade.
18.12.06
Siga Brasil
Um grupo de servidores do Senado Federal desenvolveu um sistema chamado Siga Brasil, que possibilita a qualquer pessoa acessar à internet e saber por onde anda o dinheiro que os contribuintes põem nos cofres do governo.
As informações são liberadas para todos. Para dados mais aprofundados, basta fazer cadastro prévio. O serviço está à disposição no site www.senado.gov.br/siga.
As informações são liberadas para todos. Para dados mais aprofundados, basta fazer cadastro prévio. O serviço está à disposição no site www.senado.gov.br/siga.
Livro virtual
O site Mojo Books (www.mojobooks.com.br), da revista Speculum, tem livros de graça para baixar.
10.12.06
Curiosidades

SUCURI
A sucuri tem um corpo verde-escuro, com manchas ovais pretas. Olhos e narinas estão no alto da cabeça, para que possa ver e respirar enquanto nada. O comprimento médio é de cinco metros; a da foto tem cerca de seis metros. A maior sucuri cujo comprimento foi comprovado sem dar margem a dúvidas (por uma pele no Museu de Londres) tinha 8,80 m, mas o Marechal Cândido Rondon afirmou ter medido uma sucuri de 11,60 m.
Suas presas habituais incluem peixes, sapos, tartarugas, lagartos, serpentes, jacarés, aves, cutias, pacas, capivaras, queixadas, caititus, antas, veados e macacos. Ocasionalmente invade fazendas e até cidades para predar galinhas e outros animais domésticos. As maiores são capazes de engolir um bezerro (mas não um boi adulto). Como regra geral, uma sucuri ataca qualquer animal que tenha peso igual ou menor que o seu próprio. Isso inclui seres humanos, se a pessoa estiver dentro ou próximo ao ambiente aquático (rio ou lagoa) e houver uma sucuri de grande tamanho que esteja sem se alimentar.
Também podem morder instintivamente, por defesa, qualquer pessoa que se aproxime, quando não podem fugir nadando. A mordida não é venenosa, mas pode deixar dentes presos na carne e causar infecção. Como a maioria das serpentes, possui alguma percepção do infravermelho, que permite perceber a presença de objetos quentes no escuro ou através de folhas.
A sucuri é uma caçadora noturna e solitária e passa a maior parte do seu tempo na água, onde atinge velocidades bem maiores que em terra. Submersa, aguarda a presa pacientemente, mantendo apenas o focinho acima da superfície. Quando um animal passa por perto ou se detêm para beber, ela o agarra com uma mordida e se enrola em torno de seu corpo, apertando-o até que sufoque ou se afogue. Em terra, pode esperar pendurada em árvores, agarrar a presa de cima e enrolar-se em torno dela. A vítima dificilmente é esmagada: a sucuri apenas a comprime com força suficiente para impedi-la de respirar. As maiores podem matar um cavalo. Como a digestão é muito lenta, depois de uma refeição a sucuri passa muito tempo simplesmente descansando ao sol. Se necessário, pode sobreviver mais de um ano sem se alimentar.
A fêmea libera um feromônio que atrai os machos e copula com cinco a doze deles. Durante o ato, os animais permanecem enrolados numa enorme bola de serpentes. As sucuris são ovovivíparas, ou seja, chocam os ovos dentro do próprio corpo. Após um período de seis meses a sucuri dá à luz de 20 a 40 filhotes que nascem com cerca de 70-80cm e totalmente auto-suficientes. Atingem a maturidade em seis anos e podem viver (e crescer) até os 30 anos, mas a maioria provavelmente não vive além dos 10.
Em termos de jogo, o ataque de uma sucuri começa por uma Mordida para agarrar a vítima, seguida pelo enroscamento. Se em seguida a sucuri perder uma disputa de Forças com a vítima, esta se liberta. Se empatar, a luta continua. Se vencer a disputa por uma margem de um grau, esta pára de respirar, mas pode fazer novas tentativas a cada segundo enquanto não perder a consciência. Se a sucuri vencer por dez graus ou mais, quebrará os ossos da vítima, provocando dano de +2 a cada segundo. Se a vítima morrer – normalmente por sufocação –, a sucuri o engolirá inteiro.
Uma pessoa que perca todas as disputa de Forças normalmente perderá a consciência em trinta segundos (sessenta se não tentar lutar), tempo que pode ser aumentado em função de sua Saúde e sua Habilidade Respirar, se a tiver. Morrerá em mais quatro minutos (prolongáveis apenas em função da Saúde), mas se for libertada a tempo, recuperará rapidamente a consciência.
Se a pessoa não consegue libertar-se, seus companheiros podem ajudar. Um adulto normalmente consegue libertar-se de uma sucuri (ou cobra semelhante) de até quatro metros de comprimento. Dois adultos conseguem sobrepujar uma sucuri de cinco ou seis metros. São precisos três para dar conta de uma sucuri de sete metros, quatro para uma de oito ou nove metros, cinco para uma de dez metros, seis para uma de onze metros e sete para uma de doze metros. Se a sucuri for morta, perder a consciência ou for seriamente ferida (dano de grau 2 ou superior), também libertará a vítima.
RESUMO
Nomes alternativos: sucuriju, sucurijuba, boiçu (português e tupi), anaconda (francês, espanhol, holandês e inglês), amaru (quéchua), water boa (inglês).
Comprimento: comprovadamente, até 9 metros, mas geralmente entre 4 e 6 metros.
Massa: até 250 kg, mas geralmente de 30 a 90 kg.
Hábitat: Lagos e rios caudalosos e tranqüilos da América do Sul tropical e cavernas e florestas tropicais perto de suas margens.
Combate: Morder; Sufocar.
Fórmula Truck


O paulista Renato Martins conquistou neste domingo (10 de dezembro) o bicampeonato de Fórmula Truck, em corrida disputada no autódromo Internacional de Brasília, em corrida vencida pelo piloto da casa, Geraldo Piquet.
Resultado da corrida
1º Geraldo Piquet
2º Roberval Andrade
3º Pedro Muffato
4º Beto Monteiro
5º Beto Napolitano
6º Renato Martins
7º Débora Rodrigues
9º José Cangueiro
10º José Maria Reis
11º Mad Macarrão
12º Diumar Bueno
13º João Maistro
14º Vignaldo Fizio
15º Luiz Carlos Zappelini
16º Urubatan Helou JR
17º José Maria Reis
26.11.06
Alerta!
Os componentes do cigarro:
Na fumaça do cigarro já se isolaram 4.720 substâncias tóxicas, as quais atuam sobre os mais diversos sistemas e órgãos; Contém mais de 60 cancerígenos, sendo as principais:
Nicotina - é a causadora do vício e cancerígena;
Benzopireno - substância que facilita a combustão existente no papel que envolve o fumo;
Nitrosaminas;
Substâncias Radioativas - polônio 210 e carbono 14;
Agrotóxicos - DDT;
Solventes - benzeno;
Metais Pesados - chumbo e o cádmio (um cigarro contém de 1 a 2 mg, concentrando-se no fígado, rins e pulmões, tendo meia-vida de 10 a 30 anos, o que leva a perda de capacidade ventilatória dos pulmões, além de causar dispnéia, enfisema, fibrose pulmonar, hipertensão, câncer nos pulmões, próstata, rins e estômago);
Níquel e Arsênico - armazenam-se no fígado e rins, coração, pulmões, ossos e dentes resultando em gangrena dos pés, causando danos ao miocárdio etc..;
Cianeto Hidrogenado;
Amônia - utilizado em limpadores de banheiro;
Formol - componente de fluído conservante;
Monóxido de Carbono - o mesmo gás que sai dos escapamentos de automóveis, e como tem mais afinidade com a hemoglobina do sangue do que o próprio oxigênio, toma o lugar do oxigênio, deixando o corpo do fumante, ativo ou passivo, totalmente intoxicado.
Na fumaça do cigarro já se isolaram 4.720 substâncias tóxicas, as quais atuam sobre os mais diversos sistemas e órgãos; Contém mais de 60 cancerígenos, sendo as principais:
Nicotina - é a causadora do vício e cancerígena;
Benzopireno - substância que facilita a combustão existente no papel que envolve o fumo;
Nitrosaminas;
Substâncias Radioativas - polônio 210 e carbono 14;
Agrotóxicos - DDT;
Solventes - benzeno;
Metais Pesados - chumbo e o cádmio (um cigarro contém de 1 a 2 mg, concentrando-se no fígado, rins e pulmões, tendo meia-vida de 10 a 30 anos, o que leva a perda de capacidade ventilatória dos pulmões, além de causar dispnéia, enfisema, fibrose pulmonar, hipertensão, câncer nos pulmões, próstata, rins e estômago);
Níquel e Arsênico - armazenam-se no fígado e rins, coração, pulmões, ossos e dentes resultando em gangrena dos pés, causando danos ao miocárdio etc..;
Cianeto Hidrogenado;
Amônia - utilizado em limpadores de banheiro;
Formol - componente de fluído conservante;
Monóxido de Carbono - o mesmo gás que sai dos escapamentos de automóveis, e como tem mais afinidade com a hemoglobina do sangue do que o próprio oxigênio, toma o lugar do oxigênio, deixando o corpo do fumante, ativo ou passivo, totalmente intoxicado.
Novidades do GOOGLE
GOOGLE LANÇA OFICIALMENTE SEU “WORD” E “EXCEL”
O Google lançou oficialmente a versão final de suas ferramentas online de editor de textos e de planilhas. Batizado de “Google Docs & Spreadsheets”, os aplicativos reúnem - em uma plataforma bem mais leve - as principais funções dos seus principais concorrentes, o Word e o Excel, ambos desenvolvidos pela Microsoft. O “Google Docs” permite que seu usuário salve os documentos nos formatos OpenOffice, RTF, HTML ou text., crie rascunhos, use um editor de formatação, corretor ortográfico, entre outras funções. Além disso, é possível convidar outras pessoas – via e-mail – para visualizar e editar seus documentos no modo online e acessar os documentos originais em qualquer versão. Na hora de salvar, o usuário pode armazenar os arquivos em sua conta de Gmail, blogs ou sites, tendo-os sempre à mão em qualquer computador e fazer o download para o desktop nas extensões Word, OpenOffice, RTF, PDF, HTML ou zip. No caso do editor de planilhas (cujo teste do WNews você confere aqui), o usuário pode importar e exportar arquivos nos formatos .xls, .csv, e .ods., formatando seus dados e exportar algumas funcionalidades para .pdf e .html. O uso das tabelas é semelhante ao Excel, com navegação intuitiva e a presença de fórmulas que facilitam os cálculos. É possível ainda se comunicar em tempo real com outros usuários que estejam usando a mesma planilha. Cada uma suporta dez mil linhas, 256 colunas ou até 50 mil células. Na hora de salvar, o procedimento é o mesmo do Google Docs. Para acessar o “Google Docs & Spreadsheets”, é necessário utilizar os navegadores Firefox a partir da versão 1.0.5, o Internet Explorer a partir da edição 6.0, o IE5 para Mac ou o Opera. Safari e Netscape 4 não suportam o aplicativo. Inicialmente o programa estará disponível apenas em inglês, sendo lançado gradativamente para outras línguas.
Fonte: Wnews
Fonte: Wnews
21.11.06
Reciclando a história
Em fevereiro de 1933, assessores de Hitler sabiam e facilitaram a ação de um “comunista” para que cometesse o atentado incendiário que destruiu a sede do Reichtag, o parlamento alemão. Em setembro de 2001, assessores do presidente dos EUA George Bush, sabiam com meses de antecedência e nada fizeram para impedir, que “terroristas árabes” cometessem o atentado às Torres Gêmeas do World Trade Center em NY. O ponto comum é que ambos acontecimentos serviram de pretexto para que Hitler e Bush começassem guerras, invadissem países e violassem direitos humanos democráticos em nome de um bem comum. Antes era o medo do comunismo, hoje do terrorismo. Assim como Hitler, que fez o que todos já sabem, Bush forjou o combate ao terrorismo após o ataque de 11 de setembro, para invadir o Afeganistão e o Iraque.
A quem interessava esta guerra? O inexpressivo presidente Bush lutava para manter 51% de popularidade. Após o ataque às Torres Gêmeas em 2001 este índice pulou para 90%. Coincidentemente a indústria bélica, que teve expressiva valorização de suas ações com a invasão do Afeganistão e do Iraque, foi a grande financiadora da campanha eleitoral para reeleição de Bush.
Sem jamais terem pisado em solo norte americano, os jornalistas Marcelo Csettkey e Marcelo Gil reuniram informações publicadas sobre este assunto para apresentarem os motivos que, segundo eles, levaram ao ataque do World Trade Center em NY em 11 de setembro de 2001. Eles montaram um quebra cabeças a partir de recortes de revistas, jornais velhos e livros, brasileiros e estrangeiros, anteriores e posteriores ao ataque terrorista e para isso recorreram até a Cooperativa de Coleta Seletiva da Barra da Tijuca no Rio de Janeiro. Pesquisaram também todas as matérias publicadas sobe o assunto na internet (incluindo o site da Casa Branca) e também livros de história, de pensadores e até citações de presidentes dos EUA. Ambos se debruçaram e analisaram o material coletado por quatro anos até montarem o conteúdo do livro “CRIME DE ESTADO - A verdade sobre o 11 de setembro”, publicada pela Talagarça Editora. Nada neste livro foi inventado, tudo é comprovado com publicações.
O livro lança dúvidas e aponta contradições. Como que os Estados Unidos, uma das maiores potências econômicas e militares do mundo, com uma das mais avançadas tecnologias de defesa e vigilância por satélites e grande arsenal bélico, foi incapaz de deter este ataque? Como poderia a Al Qaeda de Osama Bin Laden, sem nenhuma ajuda interna americana, enviar 20 suicidas para serem treinados durante meses dentro do território americano sem serem impedidos? Os autores deste livro, reunindo todos estes fatos, mostram que os atentados de 11 de setembro foram uma surpresa para o povo americano, mas não para o governo Bush.
Havia indícios no começo de 2001 que alguma coisa grave estava para acontecer. O agente do FBI Kenneth Williams tomou conhecimento e enviou memorando sobre o grande número de estudantes árabes freqüentando escolas de aviação. O documento foi arquivado pelo FBI. Na Califórnia, Khalid Almidhar e Nawaf Alhasmi entraram legalmente nos EUA em janeiro de 2001, com nomes verdadeiros. Khalid e Nawaf estavam sendo monitorados pela policia da Malásia e foram fotografados, a pedido do FBI e da CIA, quando a Al Qaeda realizou um encontro em Kuala Lumpur . Khalid e Nawaf também freqüentaram escolas de pilotagem de avião, segundo relatórios do FBI. Khalid Almidhar já havia aparecido em foto obtida pela CIA juntamente com suspeitos do atentado com o navio USS Cole, atingido por uma bomba em outubro de 2000 no Iêmen. O mais forte aviso veio da escola de pilotagem Pan Am em Eagan, Minessota . A instituição solicitou que se investigasse o aluno Zacarias Moussaoui . Os instrutores suspeitaram após perceberem seu interesse em aprender somente a pilotar um jato em velocidade de cruzeiro, não se interessando em decolar e pousar. Preso por estar com seu visto de permanência vencido. Moussaoui , francês de origem marroquina, foi interrogado pela agente do FBI Coleen Rowley. Revelou à agente sua intenção de lançar um avião comercial contra o WTC. Constatou-se que Moussaoui já havia participado de vários atentados da Al Qaeda . Coleen enviou um relatório aos seus superiores em Washington, ao mesmo setor que havia arquivado o pedido do agente Kenneth, solicitando uma busca aos pertences de Moussaoui. Se a busca ao computador do terrorista tivesse sido feita lá seriam encontradas a tempo as informações com nomes dos outros seqüestradores de aviões envolvidos nos ataques de 11 de setembro. O relatório de Rowley também foi engavetado e os pedidos de busca negados por seus superiores.
Examinando fatos publicados na imprensa norte-americana os autores concluíram como o jornalismo dos EUA se portou e descobriram que muitas notícias publicadas, citando relatórios da CIA e do FBI, foram posteriormente desmentidas ou tiveram a sua importância diminuída, pelos mesmos órgãos de imprensa. A primeira comissão do Senado americano elaborou um relatório sobre as causas dos atentados, mas o presidente Bush rasgou pessoalmente 28 páginas deste relatório. Outra comissão do Senado foi formada e um relatório diferente foi elaborado.
Para tentar explicar a inexplicável ineficiência da defesa da Força Aérea norte-americana para impedir os ataques dos aviões seqüestrados às torres gêmeas do WTC, os autores relembraram a atuação da FAB – Força Aérea Brasileira no episódio do seqüestro avião da VASP ocorrido no Brasil. Em setembro de 1988, o Boeing 737 da VASP, vôo 375 decolou de Belo Horizonte com destino ao Rio de Janeiro. Tomado por um seqüestrador, que atirou num comissário e matou o co-piloto, o comandante Murilo de Lima e Silva foi obrigado a desviar sua rota e seguir para Brasília. Seu objetivo era lançar a aeronave contra o Palácio do Planalto. Este seqüestro ocorreu no Brasil, em 1988, na época em que a tecnologia de comunicações e defesa de tráfego aéreo não era tão avançada como em 2001. A aeronave que fazia a rota Norte-sudeste tomou o sentido oposto. O comandante acionou o alarme para que o controlador de vôo percebesse o problema e deduzisse que se tratava de um seqüestro. O Grupo de Defesa Aérea de Anápolis foi acionado providenciando a interceptação. Três aeronaves Mirage F 103 com munição ar-ar se revezaram no acompanhamento do Boeing da VASP até Brasília e Goiânia. Havia a possibilidade de realizar “tiro de destruição” caso a aeronave fosse considerada “hostil” ao querer colidir com “prédio público em Brasília”. Felizmente nada disso foi necessário, mas a ação da FAB foi muito eficiente, pois as providencias tomadas levaram apenas alguns minutos. O que ocorreu no 11 de setembro de 2001 nos EUA seria praticamente impossível se considerando o sistema de defesa norte-americano como um dos melhores do mundo. Além disso, supõe-se que o Pentágono, sede do comando militar americano, deveria ter o melhor sistema de segurança do planeta. A seqüência dos fatos mostra que no momento em que o controlador de vôo de Washington percebeu que o vôo 77 havia desaparecido da tela às 8h54min, um outro avião já havia se chocado com a primeira torre do WTC em NY. Às 09h03min o segundo avião se choca com a outra torre. Só cinco minutos depois a torre de Washington informa à Força Aérea e à policia do desaparecimento do vôo 77. Dezesseis minutos depois as autoridades responderam a esse aviso e somente às 09h36min , ou seja 24 minutos depois do aviso do controlador, a Força Aérea foi advertida de que o avião desaparecido se aproximava de Washington e decidiu enviar aviões de combate para controlar o espaço aéreo da capital norte-americana, mas era tarde. Um minuto depois o “vôo 77” se chocaria no Pentágono. O mais incrível é que nos escombros do Pentágono não foi encontrado nenhum destroço do avião ou corpos. Só resta a pergunta onde está o Boeing 757-200? E onde estão os passageiros e tripulantes do vôo 77?
Diversos livros foram publicados a respeito desse assunto, desde o do francês Thierry Meyssan ( 11 de setembro de 2001 - uma terrível farsa – usina do livro – 2003) que aborda o episódio do Pentágono como uma fraude pois não houve queda de um Boeing lá, até o do lingüista norteamericano Noam Chomsky ( 11 de setembro – Bertrand – 2002) que afirma que o presidente Bush aproveitou o evento para lançar seus ataques e invasões. Já os livros de Bob Woodward (Bush em Guerra – Arx – 2003 e Plano de Ataque – Globo - 2004) e o de Seymour Hersh (Cadeia de Comando – Ediouro – 2004) concordam com as explicações oficiais publicadas no relatório final produzido pelo congresso norte-americano. Esses últimos apóiam a explicação de falta de comunicação entre as agências CIA e FBI, falhas e erros graves. Finalmente, a obra dos jornalistas Marcelo Csettkey e Marcelo Gil demonstra o oposto das versões oficiais. Segundo eles não houve falhas nem erros, as agências se comunicavam o tempo todo e estavam bastante entrosadas no que diz respeito ao acompanhamento dos terroristas entrando em território americano e aprendendo a voar. A cúpula do governo Bush permitiu os atentados por meio de um bloqueio efetivo aos agentes do FBI quando estes identificaram os terroristas.
O livro traz o prefácio escrito pelo professor Deonísio da Silva que faz uma observação extremamente importante: “o que não vimos nem lemos quando esses jornais e revistas passaram diante de nossos olhos? Como a versão imposta pôde disfarçar-se num lugar tão visível como a mídia? A mídia vê tudo, mas quem vê a mídia?” E continua “O livro dá o que pensar e propõe outros olhares sobre o 11 de setembro. Ironicamente faz isso compulsando jornais velhos , revistas descartadas, coisas que foram jogadas fora........atiradas no lixo da História”
“É possível enganar alguns por algum tempo. É possível enganar muitos por muito tempo. Mas é impossível enganar a todos todo o tempo”. Abraham Lincoln – ex presidente dos EUA.
“Os nossos inimigos são inovadores e engenhosos. Nós também. Os nossos inimigos não param de pensar em novas formas de prejudicar nosso país e nosso povo. Nós também”. George w. Bush. ( extraído do site da Casa Branca em 2004)
A quem interessava esta guerra? O inexpressivo presidente Bush lutava para manter 51% de popularidade. Após o ataque às Torres Gêmeas em 2001 este índice pulou para 90%. Coincidentemente a indústria bélica, que teve expressiva valorização de suas ações com a invasão do Afeganistão e do Iraque, foi a grande financiadora da campanha eleitoral para reeleição de Bush.
Sem jamais terem pisado em solo norte americano, os jornalistas Marcelo Csettkey e Marcelo Gil reuniram informações publicadas sobre este assunto para apresentarem os motivos que, segundo eles, levaram ao ataque do World Trade Center em NY em 11 de setembro de 2001. Eles montaram um quebra cabeças a partir de recortes de revistas, jornais velhos e livros, brasileiros e estrangeiros, anteriores e posteriores ao ataque terrorista e para isso recorreram até a Cooperativa de Coleta Seletiva da Barra da Tijuca no Rio de Janeiro. Pesquisaram também todas as matérias publicadas sobe o assunto na internet (incluindo o site da Casa Branca) e também livros de história, de pensadores e até citações de presidentes dos EUA. Ambos se debruçaram e analisaram o material coletado por quatro anos até montarem o conteúdo do livro “CRIME DE ESTADO - A verdade sobre o 11 de setembro”, publicada pela Talagarça Editora. Nada neste livro foi inventado, tudo é comprovado com publicações.
O livro lança dúvidas e aponta contradições. Como que os Estados Unidos, uma das maiores potências econômicas e militares do mundo, com uma das mais avançadas tecnologias de defesa e vigilância por satélites e grande arsenal bélico, foi incapaz de deter este ataque? Como poderia a Al Qaeda de Osama Bin Laden, sem nenhuma ajuda interna americana, enviar 20 suicidas para serem treinados durante meses dentro do território americano sem serem impedidos? Os autores deste livro, reunindo todos estes fatos, mostram que os atentados de 11 de setembro foram uma surpresa para o povo americano, mas não para o governo Bush.
Havia indícios no começo de 2001 que alguma coisa grave estava para acontecer. O agente do FBI Kenneth Williams tomou conhecimento e enviou memorando sobre o grande número de estudantes árabes freqüentando escolas de aviação. O documento foi arquivado pelo FBI. Na Califórnia, Khalid Almidhar e Nawaf Alhasmi entraram legalmente nos EUA em janeiro de 2001, com nomes verdadeiros. Khalid e Nawaf estavam sendo monitorados pela policia da Malásia e foram fotografados, a pedido do FBI e da CIA, quando a Al Qaeda realizou um encontro em Kuala Lumpur . Khalid e Nawaf também freqüentaram escolas de pilotagem de avião, segundo relatórios do FBI. Khalid Almidhar já havia aparecido em foto obtida pela CIA juntamente com suspeitos do atentado com o navio USS Cole, atingido por uma bomba em outubro de 2000 no Iêmen. O mais forte aviso veio da escola de pilotagem Pan Am em Eagan, Minessota . A instituição solicitou que se investigasse o aluno Zacarias Moussaoui . Os instrutores suspeitaram após perceberem seu interesse em aprender somente a pilotar um jato em velocidade de cruzeiro, não se interessando em decolar e pousar. Preso por estar com seu visto de permanência vencido. Moussaoui , francês de origem marroquina, foi interrogado pela agente do FBI Coleen Rowley. Revelou à agente sua intenção de lançar um avião comercial contra o WTC. Constatou-se que Moussaoui já havia participado de vários atentados da Al Qaeda . Coleen enviou um relatório aos seus superiores em Washington, ao mesmo setor que havia arquivado o pedido do agente Kenneth, solicitando uma busca aos pertences de Moussaoui. Se a busca ao computador do terrorista tivesse sido feita lá seriam encontradas a tempo as informações com nomes dos outros seqüestradores de aviões envolvidos nos ataques de 11 de setembro. O relatório de Rowley também foi engavetado e os pedidos de busca negados por seus superiores.
Examinando fatos publicados na imprensa norte-americana os autores concluíram como o jornalismo dos EUA se portou e descobriram que muitas notícias publicadas, citando relatórios da CIA e do FBI, foram posteriormente desmentidas ou tiveram a sua importância diminuída, pelos mesmos órgãos de imprensa. A primeira comissão do Senado americano elaborou um relatório sobre as causas dos atentados, mas o presidente Bush rasgou pessoalmente 28 páginas deste relatório. Outra comissão do Senado foi formada e um relatório diferente foi elaborado.
Para tentar explicar a inexplicável ineficiência da defesa da Força Aérea norte-americana para impedir os ataques dos aviões seqüestrados às torres gêmeas do WTC, os autores relembraram a atuação da FAB – Força Aérea Brasileira no episódio do seqüestro avião da VASP ocorrido no Brasil. Em setembro de 1988, o Boeing 737 da VASP, vôo 375 decolou de Belo Horizonte com destino ao Rio de Janeiro. Tomado por um seqüestrador, que atirou num comissário e matou o co-piloto, o comandante Murilo de Lima e Silva foi obrigado a desviar sua rota e seguir para Brasília. Seu objetivo era lançar a aeronave contra o Palácio do Planalto. Este seqüestro ocorreu no Brasil, em 1988, na época em que a tecnologia de comunicações e defesa de tráfego aéreo não era tão avançada como em 2001. A aeronave que fazia a rota Norte-sudeste tomou o sentido oposto. O comandante acionou o alarme para que o controlador de vôo percebesse o problema e deduzisse que se tratava de um seqüestro. O Grupo de Defesa Aérea de Anápolis foi acionado providenciando a interceptação. Três aeronaves Mirage F 103 com munição ar-ar se revezaram no acompanhamento do Boeing da VASP até Brasília e Goiânia. Havia a possibilidade de realizar “tiro de destruição” caso a aeronave fosse considerada “hostil” ao querer colidir com “prédio público em Brasília”. Felizmente nada disso foi necessário, mas a ação da FAB foi muito eficiente, pois as providencias tomadas levaram apenas alguns minutos. O que ocorreu no 11 de setembro de 2001 nos EUA seria praticamente impossível se considerando o sistema de defesa norte-americano como um dos melhores do mundo. Além disso, supõe-se que o Pentágono, sede do comando militar americano, deveria ter o melhor sistema de segurança do planeta. A seqüência dos fatos mostra que no momento em que o controlador de vôo de Washington percebeu que o vôo 77 havia desaparecido da tela às 8h54min, um outro avião já havia se chocado com a primeira torre do WTC em NY. Às 09h03min o segundo avião se choca com a outra torre. Só cinco minutos depois a torre de Washington informa à Força Aérea e à policia do desaparecimento do vôo 77. Dezesseis minutos depois as autoridades responderam a esse aviso e somente às 09h36min , ou seja 24 minutos depois do aviso do controlador, a Força Aérea foi advertida de que o avião desaparecido se aproximava de Washington e decidiu enviar aviões de combate para controlar o espaço aéreo da capital norte-americana, mas era tarde. Um minuto depois o “vôo 77” se chocaria no Pentágono. O mais incrível é que nos escombros do Pentágono não foi encontrado nenhum destroço do avião ou corpos. Só resta a pergunta onde está o Boeing 757-200? E onde estão os passageiros e tripulantes do vôo 77?
Diversos livros foram publicados a respeito desse assunto, desde o do francês Thierry Meyssan ( 11 de setembro de 2001 - uma terrível farsa – usina do livro – 2003) que aborda o episódio do Pentágono como uma fraude pois não houve queda de um Boeing lá, até o do lingüista norteamericano Noam Chomsky ( 11 de setembro – Bertrand – 2002) que afirma que o presidente Bush aproveitou o evento para lançar seus ataques e invasões. Já os livros de Bob Woodward (Bush em Guerra – Arx – 2003 e Plano de Ataque – Globo - 2004) e o de Seymour Hersh (Cadeia de Comando – Ediouro – 2004) concordam com as explicações oficiais publicadas no relatório final produzido pelo congresso norte-americano. Esses últimos apóiam a explicação de falta de comunicação entre as agências CIA e FBI, falhas e erros graves. Finalmente, a obra dos jornalistas Marcelo Csettkey e Marcelo Gil demonstra o oposto das versões oficiais. Segundo eles não houve falhas nem erros, as agências se comunicavam o tempo todo e estavam bastante entrosadas no que diz respeito ao acompanhamento dos terroristas entrando em território americano e aprendendo a voar. A cúpula do governo Bush permitiu os atentados por meio de um bloqueio efetivo aos agentes do FBI quando estes identificaram os terroristas.
O livro traz o prefácio escrito pelo professor Deonísio da Silva que faz uma observação extremamente importante: “o que não vimos nem lemos quando esses jornais e revistas passaram diante de nossos olhos? Como a versão imposta pôde disfarçar-se num lugar tão visível como a mídia? A mídia vê tudo, mas quem vê a mídia?” E continua “O livro dá o que pensar e propõe outros olhares sobre o 11 de setembro. Ironicamente faz isso compulsando jornais velhos , revistas descartadas, coisas que foram jogadas fora........atiradas no lixo da História”
“É possível enganar alguns por algum tempo. É possível enganar muitos por muito tempo. Mas é impossível enganar a todos todo o tempo”. Abraham Lincoln – ex presidente dos EUA.
“Os nossos inimigos são inovadores e engenhosos. Nós também. Os nossos inimigos não param de pensar em novas formas de prejudicar nosso país e nosso povo. Nós também”. George w. Bush. ( extraído do site da Casa Branca em 2004)
André Dusek
Fotógrafo do Estado de São Paulo- sucursal Brasília
19.11.06
Handebol de areia
Regras – O handebol de areia tem regras diferentes das adotadas nas partidas de quadra. A primeira alteração ocorre nas dimensões do campo: 27 x 12 metros.
As partidas são realizadas em dois tempos de 10 minutos. Cada treinador tem direito a um tempo técnico por período.
Mas a principal alteração ocorre na forma como os confrontos são finalizados. Seguem os moldes do vôlei: são decididos por sets, independente do placar alcançado com os gols. Um time é declarado vencedor quando tem a vantagem de 2 a 0.
Caso ocorra empate, a decisão vai para o shoot out (jogador contra goleiro), que lembra o pênalti no futebol.Existe também o denominado gol espetacular. São dois pontos para o time, um a mais que o normal. Para se conseguir a pontuação é necessário que o goleiro marque ou então que o gol saia da jogada com nome de pirueta, quando o atleta salta e gira no ar antes de arremessar.
Mais detalhes em :http://www.brasilhandebol.com.br/handbook/regras/HandeboldePraia.htm
4.11.06
RÁDIO AMADOR
1 O que é o Serviço de Radioamador?
O Serviço de Radioamador é um serviço de radiocomunicações, realizado por pessoas autorizadas, que se interessem pela radiotécnica, sem fins lucrativos, tendo por objetivo a intercomunicação, a instrução pessoal e os estudos técnicos, sendo vetado a utilização para outros fins. Para a instalação de uma estação de Radioamador, seu titular deve previamente tornar-se um Radioamador. Para tanto, deve observar o disposto na legislação. Esse serviço está vinculado à Superintendência de Serviços Privados e consequentemente à Gerência de Serviços Privados.
2 Como posso tornar-me um Radioamador?
Para tornar-se um Radioamador é necessária a autorização, que depende da prévia verificação da capacidade operacional e técnica do interessado, mediante exames aplicados. De acordo com habilitação técnica e operacional demonstrada, o radioamador é incluído nas classes "A","B", "C" ou "D".
Classe A - acesso restrito ao radioamador classe "B", após decorrido um ano da data de expedição do certificado COER - Certificado de Operador de Estação de Radioamador na classe "B";
Classe B – menores de 18 anos, após terem decorrido dois anos da data de expedição do COER - Certificado de Operador de Estação de Radioamador classe "C"; ou maiores de 18 anos, em qualquer hipótese;
Classe C – maiores de 10 anos, aprovados nos testes de Técnica e Ética Operacional e Legislação de Telecomunicações;Transmissão e Recepção Auditiva de Sinais em Código Morse; e
Classe D - maiores de 10 anos, aprovados nos testes de Técnica e Ética Operacional e Legislação de Telecomunicações.
3 Qualquer pessoa poderá obter a autorização para ser Radioamador?
A autorização de Licença somente será concedida:
a A brasileiros, maiores de 10 anos, cabendo aos respectivos pais ou tutores a responsabilidade por atos ou omissões;
b. A portugueses, que tenham obtido o reconhecimento da igualdade de direitos e deveres para com brasileiros;
c. A radioamadores estrangeiros, nas condições estabelecidas em acordos de reciprocidade de tratamento;
d. A radioamadores estrangeiros, funcionários de organismos internacionais, dos quais o Governo Brasileiro participe, desde que estejam prestando serviço no Brasil.
4 Quais as normas e regulamentos referentes ao Serviço de Radioamador? E como faço para obtê-las?
As informações podem ser encontradas na página específica do Serviço Radioamador (PY), no campo dos Serviços de Telecomunicações e, se necessário, poderão ser solicitadas via formulário no setor de atendimento ao cidadão. As publicações do D.O.U dos seguintes dias podem ser consultadas:
17/07/97 – publicação da Lei 9.472, de 16/07/97 – Lei Geral das Telecomunicações;
25/10/97 – publicação do Decreto 91.836, de 24/10/85 – Regulamento do Serviço de Radioamador;
28/11/94 – publicação do Decreto 1.316, de 25/11/94 - Altera o decreto 91.836/85;
30/12/94 - publicação da Portaria 1278, 28/12/94, que aprova a Norma 31/94 – Norma de execução do Serviço de Radioamador.
5 Sendo eu Radioamador Estrangeiro, não pertencente a nenhum organismo internacional, qual a documentação que necessito para obter a autorização?
Para Radioamador Estrangeiro, natural de país que tenha celebrado com o Brasil acordo de reciprocidade para execução do Serviço de Radioamador, independente da prestação de testes, o Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER poderá ser obtido mediante a apresentação de:
a. Licença, certificado ou documento equivalente, dentro do prazo de validade, expedido em seu país de origem;
b. Passaporte ou carteira de Identidade de Estrangeiro, em vigor, quando exigidos pelas autoridades de nosso governo.
6 Sendo eu Radioamador Estrangeiro, funcionário de organismo internacional do qual o Governo Brasileiro participa, qual a documentação que é necessária para obter a autorização?
Para Radioamador Estrangeiro, funcionário de organismo internacional do qual o Brasil participe, será concedido o Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER, mediante a apresentação de:
a. Licença, Certificado ou documento equivalente, dentro do prazo de validade, expedido em seu país de origem;
b. Documentação comprobatória de estar a serviço no Brasil.
7 Existe alguma exigência para o Serviço de Radioamador?
Para o Serviço de Radioamador é necessária a realização de testes e avaliação da capacidade operacional e técnica para operação da estação, devendo o candidato procurar as Diretorias do LABRE (Liga Brasileira de Radioamadores), nas capitais dos Estados, ou nos Escritórios/Unidades Operacionais da Anatel.
8 Como e quando posso fazer exame para o Serviço de Radioamador?
Para fazer exame de Radioamador, o interessado deve procurar as Diretorias do LABRE (Liga Brasileira de Radioamadores), nas capitais dos Estados, ou nos Escritórios/Unidades Operacionais da ANATEL, para verificar o calendário anual de realização de testes para obtenção do Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER.
9 Necessito de licença para funcionar minha Estação de Radioamador?
Necessita sim. A Licença de Funcionamento de Estação de Radioamador é o documento que autoriza a instalação e o funcionamento de Estação de Radioamador e poderá ser requerida por:
a. Titulares de Certificado de Operador de Estação de Radioamador;
b. Pelas associações de radioamadores;
c. Pelas universidades e escolas.
10 Qual o prazo de validade da Licença para o funcionamento de Estação de Radioamador?
O prazo de validade da Licença de Funcionamento de Estação de Radioamador é de 10 anos.
11 Como posso cancelar minha licença de Radioamador?
Para cancelar a Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador, o radioamador deverá dirigir-se às Diretorias do LABRE (Liga Brasileira de Radioamadores), nas capitais dos Estados, ou nos Escritórios/Unidades Operacionais da ANATEL, preencher o formulário próprio e anexar o original de sua licença, ou justificar o seu extravio, para que a mesma seja cancelada.
12 Como posso fazer para modificar o indicativo de chamada da minha Estação de Radioamador?
Somente os Radioamadores Classes "A" e "B" podem escolher a combinação de letras (de duas ou três letras) para formação do indicativo de chamada de sua Estação.
13 Como devo proceder para transformar um PX em PY?
Não existe possibilidade de transformar uma Estação do Serviço Rádio do Cidadão (PX) em uma Estação do Serviço de Radioamador (PY). Para operar Estação de Radioamador é necessário obter o Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER.
14 Onde as dúvidas técnicas sobre o Serviço de Radioamador poderão ser esclarecidas?
Os esclarecimentos técnicos desejados sobre o Serviço de Radioamador devem ser encaminhados ao LABRE (Liga Brasileira de Radioamadores). Não satisfeita a dúvida, o interessado poderá dirigir-se aos Escritórios Regionais ou Unidades Operacionais da ANATEL ou ainda preencher o formulário do setor de atendimento ao cidadão.
15 Qual a despesa que tenho para tornar-me um Radioamador?
Para obtenção do Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER não existe qualquer despesa. Para obtenção da licença para funcionamento da Estação de Radioamador, deverá ser comprovado o recolhimento de:
a. R$ 33,52 para cada estação fixa;
b. R$ 33,52 para cada estação repetidora;
c. R$ 26,83 para cada estação móvel.
Além dos valores mencionados, deverão ser pagos os encargos referente à execução do serviço e pelo direito do uso da radiofreqüência (art. 48 da Lei nº 9.472/97 – Lei Geral das Telecomunicações).
16 Quais os equipamentos de Radioamador que estão homologados/certificados na ANATEL?
A informação desejada pode ser encontrada no campo Serviços de Telecomunicações, área de Certificação de Produtos.
17 Onde posso saber se um rádio/equipamento/produto está homologado/certificado pela ANATEL?
Para saber se um rádio/equipamento/produto está homologado/certificado pela ANATEL, queira ligar para a Gerência de Certificação nos telefones (061) 312-2318 e 312-2613.
18 O que é Certificação? Homologação?
É o processo pela qual a ANATEL verifica se determinado produto possui características compatíveis com seu uso para comunicações no País.
19 O que devo fazer para homologar/certificar um produto na ANATEL?
A informação desejada pode ser encontrada no campo Serviços de Telecomunicações, área de Certificação de Produtos. Consultar o item 4 da Norma Geral de Telecomunicação n.º 004/91. 20 Como posso saber se um aparelho necessita ser Certificado/Homologado pela ANATEL?
Basta verificar se o aparelho consta da Tabela 1 da Norma n.º 004/91, no campo Biblioteca/Instrumentos Deliberativos/Portarias, ou da relação que acompanha o Ato da Anatel n.º 1.522, de 08/10/98. Se necessário, a informação poderá ser solicitada via formulário, no setor de atendimento ao cidadão.
21 Qual a norma que é aplicável a um determinado equipamento/produto?
A informação desejada pode ser encontrada no campo Biblioteca / Legislação, consultando a tabela "Tipo de Produto e Normas Aplicáveis". Se necessário, a informação poderá ser solicitada via formulário, no setor de atendimento ao cidadão.
22 Como e quando fazer exame?
Procure a Delegacia do Ministério das Comunicações em seu estado ou representação da Liga dos RadioAmadores do Brasil (LABRE) para verificar as datas dos exames para obtenção da licença.
23 Como cancelar a licença?
Para cancelar sua licença, o radioamador deverá procurar a Delegacia do Ministério das Comunicações em seu estado, preencher o formulário próprio e anexar sua licença de radioamador para que a mesma seja cancelada.
24 Como transformar um PX em PU?
Não é possível transformar o PX em PU pois os prefixos dizem respeito a dois serviços de natureza diferente.
25 Como modificar o prefixo de um radioamador?
Para modificar seu prefixo, o radioamador deverá se dirigir até a Delegacia do Ministério das Comunicações e solicitar a mudança de indicativo mediante o pagamento de taxa correspondente. Somente os radioamadores classes A e B podem ter indicativos de duas letras. 26 Como está o processo de emissão do COER e licenças para Radioamador?
As emissões, tanto do COER quanto das licenças para operação de estação de Radioamador, estão ocorrendo normal e semanalmente por esta Agência que remete aos seus Escritórios Regionais ou Representações em funcionamento no mesmo prédio das Delegacias Regionais do Ministério das Comunicações para entrega aos interessados
27 O que e a Liga Brasileira de Radioamadores (LABRE) está autorizada a fazer?
De acordo com o Termo de Cooperação assinado entre a Labre e Anatel, a Liga tem autorização para:
a. elaborar, aplicar e avaliar os testes de capacidade operacional e técnica de acesso ao Serviço de Radioamador nas classes " A" , " B" , " C" e " D" , em todo o Território Nacional a todos os interessados, independentemente de serem ou não seus filiados;
b. consultar no Sistema de Informações Técnicas para a Administração das Radiocomunicações – SITAR, a situação de regularidade do candidato junto à ANATEL;
c. cadastrar, no SITAR, os dados dos candidatos aprovados nos testes, assim como as informações técnicas necessárias ao licenciamento dos mesmos;
d. emitir os documentos de arrecadação relativos aos pagamentos do FISTEL, ao direito de execução do Serviço de Radioamador e ao uso da(s) radiofreqüência(s) associada(s) e entregá-los aos candidatos para recolhimento na rede bancária;
e. entregar o Certificado de Operador de Estação de Radioamador – COER aos aprovados nos testes constantes da letra " a" desta cláusula;
f. entregar a(s) respectiva(s) licença(s) que consubstancia(m) a autorização para funcionamento de estação de radioamador e a outorga de autorização para uso das radiofreqüências associadas ao serviço, expedida(s) pela ANATEL, conforme dispõe a regulamentação pertinente, após a efetiva execução das atividades anteriores e comprovação de recolhimento do documento de arrecadação pelo interessado;
g. emitir, via SITAR, o documento de arrecadação pelo direito de uso de radiofreqüência.
O Serviço de Radioamador é um serviço de radiocomunicações, realizado por pessoas autorizadas, que se interessem pela radiotécnica, sem fins lucrativos, tendo por objetivo a intercomunicação, a instrução pessoal e os estudos técnicos, sendo vetado a utilização para outros fins. Para a instalação de uma estação de Radioamador, seu titular deve previamente tornar-se um Radioamador. Para tanto, deve observar o disposto na legislação. Esse serviço está vinculado à Superintendência de Serviços Privados e consequentemente à Gerência de Serviços Privados.
2 Como posso tornar-me um Radioamador?
Para tornar-se um Radioamador é necessária a autorização, que depende da prévia verificação da capacidade operacional e técnica do interessado, mediante exames aplicados. De acordo com habilitação técnica e operacional demonstrada, o radioamador é incluído nas classes "A","B", "C" ou "D".
Classe A - acesso restrito ao radioamador classe "B", após decorrido um ano da data de expedição do certificado COER - Certificado de Operador de Estação de Radioamador na classe "B";
Classe B – menores de 18 anos, após terem decorrido dois anos da data de expedição do COER - Certificado de Operador de Estação de Radioamador classe "C"; ou maiores de 18 anos, em qualquer hipótese;
Classe C – maiores de 10 anos, aprovados nos testes de Técnica e Ética Operacional e Legislação de Telecomunicações;Transmissão e Recepção Auditiva de Sinais em Código Morse; e
Classe D - maiores de 10 anos, aprovados nos testes de Técnica e Ética Operacional e Legislação de Telecomunicações.
3 Qualquer pessoa poderá obter a autorização para ser Radioamador?
A autorização de Licença somente será concedida:
a A brasileiros, maiores de 10 anos, cabendo aos respectivos pais ou tutores a responsabilidade por atos ou omissões;
b. A portugueses, que tenham obtido o reconhecimento da igualdade de direitos e deveres para com brasileiros;
c. A radioamadores estrangeiros, nas condições estabelecidas em acordos de reciprocidade de tratamento;
d. A radioamadores estrangeiros, funcionários de organismos internacionais, dos quais o Governo Brasileiro participe, desde que estejam prestando serviço no Brasil.
4 Quais as normas e regulamentos referentes ao Serviço de Radioamador? E como faço para obtê-las?
As informações podem ser encontradas na página específica do Serviço Radioamador (PY), no campo dos Serviços de Telecomunicações e, se necessário, poderão ser solicitadas via formulário no setor de atendimento ao cidadão. As publicações do D.O.U dos seguintes dias podem ser consultadas:
17/07/97 – publicação da Lei 9.472, de 16/07/97 – Lei Geral das Telecomunicações;
25/10/97 – publicação do Decreto 91.836, de 24/10/85 – Regulamento do Serviço de Radioamador;
28/11/94 – publicação do Decreto 1.316, de 25/11/94 - Altera o decreto 91.836/85;
30/12/94 - publicação da Portaria 1278, 28/12/94, que aprova a Norma 31/94 – Norma de execução do Serviço de Radioamador.
5 Sendo eu Radioamador Estrangeiro, não pertencente a nenhum organismo internacional, qual a documentação que necessito para obter a autorização?
Para Radioamador Estrangeiro, natural de país que tenha celebrado com o Brasil acordo de reciprocidade para execução do Serviço de Radioamador, independente da prestação de testes, o Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER poderá ser obtido mediante a apresentação de:
a. Licença, certificado ou documento equivalente, dentro do prazo de validade, expedido em seu país de origem;
b. Passaporte ou carteira de Identidade de Estrangeiro, em vigor, quando exigidos pelas autoridades de nosso governo.
6 Sendo eu Radioamador Estrangeiro, funcionário de organismo internacional do qual o Governo Brasileiro participa, qual a documentação que é necessária para obter a autorização?
Para Radioamador Estrangeiro, funcionário de organismo internacional do qual o Brasil participe, será concedido o Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER, mediante a apresentação de:
a. Licença, Certificado ou documento equivalente, dentro do prazo de validade, expedido em seu país de origem;
b. Documentação comprobatória de estar a serviço no Brasil.
7 Existe alguma exigência para o Serviço de Radioamador?
Para o Serviço de Radioamador é necessária a realização de testes e avaliação da capacidade operacional e técnica para operação da estação, devendo o candidato procurar as Diretorias do LABRE (Liga Brasileira de Radioamadores), nas capitais dos Estados, ou nos Escritórios/Unidades Operacionais da Anatel.
8 Como e quando posso fazer exame para o Serviço de Radioamador?
Para fazer exame de Radioamador, o interessado deve procurar as Diretorias do LABRE (Liga Brasileira de Radioamadores), nas capitais dos Estados, ou nos Escritórios/Unidades Operacionais da ANATEL, para verificar o calendário anual de realização de testes para obtenção do Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER.
9 Necessito de licença para funcionar minha Estação de Radioamador?
Necessita sim. A Licença de Funcionamento de Estação de Radioamador é o documento que autoriza a instalação e o funcionamento de Estação de Radioamador e poderá ser requerida por:
a. Titulares de Certificado de Operador de Estação de Radioamador;
b. Pelas associações de radioamadores;
c. Pelas universidades e escolas.
10 Qual o prazo de validade da Licença para o funcionamento de Estação de Radioamador?
O prazo de validade da Licença de Funcionamento de Estação de Radioamador é de 10 anos.
11 Como posso cancelar minha licença de Radioamador?
Para cancelar a Licença para Funcionamento de Estação de Radioamador, o radioamador deverá dirigir-se às Diretorias do LABRE (Liga Brasileira de Radioamadores), nas capitais dos Estados, ou nos Escritórios/Unidades Operacionais da ANATEL, preencher o formulário próprio e anexar o original de sua licença, ou justificar o seu extravio, para que a mesma seja cancelada.
12 Como posso fazer para modificar o indicativo de chamada da minha Estação de Radioamador?
Somente os Radioamadores Classes "A" e "B" podem escolher a combinação de letras (de duas ou três letras) para formação do indicativo de chamada de sua Estação.
13 Como devo proceder para transformar um PX em PY?
Não existe possibilidade de transformar uma Estação do Serviço Rádio do Cidadão (PX) em uma Estação do Serviço de Radioamador (PY). Para operar Estação de Radioamador é necessário obter o Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER.
14 Onde as dúvidas técnicas sobre o Serviço de Radioamador poderão ser esclarecidas?
Os esclarecimentos técnicos desejados sobre o Serviço de Radioamador devem ser encaminhados ao LABRE (Liga Brasileira de Radioamadores). Não satisfeita a dúvida, o interessado poderá dirigir-se aos Escritórios Regionais ou Unidades Operacionais da ANATEL ou ainda preencher o formulário do setor de atendimento ao cidadão.
15 Qual a despesa que tenho para tornar-me um Radioamador?
Para obtenção do Certificado de Operador de Estação de Radioamador - COER não existe qualquer despesa. Para obtenção da licença para funcionamento da Estação de Radioamador, deverá ser comprovado o recolhimento de:
a. R$ 33,52 para cada estação fixa;
b. R$ 33,52 para cada estação repetidora;
c. R$ 26,83 para cada estação móvel.
Além dos valores mencionados, deverão ser pagos os encargos referente à execução do serviço e pelo direito do uso da radiofreqüência (art. 48 da Lei nº 9.472/97 – Lei Geral das Telecomunicações).
16 Quais os equipamentos de Radioamador que estão homologados/certificados na ANATEL?
A informação desejada pode ser encontrada no campo Serviços de Telecomunicações, área de Certificação de Produtos.
17 Onde posso saber se um rádio/equipamento/produto está homologado/certificado pela ANATEL?
Para saber se um rádio/equipamento/produto está homologado/certificado pela ANATEL, queira ligar para a Gerência de Certificação nos telefones (061) 312-2318 e 312-2613.
18 O que é Certificação? Homologação?
É o processo pela qual a ANATEL verifica se determinado produto possui características compatíveis com seu uso para comunicações no País.
19 O que devo fazer para homologar/certificar um produto na ANATEL?
A informação desejada pode ser encontrada no campo Serviços de Telecomunicações, área de Certificação de Produtos. Consultar o item 4 da Norma Geral de Telecomunicação n.º 004/91. 20 Como posso saber se um aparelho necessita ser Certificado/Homologado pela ANATEL?
Basta verificar se o aparelho consta da Tabela 1 da Norma n.º 004/91, no campo Biblioteca/Instrumentos Deliberativos/Portarias, ou da relação que acompanha o Ato da Anatel n.º 1.522, de 08/10/98. Se necessário, a informação poderá ser solicitada via formulário, no setor de atendimento ao cidadão.
21 Qual a norma que é aplicável a um determinado equipamento/produto?
A informação desejada pode ser encontrada no campo Biblioteca / Legislação, consultando a tabela "Tipo de Produto e Normas Aplicáveis". Se necessário, a informação poderá ser solicitada via formulário, no setor de atendimento ao cidadão.
22 Como e quando fazer exame?
Procure a Delegacia do Ministério das Comunicações em seu estado ou representação da Liga dos RadioAmadores do Brasil (LABRE) para verificar as datas dos exames para obtenção da licença.
23 Como cancelar a licença?
Para cancelar sua licença, o radioamador deverá procurar a Delegacia do Ministério das Comunicações em seu estado, preencher o formulário próprio e anexar sua licença de radioamador para que a mesma seja cancelada.
24 Como transformar um PX em PU?
Não é possível transformar o PX em PU pois os prefixos dizem respeito a dois serviços de natureza diferente.
25 Como modificar o prefixo de um radioamador?
Para modificar seu prefixo, o radioamador deverá se dirigir até a Delegacia do Ministério das Comunicações e solicitar a mudança de indicativo mediante o pagamento de taxa correspondente. Somente os radioamadores classes A e B podem ter indicativos de duas letras. 26 Como está o processo de emissão do COER e licenças para Radioamador?
As emissões, tanto do COER quanto das licenças para operação de estação de Radioamador, estão ocorrendo normal e semanalmente por esta Agência que remete aos seus Escritórios Regionais ou Representações em funcionamento no mesmo prédio das Delegacias Regionais do Ministério das Comunicações para entrega aos interessados
27 O que e a Liga Brasileira de Radioamadores (LABRE) está autorizada a fazer?
De acordo com o Termo de Cooperação assinado entre a Labre e Anatel, a Liga tem autorização para:
a. elaborar, aplicar e avaliar os testes de capacidade operacional e técnica de acesso ao Serviço de Radioamador nas classes " A" , " B" , " C" e " D" , em todo o Território Nacional a todos os interessados, independentemente de serem ou não seus filiados;
b. consultar no Sistema de Informações Técnicas para a Administração das Radiocomunicações – SITAR, a situação de regularidade do candidato junto à ANATEL;
c. cadastrar, no SITAR, os dados dos candidatos aprovados nos testes, assim como as informações técnicas necessárias ao licenciamento dos mesmos;
d. emitir os documentos de arrecadação relativos aos pagamentos do FISTEL, ao direito de execução do Serviço de Radioamador e ao uso da(s) radiofreqüência(s) associada(s) e entregá-los aos candidatos para recolhimento na rede bancária;
e. entregar o Certificado de Operador de Estação de Radioamador – COER aos aprovados nos testes constantes da letra " a" desta cláusula;
f. entregar a(s) respectiva(s) licença(s) que consubstancia(m) a autorização para funcionamento de estação de radioamador e a outorga de autorização para uso das radiofreqüências associadas ao serviço, expedida(s) pela ANATEL, conforme dispõe a regulamentação pertinente, após a efetiva execução das atividades anteriores e comprovação de recolhimento do documento de arrecadação pelo interessado;
g. emitir, via SITAR, o documento de arrecadação pelo direito de uso de radiofreqüência.
Prisão de Ventre
Ventre livre
Um dia ou outro sem ir ao banheiro é normal. Se depois desse intervalo seu filho faz cocô numa boa, nem se preocupe. Agora, se ele reclama de desconforto na barriga, sente dor na hora de defecar, perde o apetite, tem fezes duras e ressecadas, às vezes até com sangue, é hora de agir. A prisão de ventre é um sintoma que deve ser combatido desde cedo para não se tornar crônico: 63% das crianças com intestino preso levam o problema para a adolescência e até para a vida adulta.
O mais importante de tudo é manter a tranqüilidade. Recém-nascidos podem passar alguns dias sem sujar a fralda. É normal. Os problemas começam mais tarde, depois de 1 ano. Embora distúrbios físicos, como hipotiroidismo e malformações intestinais, além de dieta pobre em fibras, agravem a situação, 95% dos casos de prisão de ventre são derivados de fatores psicológicos.
O entorno familiar é determinante. "É possível haver alguma dificuldade emocional, do filho ou dos pais", diz Dr. Antonio Carlos Siqueira, pediatra antroposófico, pai de Laura e Fernando, especialista em Terapia Intensiva Pediátrica. E reter as fezes pode ser uma maneira que a criança encontra de manifestar que algo não vai bem. Isso é capaz de ocorrer, por exemplo, se a pressão for excessiva, principalmente na hora da retirada das fraldas. "Pais e avós que apressam essa transição atrapalham o processo."
Pressionar seu filho a usar o vaso só piora tudo. Fale com o pediatra, sempre. Ele pode recomendar o uso de um laxante para amolecer as fezes. O importante é combater o desconforto para lidar com a questão de cabeça fria. A filha mais velha da economista Renata Corsi, Carolina, de 4 anos, criou pânico de ir ao banheiro logo que tirou as fraldas.
"O pediatra disse que ela estava se sentindo insegura, o que é normal nessa época de troca de hábitos", lembra Renata. A mais nova, desde bebê, apresentou problemas de intestino preso. Hoje as duas meninas tomam um laxante indicado pelo médico. Mania de limpeza e superproteção agravam o quadro. Se seu filho associa as fezes a algo impuro, não é de estranhar que tenha dificuldades em lidar com elas. Então, deixá-lo se lambuzar de tinta, brincar com argila faz parte da prevenção e do tratamento. "Restringir esses momentos é empobrecer sua vivência", diz Dr. Rui Paiva, pediatra, membro do Instituto da Família, pai de André, Mário e Luisa.
Pequena enfezada
Por trás da resistência a ir ao banheiro pode estar uma dificuldade em lidar com sentimentos de raiva, por exemplo. Em algumas circunstâncias, fazer cocô é visto pela criança como algo agressivo. Não é à toa que usamos a palavra "enfezada" para denominar pessoas com raiva, aborrecidas, irritadas...
Se a situação se prolonga e gera tensão, pode ser bom procurar apoio psicológico. Foi a atitude de Lara Lins, mãe de Anna, 3 anos, e Maria, 1 ano. O problema, de novo, iniciou com a retirada das fraldas, que coincidiu com o nascimento da irmã. Na época Anna tinha 2 anos. Um ano depois, ela ainda só fazia cocô na fralda e passava dias constipada.
"Ficava muito nervosa e percebi que isso só piorava as coisas." A mãe procurou uma psicanalista e, em três meses, com sessões semanais para a menina e também para ela e o marido, Anna começou a usar o vaso. "Percebemos que éramos muito exigentes com nossa filha, queríamos que fosse grande logo, que não expressasse o ciúme que sentia da irmã menor. Quando passamos a aceitar que podia ficar com raiva e ser um pouco 'bebê' , mostrando que continuaríamos a gostar dela, tudo melhorou", conta, aliviada. Anna, com certeza, se sente bem mais livre.
HABEAS CORPUS
O que fazer para prevenir e combater o intestino preso
Primeiras papinhas: Não use o liquidificador, ele destrói as fibras. Cozinhe bem os ingredientes e os amasse separadamente com o garfo, assim a criança se acostuma a mastigar e apreciar diferentes sabores.
Dieta de fibra: Por reter água, as fibras hidratam e aumentam o bolo fecal, o que facilita a sua eliminação. Ensine seu filho a comer as frutas com casca. Laranja e mexerica, sempre com bagaço.
Menos branco: Troque guloseimas com farinha refinada (branca) e o arroz branco por versões integrais. Queijos e leite, principalmente com farináceos ou achocolatados, podem ajudar a prender o intestino.
Mais líquidos: O número de copos deve corresponder à idade: por exemplo, 4 anos, quatro copos de água, suco e chá. Evite os refrigerantes.
Tranqüilidade: Vá aos poucos mudando os hábitos alimentares tanto seus quanto os da criança. Você é o modelo. Se começar a se estressar porque seu filho não come da maneira como você gostaria, só vai piorar.
Exercícios: Subir no trepa-trepa; pular corda; jogar bola; brincar de esconde-esconde, pega-pega; pedalar bicicleta etc. A criança deve se mexer todos os dias, o que ajuda no funcionamento dos intestinos.
Hora certa: Incentive seu filho a usar o vaso no mesmo horário, por exemplo, de manhã, já que durante o sono as fezes são empurradas para a parte final do intestino. Outro bom momento é logo após as refeições.
Retirada das fraldas: Espere que ele complete ao menos 2 anos e que dê sinais de que se sente desconfortável com elas. Caso já tenha iniciado o processo antes do tempo e a criança resista, peça desculpas e diga que ela pode usar a fralda até estar preparada para usar o vaso.
Quando a criança não consegue fazer cocô: Peça uma indicação de um laxante ao pediatra, mas procure evitar que o uso do remédio se torne rotina, fazendo com que o organismo condicione seu funcionamento à sua ingestão. Só recorra aos supositórios em último caso. "É agressivo e constrangedor", diz o pediatra Rui Paiva. Uma alternativa é dar à criança uma bola de algodão embebida em glicerina e pedir que ela mesma lambuze a região anal. Amolece as fezes e faz com que ela tenha controle sobre a situação.
DOSE DIÁRIA DE FIBRAS
Abobrinha (1 unidade pequena) 4,5 g
Feijão cru (1/2 xícara de chá) 12 g
Ameixa seca (2 unidades) 1,5 g
Goiaba (1 unidade média) 5,5 g
Beterra (1 unidade média) 5 g
Grão-de-bico (1/2 xícara de chá) 16 g
Brócolis (1 xícara de chá) 3 g
Inhame (1 pedaço médio) 6 g
Caju (1 unidade média) 4 g
Laranja (1 unidade média) 2,5 g
Beringela (1/2 unidade média) 4,5 g
Lentilha cozida (1 xícara de chá) 8 g
Cenoura (1 unidade média) 4,5 g
Mamão papaia (1/2 unidade média) 2 g
Chuchu (1 unidade pequena) 7,5 g
Pêra (1 unidade pequena) 3,5 g
Espinafre cozido (1 xícara de chá) 8 g
Pipoca estourada (1 xícara de chá) 3 g
FONTE: PAIS&FILHOS
Um dia ou outro sem ir ao banheiro é normal. Se depois desse intervalo seu filho faz cocô numa boa, nem se preocupe. Agora, se ele reclama de desconforto na barriga, sente dor na hora de defecar, perde o apetite, tem fezes duras e ressecadas, às vezes até com sangue, é hora de agir. A prisão de ventre é um sintoma que deve ser combatido desde cedo para não se tornar crônico: 63% das crianças com intestino preso levam o problema para a adolescência e até para a vida adulta.
O mais importante de tudo é manter a tranqüilidade. Recém-nascidos podem passar alguns dias sem sujar a fralda. É normal. Os problemas começam mais tarde, depois de 1 ano. Embora distúrbios físicos, como hipotiroidismo e malformações intestinais, além de dieta pobre em fibras, agravem a situação, 95% dos casos de prisão de ventre são derivados de fatores psicológicos.
O entorno familiar é determinante. "É possível haver alguma dificuldade emocional, do filho ou dos pais", diz Dr. Antonio Carlos Siqueira, pediatra antroposófico, pai de Laura e Fernando, especialista em Terapia Intensiva Pediátrica. E reter as fezes pode ser uma maneira que a criança encontra de manifestar que algo não vai bem. Isso é capaz de ocorrer, por exemplo, se a pressão for excessiva, principalmente na hora da retirada das fraldas. "Pais e avós que apressam essa transição atrapalham o processo."
Pressionar seu filho a usar o vaso só piora tudo. Fale com o pediatra, sempre. Ele pode recomendar o uso de um laxante para amolecer as fezes. O importante é combater o desconforto para lidar com a questão de cabeça fria. A filha mais velha da economista Renata Corsi, Carolina, de 4 anos, criou pânico de ir ao banheiro logo que tirou as fraldas.
"O pediatra disse que ela estava se sentindo insegura, o que é normal nessa época de troca de hábitos", lembra Renata. A mais nova, desde bebê, apresentou problemas de intestino preso. Hoje as duas meninas tomam um laxante indicado pelo médico. Mania de limpeza e superproteção agravam o quadro. Se seu filho associa as fezes a algo impuro, não é de estranhar que tenha dificuldades em lidar com elas. Então, deixá-lo se lambuzar de tinta, brincar com argila faz parte da prevenção e do tratamento. "Restringir esses momentos é empobrecer sua vivência", diz Dr. Rui Paiva, pediatra, membro do Instituto da Família, pai de André, Mário e Luisa.
Pequena enfezada
Por trás da resistência a ir ao banheiro pode estar uma dificuldade em lidar com sentimentos de raiva, por exemplo. Em algumas circunstâncias, fazer cocô é visto pela criança como algo agressivo. Não é à toa que usamos a palavra "enfezada" para denominar pessoas com raiva, aborrecidas, irritadas...
Se a situação se prolonga e gera tensão, pode ser bom procurar apoio psicológico. Foi a atitude de Lara Lins, mãe de Anna, 3 anos, e Maria, 1 ano. O problema, de novo, iniciou com a retirada das fraldas, que coincidiu com o nascimento da irmã. Na época Anna tinha 2 anos. Um ano depois, ela ainda só fazia cocô na fralda e passava dias constipada.
"Ficava muito nervosa e percebi que isso só piorava as coisas." A mãe procurou uma psicanalista e, em três meses, com sessões semanais para a menina e também para ela e o marido, Anna começou a usar o vaso. "Percebemos que éramos muito exigentes com nossa filha, queríamos que fosse grande logo, que não expressasse o ciúme que sentia da irmã menor. Quando passamos a aceitar que podia ficar com raiva e ser um pouco 'bebê' , mostrando que continuaríamos a gostar dela, tudo melhorou", conta, aliviada. Anna, com certeza, se sente bem mais livre.
HABEAS CORPUS
O que fazer para prevenir e combater o intestino preso
Primeiras papinhas: Não use o liquidificador, ele destrói as fibras. Cozinhe bem os ingredientes e os amasse separadamente com o garfo, assim a criança se acostuma a mastigar e apreciar diferentes sabores.
Dieta de fibra: Por reter água, as fibras hidratam e aumentam o bolo fecal, o que facilita a sua eliminação. Ensine seu filho a comer as frutas com casca. Laranja e mexerica, sempre com bagaço.
Menos branco: Troque guloseimas com farinha refinada (branca) e o arroz branco por versões integrais. Queijos e leite, principalmente com farináceos ou achocolatados, podem ajudar a prender o intestino.
Mais líquidos: O número de copos deve corresponder à idade: por exemplo, 4 anos, quatro copos de água, suco e chá. Evite os refrigerantes.
Tranqüilidade: Vá aos poucos mudando os hábitos alimentares tanto seus quanto os da criança. Você é o modelo. Se começar a se estressar porque seu filho não come da maneira como você gostaria, só vai piorar.
Exercícios: Subir no trepa-trepa; pular corda; jogar bola; brincar de esconde-esconde, pega-pega; pedalar bicicleta etc. A criança deve se mexer todos os dias, o que ajuda no funcionamento dos intestinos.
Hora certa: Incentive seu filho a usar o vaso no mesmo horário, por exemplo, de manhã, já que durante o sono as fezes são empurradas para a parte final do intestino. Outro bom momento é logo após as refeições.
Retirada das fraldas: Espere que ele complete ao menos 2 anos e que dê sinais de que se sente desconfortável com elas. Caso já tenha iniciado o processo antes do tempo e a criança resista, peça desculpas e diga que ela pode usar a fralda até estar preparada para usar o vaso.
Quando a criança não consegue fazer cocô: Peça uma indicação de um laxante ao pediatra, mas procure evitar que o uso do remédio se torne rotina, fazendo com que o organismo condicione seu funcionamento à sua ingestão. Só recorra aos supositórios em último caso. "É agressivo e constrangedor", diz o pediatra Rui Paiva. Uma alternativa é dar à criança uma bola de algodão embebida em glicerina e pedir que ela mesma lambuze a região anal. Amolece as fezes e faz com que ela tenha controle sobre a situação.
DOSE DIÁRIA DE FIBRAS
Abobrinha (1 unidade pequena) 4,5 g
Feijão cru (1/2 xícara de chá) 12 g
Ameixa seca (2 unidades) 1,5 g
Goiaba (1 unidade média) 5,5 g
Beterra (1 unidade média) 5 g
Grão-de-bico (1/2 xícara de chá) 16 g
Brócolis (1 xícara de chá) 3 g
Inhame (1 pedaço médio) 6 g
Caju (1 unidade média) 4 g
Laranja (1 unidade média) 2,5 g
Beringela (1/2 unidade média) 4,5 g
Lentilha cozida (1 xícara de chá) 8 g
Cenoura (1 unidade média) 4,5 g
Mamão papaia (1/2 unidade média) 2 g
Chuchu (1 unidade pequena) 7,5 g
Pêra (1 unidade pequena) 3,5 g
Espinafre cozido (1 xícara de chá) 8 g
Pipoca estourada (1 xícara de chá) 3 g
FONTE: PAIS&FILHOS
3.11.06
Mundo Sustentável
ESPÉCIES MARINHAS QUE SÃO ALVO DE PESCA ACABAM EM 2048, DIZ ESTUDO
Pesquisadores destacam que é possível reverter o quadro com iniciativas de conservação das regiões com mais biodiversidade
Reinaldo José Lopes, do G1, em São Paulo
Um mundo sem filés de merluza ou pescada, sem salmões, camarões, casquinhas de siri e, claro, sem caviar. Um mundo desse tipo, sem nenhuma das fontes de alimento hoje extraídas do mar pelo homem, não está tão longe assim -- aliás, fica logo ali, de acordo com um grupo internacional de pesquisadores. Eles alertam que o ano de 2048 é o prazo-limite para o esgotamento de todas as espécies marinhas pescadas hoje, se nada for feito.
No entanto, o artigo que cita esse prazo assustador, na edição desta semana da revista especializada americana "Science", está longe de ser uma mera profecia desanimadora. Os dados recolhidos pela equipe demonstram que ainda está em tempo de virar o jogo. "A esta altura do campeonato, a maioria das espécies afetadas [pela exploração desenfreada] ainda pode se recuperar", contou ao G1 a bióloga Heike K. Lotze, da Universidade Dalhousie, em Halifax (Canadá).
Além desse lado esperançoso, o estudo ainda é um cala-boca monumental para os que criticam a preocupação com a diminuição da biodiversidade no mundo. A análise revela que os ambientes marinhos mais diversificados, ou seja, com o maior número de espécies, são justamente os que agüentam melhor o tranco da exploração comercial. Assim, manter um ambiente altamente biodiverso faz todo o sentido do ponto de vista econômico.
"A biodiversidade não é o embrulho bonitinho dos ecossistemas -- ela é um enorme motor de produtividade", explicou ao G1 o biólogo Stephen R. Palumbi, da Universidade Stanford, nos Estados Unidos. "Assim como qualquer fazendeiro precisa saber como e por que uma planta cresce depressa, nós precisamos saber como tirar o máximo dos ecossistemas sem destruí-los. Nosso estudo mostra que deveríamos ter como regra máxima dar apoio à diversidade natural de um ecossistema -- nem que seja pela razão puramente egoísta de querer que ele produza mais para nós."
O trabalho na "Science" é uma grande meta-análise -- termo usado pelos cientistas para designar uma análise que reúne os dados de muitos estudos anteriores e tenta encontrar um padrão comum neles. "É a primeira vez que alguém examina todos os dados existentes sobre espécies e ecossistemas oceânicos, em escala local, regional e global", diz Heike Lotze.
Más notícias primeiroEm primeiro lugar, o que salta aos olhos são as más notícias. Quase 40% das espécies marinhas capturadas pelo homem entraram em colapso, ou seja, perderam cerca de 90% da sua população original. Apesar do aumento em número e tecnologia das frotas pesqueiras do mundo, a captura caiu 13% desde que alcançou seu máximo histórico em 1994.
Por outro lado, os pesquisadores encontraram uma relação direta entre a diversidade de espécies dos ecossistemas marinhos e o quanto eles resistem a essa sangria desatada. Regiões costeiras com uma média de 200 espécies nativas estão com mais da metade das espécies pescadas em colapso, enquanto o número não chega a um quinto em áreas com 1.200 espécies nativas.
As regiões costeiras com muita biodiversidade também mostraram ser mais produtivas em termos de captura e capazes de se recuperar com muito mais rapidez da pesca excessiva, se tivessem um pouco de sossego.
SubstituiçõesA análise de experimentos controlados nos quais a diversidade de espécies era manipulada pelos pesquisadores ajuda a explicar o porquê disso. Em média, ambientes com maior número de espécies são 80% mais produtivos -- ou seja, são mais eficientes em produzir massa viva, ou comida, do ponto de vista humano. Também usam recursos com até 36% mais eficiência.
Além disso, num ambiente marinho biodiverso, "os pescadores podem mudar de alvo caso seu peixe preferido decaia. Isso permite que o alvo anterior se recupere antes de entrar em colapso. Além disso, a população-alvo vai se dar melhor num ecossistema diversificado, com mais comida e também talvez com mais espécies capazes de manter predadores saciados". Como num jogo de futebol, a plaquinha sobe e espécies reservas entram em campo antes que as "titulares" morram.
Diante dos dados, o que realmente falta são ações. Os pesquisadores lembram que o colapso da biodiversidade marinha não significará apenas o fim de uma das fontes mais nutritivas de alimentos para a humanidade -- os ambientes costeiros também ajudam, entre outras coisas, a melhorar a qualidade da água e a impedir a inundação de cidades protegidas por mangues e recifes. Vai ser muito melhor para o bolso e para o estômago humanos achar uma maneira mais racional de explorar essa riqueza.
Pesquisadores destacam que é possível reverter o quadro com iniciativas de conservação das regiões com mais biodiversidade
Reinaldo José Lopes, do G1, em São Paulo
Um mundo sem filés de merluza ou pescada, sem salmões, camarões, casquinhas de siri e, claro, sem caviar. Um mundo desse tipo, sem nenhuma das fontes de alimento hoje extraídas do mar pelo homem, não está tão longe assim -- aliás, fica logo ali, de acordo com um grupo internacional de pesquisadores. Eles alertam que o ano de 2048 é o prazo-limite para o esgotamento de todas as espécies marinhas pescadas hoje, se nada for feito.
No entanto, o artigo que cita esse prazo assustador, na edição desta semana da revista especializada americana "Science", está longe de ser uma mera profecia desanimadora. Os dados recolhidos pela equipe demonstram que ainda está em tempo de virar o jogo. "A esta altura do campeonato, a maioria das espécies afetadas [pela exploração desenfreada] ainda pode se recuperar", contou ao G1 a bióloga Heike K. Lotze, da Universidade Dalhousie, em Halifax (Canadá).
Além desse lado esperançoso, o estudo ainda é um cala-boca monumental para os que criticam a preocupação com a diminuição da biodiversidade no mundo. A análise revela que os ambientes marinhos mais diversificados, ou seja, com o maior número de espécies, são justamente os que agüentam melhor o tranco da exploração comercial. Assim, manter um ambiente altamente biodiverso faz todo o sentido do ponto de vista econômico.
"A biodiversidade não é o embrulho bonitinho dos ecossistemas -- ela é um enorme motor de produtividade", explicou ao G1 o biólogo Stephen R. Palumbi, da Universidade Stanford, nos Estados Unidos. "Assim como qualquer fazendeiro precisa saber como e por que uma planta cresce depressa, nós precisamos saber como tirar o máximo dos ecossistemas sem destruí-los. Nosso estudo mostra que deveríamos ter como regra máxima dar apoio à diversidade natural de um ecossistema -- nem que seja pela razão puramente egoísta de querer que ele produza mais para nós."
O trabalho na "Science" é uma grande meta-análise -- termo usado pelos cientistas para designar uma análise que reúne os dados de muitos estudos anteriores e tenta encontrar um padrão comum neles. "É a primeira vez que alguém examina todos os dados existentes sobre espécies e ecossistemas oceânicos, em escala local, regional e global", diz Heike Lotze.
Más notícias primeiroEm primeiro lugar, o que salta aos olhos são as más notícias. Quase 40% das espécies marinhas capturadas pelo homem entraram em colapso, ou seja, perderam cerca de 90% da sua população original. Apesar do aumento em número e tecnologia das frotas pesqueiras do mundo, a captura caiu 13% desde que alcançou seu máximo histórico em 1994.
Por outro lado, os pesquisadores encontraram uma relação direta entre a diversidade de espécies dos ecossistemas marinhos e o quanto eles resistem a essa sangria desatada. Regiões costeiras com uma média de 200 espécies nativas estão com mais da metade das espécies pescadas em colapso, enquanto o número não chega a um quinto em áreas com 1.200 espécies nativas.
As regiões costeiras com muita biodiversidade também mostraram ser mais produtivas em termos de captura e capazes de se recuperar com muito mais rapidez da pesca excessiva, se tivessem um pouco de sossego.
SubstituiçõesA análise de experimentos controlados nos quais a diversidade de espécies era manipulada pelos pesquisadores ajuda a explicar o porquê disso. Em média, ambientes com maior número de espécies são 80% mais produtivos -- ou seja, são mais eficientes em produzir massa viva, ou comida, do ponto de vista humano. Também usam recursos com até 36% mais eficiência.
Além disso, num ambiente marinho biodiverso, "os pescadores podem mudar de alvo caso seu peixe preferido decaia. Isso permite que o alvo anterior se recupere antes de entrar em colapso. Além disso, a população-alvo vai se dar melhor num ecossistema diversificado, com mais comida e também talvez com mais espécies capazes de manter predadores saciados". Como num jogo de futebol, a plaquinha sobe e espécies reservas entram em campo antes que as "titulares" morram.
Diante dos dados, o que realmente falta são ações. Os pesquisadores lembram que o colapso da biodiversidade marinha não significará apenas o fim de uma das fontes mais nutritivas de alimentos para a humanidade -- os ambientes costeiros também ajudam, entre outras coisas, a melhorar a qualidade da água e a impedir a inundação de cidades protegidas por mangues e recifes. Vai ser muito melhor para o bolso e para o estômago humanos achar uma maneira mais racional de explorar essa riqueza.
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